Tudo começou quando uma amiga a Mariana me disse que tava afim de um krinha do trabalho, mas não tinha como conseguir ficar a sós com ele, então eu que sou bem atiradinha, me ofereci pra ajudar. Fui até ele com a desculpa de que tinha um problema qualquer no meu chuveiro e perguntei se ele não dava uma olhadinha pra mim, ele mais que depressa disse sim e marcamos dia e hora.
Resumindo, quando ele chegou tava eu e minha amiga e loguinho dei uma desculpa e saí, deixando os dois à vontade, como eu não tinha nada pra fazer na rua e logo começou a chover, resolvi voltar e ficar quietinha na sala, quando eu entrei, (01 hora depois) deu pra perceber que Mari não perdeu tempo, seus gemidos eram de profundo tesão e aquilo foi me dando uma sensação enlouquecedora sentia minha buceta molhada, meus mamilos se intumesceram então comecei a me acariciar e masturbar, não me dei por conta e só percebi que gemia ainda mais alto que Mari, quando os dois saíram do quarto, nus e vieram falar comigo “Como você é a melhor amiga que tenho e o Roberto é um kra muito sacana, resolvemos te convidar pra brincar com a gente”, disse Mari, “Então você topa?” Perguntou o Roberto colocando aquela tora na frente da mina boca, aí não resisti e abocanhei aquele caralhão grosso e com o gosto da buceta da minha melhor amiga.
Mari, sem se fazer de rogada, enfiou a mão por debaixo da minha saia e num tranco arrebentou minha calcinha, abriu minhas pernas e começou a passar a língua no meu grelinho, aquilo me alucinava e eu chupava o caralho de Roberto ainda mais rápido, até que ele deu um grito contido, tremeu e gozou tanto que cheguei a me engasgar, Mari então veio pra junto e começou a lamber a porra que escorria pelos cantos da minha boca enquanto eu limpava aquele mastro.
Depois ela sentou no sofá e pediu pra eu chupa-la, fiquei de joelhos e expus minha bunda pro Roberto, que começou a roçar o cacete nela até ele endurecer de novo, já bem duro me pediu pra sair dali, deixou Mari chupeta-lo um pouco, depois a virou de 4, posicionou o cacete na entrada da buceta dela, pediu pra eu vir por traz e abraça-los juntos, forçando de uma vez só, ela contra seu corpo, quando fiz isso cheguei a ficar com dó dela, mas vi que ela adorou, ele a fez gozar como louca nessa posição, o gozo dela já escorria pelas coxas, então ele parou, mandou ela se sentar e pediu pra eu limpa-la, novamente fiquei de 4 no chão e comecei a faxina com a língua, Mari segurou firmes meus dois braços, Beto as minhas ancas, posicionou se pau no meu cú e antes que eu tivesse chance de reagir foi invadindo meu rabo com tudo, cheguei a chamá-lo de Filho da Puta, e coisas assim, mas que nada, ele marretava ainda mais forte, Mari ainda me segurando esfregava a buceta na minha cara e me chamava de cadela, vadia, ficamos assim por uns dez minutos, até que senti seu saco batendo no meu grelo e seu pau bem lá no fundo esguichou a vontade, caímos os três quase desmaiados, tomamos um belo banho depois, então Roberto viu que realmente o que precisava de manutenção era só nosso tesão. Rimos um tanto nessa hora, mas foi muito bom.