__Sarita sempre falou de você, mas não sabia que era uma tremenda gatona.
__Você acha, é?
__Estou vendo. Você é uma garota fora de série. Queria te conhecer melhor.
__Mas você não é namorado de Sarita? Como pode estar me cantando se sua mina esta a poucos metros da gente? Não acha que esta abusando da sorte?
__Sorte tem, quem acredita nela.
__Humm, muito filosófica a frase. Quer dizer que você que dar o pulo do gato?
__Se for com você, tudo é válido.
__Isso se chama traição, sabia?
__Com você tudo vale a pena.
__Eu poderia contar a ela que você esta me cantando...
__E você acha que ela iria acreditar? Ela confia em mim...
__Coitada!
__Não sei porque.
__O que eu ganho por sair com você?
__Vamos sair e verás.
Enquanto aceitava aquela cantada esdruxula, ia bolando uma forma de mostrar a Sarita, que ela não fizera bom negócio, traindo sua irmã. Disse a Jorge que daria a resposta durante a semana, se topava sair com ele ou não. Estava revoltada, pois aquele canalha, quase tinha destruído a amizade de duas irmãs, traindo uma delas na cozinha da casa. Cheguei em casa e fui para o banho. Estava saindo do banheiro, quando Paulo chegou da sua noitada. Olhou para um lado e outro e pediu que eu abrisse a toalha, pois desejava me ver nua. Claro que eu atendi seu pedido, deixando a toalha cair aos nossos pés. Asa mãos de Paulo, se apossaram de meus seios e se inclinando, ele, Paulo, tomou os meus mamilos entre os lábios, me arrepiando dos pés a cabeça e provocava uma certa inquietude entre as pernas, bem lá na minha xoxota, que desejava ser acariciada, chupada e depois penetrada. O mundo se fechava ao nosso redor, naquele momento e esquecíamos que estávamos no corredor que ligava os quartos e poderíamos ser surpreendidos por alguém. Como sempre o perigo era o ponto de ignição para os nossos anseios. Me agarrei á Paulo e fui eu quem o encostou na parede, agarrando seu pau o fazendo crescer mais ainda com os apertos que eu dava nele, mesmo sem o ter nu, entre meus dedos. Senti os pesos dos seu ovos e os massageei, pois Paulo, gostava daquele tipo de carinho que fazia seu pau crescer e endurecer mais. Me agachei a sua frente esquecida de tudo abri sua braguilha e fiz saltar para fora, aquele belo exemplar de órgão masculino. Estar diante daquilo que eu desejava, não esperei muito para o abocanhar e sentir toda aquela textura, avançar até minha garganta. Ver o rosto crispado de meu irmão diante, do carinho que eu demonstrava ao chupa-lo gulosamente.
__Gos-to-so, adoro seu pau, lamber e chupa-lo da cabeça aos ovos...humm, deliciosos, durinhos e macios...adoro isso.
__Somos loucos...vamos para o quarto, pois estou para gozar...
__Nada disso, vou dar para você aqui e, você vai gozar em mim, dentro da minha boceta.disse me levantado e ficando encostada parede, empinando o traseiro para que Paulo viesse por trás e introduzisse o pau em minha xoxota. Foi o que ele fez e me levou a loucura. Estava com os sentidos atentos, a qualquer barulho diferentes dos que produzíamos, mas isso não fazia o menor sentindo, pois a minha nudez e semi dele, deixava evidenciado o que estávamos fazendo. Isso tudo, me deixava com o tesão a flor da pele e a Paulo também, mas mesmo assim ele se projetou para a frente e seu pau se encaixou entre minhas "pétalas", se aprofundando dentro de minha intimidade que estava em ebulição.
__Você é tão maluca quanto gostosa...essa sua xoxota continua mastigando meu pau...tarada...
__Uuuuii, que delicia...fode com força...estou gozando...
__Goza, sua piranha gostosa, goza...!
Paulo, se esmerou em poder me dar o máximo de prazer, retardando o máximo a sua ejaculação, até que depois de ver satisfeita, deu um firme estocada e jorrou esperma dentro da minha boceta. Ao se retirar de dentro de minha vagina, ele teve a rola surpreendida pela minha boca que, procurou captar as última gotas do líquido precioso. Peguei minha toalha e Paulo sua roupa, assim nos dirigimos para nossos aposentos. Enquanto estava passando secador nos cabelos, comecei a pensar no que ocorrera na balada com o namorado de Sarita. Estava fula da vida, com aquele mau caráter e, estava preparando uma surpresa, nada agradável para ele. Na cama, me virei de um lado para o outro tentando achar um jeito de concretizar a minha vingança. Levantei-me e saindo, fui para o quarto de meu irmão. Paulo,escutou com atenção e concordou que o cara merecia uma lição e me deu uma ideia que era exatamente o que eu devia ter pensando. Gostei de tudo que ele elaborou e fiquei na expectativa, para entrar em contato com Jorge. No dia combinado, diga-se de passagem, era uma noite, logo após sair da empresa, passei em casa, onde me preparei e depois de confirmar que estava tudo em ordem, fui ao encontro de Jorge. Quando me viu, achei que iria me devorar ali mesmo. Tive que conter o impeto do rapaz e não demorou muito para que chegássemos ao apartamento de um amigo de Paulo, que pensava que ele ia para lá com alguma garota, sem imaginar que era a irmã,que ocuparia as dependências do mesmo.
