Um incesto ao acaso, Descobrindo minha filha II

Por: carlos-141 • 24/07/2026 • 1438 leituras
Capa do conto

Como relatei no conto anterior, era difícil ficarmos a sós em casa e, por isso, demorou uma segunda chance com minha filha. Nossa relação não mudou em nada, mas tínhamos ultrapassado o limite de pai e filha. Ficou evidente que assim como eu, minha filha queria repetir a dose. O que só foi acontecer quase um mês depois, e quem pagava o pato era minha mulher, que sofria com meu tesão em nossa filha.

A segunda vez aconteceu, quando minha filha perguntou se eu a levaria ao cinema no sábado, pois havia combinado com as amiguinhas da escola. Como sempre me dispus a levá-la, porém perguntei se sua mãe havia liberado. O que foi confirmado pela ela mesma, pois quando Carol pediu, minha esposa estava perto.

Chegou o sábado e lá fui eu levar Carol ao cinema. Minha filha caprichou na roupa, colocou uma calça jeans, dessas coladas ao corpo, uma blusa que dava ênfase aos seus seios, cabelos presos e uma bela maquiagem. Não pude deixar de elogiá-la como sempre fazia, e logo depois minha mulher dizendo para ela ter cuidado, como sempre.

Era a primeira vez que ficávamos completamente a sós depois do que havia acontecido no sofá. Não conversamos nos primeiros quilômetros indo ao cinema. Carol quebrou o silencio:
- Pai, você sabia o que fizemos é incesto?
- Eu sei minha filha! Onde você descobriu?
- Pesquisei na internet.

Um breve silencio.
- Sabe pai, eu não paro de pensar no que fizemos.

Não respondi nada.
- ... E todo vez que penso fico com minha periquita molhada. Eu fico pensando em fazer de novo.

Ao ouvir suas palavras meu pau começou a ganhar vida.
- O pai também quer, mas temos que esperar sua mãe não estar em casa. Naquele dia foi arriscado, ela poderia ter acordado – agora era eu que estava com medo
- É, tem a mamãe!

Outro breve silencio.
- Eu li também!
- O que?
- Que têm muitas filhas de perdem a virgindade com seus pais.
- Leu isso na internet também?
- Sim, têm muitas historias.

Meu pau já estava duro e quando ela acabou de falar.
- Então você quer perder a virgindade com seu pai?
- Às vezes eu quero, mas fico com medo!
- A gente não precisa fazer, podemos apenas repetir o que já fizemos.
- É que fico pensando com seria?
- Como seria o que?
- Seu pinto entrando na minha perereca. Eu até vi alguns vídeos na internet.
- Pornô?
- Sim!

Sem avisar desviei o a caminha ao cinema e Carol percebendo.
- Pai, para onde estamos indo.
- Vamos ao escritório do papai!

Carol entendeu. Assim que entramos no escritório, houve certa timidez. Conversamos um pouco, e sempre que podia dava pequenos selinhos em sua boca. Com o tempo os beijos foram ficando longos. Carol beijava bem gostoso, o que dava a entender que, por mais que a segurássemos, ela já dava os seus beijinhos escondido. Pedi que ela tirasse a roupa. Aos poucos minha filha foi tirando, blusa e calça, ficando só de calcinha e sutiã. Minha filha estava um tesão, o sutiã deixava seus peitos ainda maiores e a calcinha era no estilo, pequena mais comportada. Sentei na cadeira e a mandei dá uma volta, bem próxima a mim. Ela girou e quando ficou de costas, a fiz parar para admirar sua bunda.

Alisei suas nádegas descendo sua calcinha, nessa hora Carol colocou sua mão sobre a minha.
- Pai estou com medo!
- Não precisa ter medo.

Desci sua calcinha até cair sobre seus pés. Com ela ainda de costas, enfiei a mão em sua bucetinha que estava totalmente melada.
- Carol senta que o papai vai chupar.

Ela se sentou abrindo as pernas expondo sua bucetinha. Quando dei à primeira linguada, Carol se arrepiou toda. Fui chupando devagar aumento o ritmo. Minha filha se satisfazia ao ponto de colocar as mãos em minha cabeça, quando comecei a chupar em grelo, não demorando em gozar em minha boca.

Fiquei em pé e desci o short.
- Vem filha, agora chupa o papai!

Carol pegou meu pau e pôs na boca. Como a primeira vez, iniciou mal, mas foi melhorando. Ela parava para olhar e depois voltava a chupar. Dessa vez ela não tirou meu pau da boca quando gozei. Engoliu boa parte e o restante escorreu pelos cantos da boca. Sentei na cadeira ao lado e ficamos em silencio por alguns segundos.
- Pai?
- O que?
- Nada!
- Fala minha filha.
- O senhor quer...?
- Fala logo!

...

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