Um desconhecido bateu no meu namorado e gozou na minha buceta.

Por: carla-358 • 07/07/2026 • 486115 leituras
Capa do conto
No Carnaval, eu e meu namorado Fernando fomos à litoral curtir o feriado. Passamos hospedados em uma casa e íamos à praia. Na segunda-feira chegamos um pouco mais tarde e deixamos o carro em um local afastado, a cerca de 15?minutos a pé; passamos o dia inteiro na praia. Ao final do dia, quando a escuridão começava a cair, decidimos voltar.

Peguei minha bolsa, saí da praia e começamos a andar. Assim que saímos da areia, um homem forte passou por nós e mexeu comigo:

— Você é tão gostosa que dá vontade de comer a noite toda.

Fernando reclamou logo em seguida:

— Está louco? Não está vendo que ela está acompanhada?

O homem respondeu:

— Fica de boa aí vacilão.

Depois de alguns empurrões, Fernando avançou contra o rapaz e acabou levando um soco. O agressor o empurrou, fazendo-o cair ao chão; então o homem começou a chutar. Gritei desesperada; algumas pessoas se aproximaram e o agressor fugiu. Ajudei Fernando a levantar; o rosto dele estava sangrado. Testemunhas ajudaram-o a sentar-se em um banco.

Alguns minutos depois eu disse:

— Amor, fica aqui que vou buscar o carro.

Peguei a chave e comecei a caminhar. Quando cheguei perto do carro, vi o homem que havia agredido o Fernando. Ele disse:

> — Olha só, a gostosinha vc merece um homem de verdade não aquele perdedor.

Ele se aproximou mais e eu disse:

— Até agora você falou muito, mas não fez nada.

Ele me agarrou com força e começou a me beijar. Sinto sua mão apertar minha bunda e a outra guiar minha cabeça. Acariciava suas costas musculosas quando, então, colocou o dedo dentro da parte inferior do biquíni e acariciou minha buceta. Coloquei a mão dentro dos shorts dele e acariciava o pau estava duro. Disse:

— Como você é grande, eu até aguento isso tudo, mas vai me deixar dolorida.

Ele respondeu:

— Vou te arrebentar até que você esqueça até o caminho de casa.

Fiquei excitada. Apertei o botão do carro do Fernando e fui até a BMW branca. Abri a porta de trás e me apoiei de quatro no banco. Ele baixou meu biquini até a coxa e começou a penetrar minha buceta. Comecei a gemer, logo dei um gritinho e comecei a gozar, deixando minha buceta mais melada. Depois ri de prazer. Ele virou-me de bruços, coloquei as pernas sobre os ombros dele e ele voltou a fazer sexo novamente. Dessa vez eu podia acariciar seus peitorais definidos, o que me deixava ainda mais excitada e, em sequência, gozar outra vez. Ele começou a falar:

— Sua vadia gostosa.

Eu percebi que ele gostaria, e eu respondi: “Não goza dentro”. Ele insistiu:

— Vou te engravidar sua puta para aquele corno criar um bastardinho e começou a encher meu útero. Parecia que ele estava na cadeia e não comia ninguém há anos: ele encheu meu copinho até escorrer.

Ele saiu; eu fiquei uns 5 minutos me recuperando. Levantei-me vagarosamente, arrumei o biquini e peguei o carro para buscar o Fernando. Quando cheguei, ele perguntou:

— Por que demorou tanto?

Eu respondi:

— Demorei a achar o carro. Você mesmo me chama de burra e dei uma risadinha, mas não ri da piada; rio porque estou completamente extasiada.

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