__ É seu esse apto?
__Não, é de uma amiga.
__O perfume que paira no ar, diz que ela deve ser uma gata. Tem o mesmo perfume... - começou dizendo e parou.
__O que foi? Quem usa esse perfume?
__Quem importa, estamos aqui para nos divertir e eu estou louco para começar.
__Calma, calma, por que tanta afobação. Temos a noite só para nós. Creio que você vai passar a noite comigo, não vai?
__Com você eu passo o ano inteiro. Vem cá - disse me puxando de encontro ao seu corpo, me beijando com uma sofreguidão imensa.Seu pau estava duro, alias diga-se de passagem, já vinha duro durante todo o percurso, desde que nos encontramos. Acho que não seria nada de exagero, dizer, que ele deveria estar com a rola em riste, desde que lhe dera a esperança de podermos trepar. Parecia ser bem dotado e se não fosse, pelo menos beijava bem e assanhava com certa experiencia, com sua língua atrevida. Começava a entender uma parte do interesse de Sarita, pelo namorado de sua irmã.O beijo dele se tornava cada vez mais frenético e eu nutria aquele desejo de saber como era aquele homem, na cama, antes de o desmascarar, provando que não era digno de mulher alguma. O cenário estava montado, mas absorto no que pretendia fazer comigo, ele nem suspeitou que havia um quê, de peculiar, que se fosse outra pessoa, com outro interesse que não fosse o sexual, teria notado. Notar, até que notou, mas seu intuito era outro e isso o deixou desprovido de percepção. Eu mesma, me assustei e pensei que tudo estaria perdido, quando entrei naquele apartamento e como Jorge notei algo estranho no ar. Erro, um grande erro, que não verifiquei e quase punha tudo a perder.
__Não quer beber alguma coisa? Um vinho? - sugeri, ao ver uma garrafa do mesmo, estrategicamente colocada sobre um balcão, que dividia a sala. Aquilo devia ser obra de Paulo. Estava com o coração descompassado e confesso, estava muito tensa pelo resultado que viria de toda aquela trama. Se tudo estava correndo como eu imaginara, o reinado de traições de Jorge já estava naufragando como um titanic. Negar que estivesse com teor alto de tesão, era até certo ponto patético, pois era só olhar para a minha blusa para ver que os meus mamilos se destacavam marcando o tecido de forma escandalosa, mas o olhar de Jorge, chegou até eles, notando que estava me deixando desarmada, pronta para ser levada para a cama, que cederia aos seus avanços. Eu estava nervosa, mas mesmo assim prossegui, o evitando de avançar na consumação do que pretendia. Colocando o líquido de bela coloração em taças,estava prestes a servir, quando Jorge se portou por, trás, contra meu corpo, me fazendo sentir em meu traseiro o volume de seu pênis que parecia querer rasgar o tecida da calça e me penetrar. Beijou-me o pescoço e suas mãos correram ao longo do meu corpo procurando minhas formas, melhor analisar:
__Você é muito gostosa e eu estou babando por saber que vou te ter por inteira. Não sabe como ansiei por esse momento de estar contigo.
__Não se afobe, gatão, vamos tomar um drinque e depois conversar um pouco.
__Conversar prá quê? Não acha melhor falarmos pouco e transarmos muito?
__A noite ainda mal esta começando. Por que tanta pressa? - tentei dissuadir aquele impetuoso garanhão.Sentamos em almofadões que estavam espalhados pela saleta e quando era assediada por Jorge, notei um movimento que vinha do lado da cozinha que ligava a uma área de serviço. Mesmo na semi escuridão, reconheci a pessoa, que olhava tudo com uma certa incredulidade. Era o momento de começar o show. __Sabia que até agora eu ainda não deixei cair a fixa do porque você esta traindo sua namorada comigo?
__ Te achar mais gostosa do que ela, não basta?
__ Isso na sua opinião, mas não basta não. Você não esta com ela por amor?
__Amor? Desejo, agora virou um ato de amor? Eu acho que não estou pronto para amar ninguém. Quero apenas curtir um bom relacionamento.
__Não acha que isso é algo que não se deva manter com relação ao amor próprio feminino?
__Quero viver a vida e não me preocupar com sentimentalismo barato.
__Você acha o amor um sentimentalismo barato? Mas que espécie de homem é você que pensa dessa forma? - perguntei, já fervendo de ódio, com vontade de esganar aquele esnobe. Porém o que mais desejava era estabelecer um canal que o deixasse em maus lençóis e estava conseguindo. Não queria que ele me achasse fácil e por isso levantei-me. Jorge segurou minha mão e puxou de encontro a ele me fazendo cair em seu colo. De imediato ele levou a mão sob minha saia e com atrevimento a suspendeu, me deixando com a parte que lhe interessava nua. Seus dedos dedicaram especial atenção a minha vulva, se perdendo entre minhas dobras, o que me tirou de foco, pois fora gostoso o toque inicial. Pareceu nervoso por sentir a minha umidade e o calor que dela vinha.Meu olhar fora desviado para a cozinha, desejando que a pessoa que lá se escondera, pudesse ver o que ocorria na sala.
__Você já esta prontinha para mim. Veja, pegue na minha pica e chupe ela. - disse a brandindo para mim de forma acintosa. Olhando para aquela rola,voltei a entender o por que de Sarita ter se arriscado na aventura de roubar o namorado da irmã. Desci a boca sobre a pica que não para quieta e a chupei com sagacidade. Era uma pistola que tinha muitos atrativos, pela cor de ébano, grossura e o magnifico comprimento. Até onde podia, a engoli, numa franca garganta profunda. O cara era gostoso, não podia negar,e se não fosse sua posição machista, até que apoiaria minha amiga, mas não era essa a pretensão, tinha que lhe mostrar a triste realidade. Fui colocada, sobre um almofadão e Jorge se postou entre minhas pernas, já encaminhando a rola, para minha grutinha melada. Recebi aquela penetração com euforia e a medida que ele passou a se movimentar dentro de mim, eu fui me deixando envolver, chegando a esquecer que era observada. A rola do cara estava me fazendo vibrar e o orgasmo veio em meio a gritaria. Quando fui para cima dele e inseri a pica em minha boceta e passei a cavalga-lo ferozmente ouvindo as palavras chulas de Jorge:
__Porra, que boceta maravilhosa. Caralho, foda minha pica, com essa boceta gostosa. Puta que pariu, sua puta, você é muito melhor do que eu imaginava.
__ Melhor que Sarita?
__Por que fazer naquela baranga agora? O que importa é sua boceta que tá deliciosa. Fode, fode muito. Gostosa! Eu que... - não terminou a frase ao notar que mais uma pessoa estava na sala e a reconhecia. Me empurrou para fora de sua pica e se pôs em pé. -O que você esta fazendo...espere, tudo foi uma armação? Vocês armaram para mim. Você - apontou para mim - sua cadela de uma figa, arrumou tudo isso para me ferrar?
__O que você acha? Não alertei, lá na balada que você estava errado? Não ia permitir que minha amiga sofresse o que a irmã dela sofreu por se entregar a um canalha como você.
__Vaca, vou lhe ensinar uma lição. -disse partindo para cima de mim, porém , nem eu contava com a intervenção de Sarita, que voou para cima do imbecil, aplicando-lhe um golpe que o nocauteou. Sentada na almofada, ela chorava copiosamente. Procurei consola-la e a abracei. Estava envergonhada, por que estivera com o homem da minha amiga e funcionaria da empresa que era da minha família. Mas não podia deixar que ficasse em brancas nuvens. Olhei para o homem desacordado e questionei:
__Como vaio ser quando ele acordar?
__Não vou querer saber desse filha da puta, quero distancia dele.
__Não podia esperar outra atitude que não fosse essa. Me desculpe, fazer o que fiz, para lhe provar que ele não prestava e obrigada por acreditar em mim e topar desmascara-lo. Mas não chore que não vale a pena nada disso. Você é uma garota linda, gostosa, que pode arrumar um amor, que lhe respeite e que não a veja apenas como uma boceta a disposição.
__Você não tem que pedir desculpas, me ajudou e eu só tenho que agradecer e ver, apesar de ter feito um mal a minha irmã, que a livrei de uma praga. Quero agradecer ao seu irmão, que me trouxe para cá e me deixou bem a vontade para ver tudo que vi. Obrigada.
__Bem, vamos esperar esse idiota acordar e pô-lo daqui a para fora, mas antes vamos aprontar com ele para que não venha a se vingar de nós. Tire sua calcinha.
__O que vai fazer? - perguntou ela já se desfazendo da peça que me passou.
__Ajude-me a vestir essa peça nele e quero você o sub-julgando do jeito mais deprimente que possa parecer.
Após umas fotos, bem cabeludas, onde o machão parecia uma "fêmea" dominada por uma mulher, procuramos reanima-lo. O cara ainda furioso, sem entender que sua ex-namorada, tinha domínio de artes marciais e, que com essa aptidão o levara a nocaute, ficou na dele quando lhe mostramos as fotos feitas, que o desmoralizaria, caso as mostrássemos para alguém. Assim que compreendeu que estava em nossas mãos, Jorge cabisbaixo e muito puta, foi embora. Depois de muito conversar com Sarita, para acalma-la, tomando o restante do vinho que ali ficara, ficamos alegres de já estava pintando algo mais físico entre nós. Ia começar uma situação a muito desejada por mim, quando Sarita me olhou com os olhos embargados pela emoção etílica e se deixando cair em meus braços disse a frase que iniciou tudo:
__Estou tão carente de um pouco de carinho...!