VANESSA SE EXIBINDO EM UM BAR DA VILA MADALENA

Por: khi-saranda-1 11/07/2026 189526 leituras
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Para a felicidade do casal, no caso eu e Vanessa, para a minha esposa quanto mais o tempo passa, mais safada ela fica, principalmente quando se trata da oportunidade dela se exibir em público, como o fato ocorrido na sexta-feira passada, quando fomos curtir a noite, que até então deveria ter sido comportada, em um barzinho da Vila Madalena.

Devido a quantidade de assuntos ainda pendentes, precisei ficar até além do horário normal do expediente da agência. Chegando em casa, encontrei Vanessa já toda produzida, sandálias de salto, minissaia e blusinha, prontinha para a noitada, sem imaginar que naquela noite ela ainda exporia sua suculenta buceta. Entrei, uma bicota de boa noite, um banho rápido, um perfume, uma roupa legal, tudo a fim de fazer jus à minha deliciosa companheira.

Quando ela entra no carro, eu a beijo e, me aproveitando dela estar de minissaia, levo a mão até suas coxas, percebendo pelo toque que a safada não está usando calcinha. Dou uma levantadinha na sua sainha e me deparo com aquele show de buceta, depiladinha, revelando pelo brilho a excitação da minha putinha.

Paro meu carro na frente do bar e o primeiro a se esbaldar com a belíssima visão das coxas e do bucetão dela foi um dos manobristas, pois assim que ele lhe abriu a porta do carro, Vanessa me abre bem as pernas e sai do carro sem se importar se a buceta estava a mostra.

Sua entrada foi de cinema, com a maioria dos homens, calados e de olho admirando a minha gostosa chegando. Ocupamos duas banquetas altas no balcão, aguardando uma mesa vagar. Enquanto esperávamos bebendo cerveja, Vanessa deixava os caras que estavam nas mesas próximas malucos por ela. Isso porque a minha mulher, que estava sentada só com uma das nádegas apoiada na banqueta, de vez erguia um dos joelhos e punha seu pé no apoio do banco, deixando as coxas e a buceta aparecendo. Mas o auge da noite foi quando eu entrei no no banheiro e notei que alguém havia se masturbado lá, pois o vaso sanitário estava cheio de porra.

A essa altura eu já não queria mais nada. Para mim já bastava ficar só observando os olhares maliciosos daqueles pobres coitados que com toda certeza ao chegarem em suas casas renderiam a minha esposa uma boa punheta.

Logo depois Vanessa resolve que estava na hora de irmos embora, alegando que o tesão dela atingira o grau máximo, que estava com a buceta toda melada e que precisava urgentemente de dar pelo menos uma foda.

Em casa, transamos loucamente, aliviando o tesão dos dois.

Até a próxima.

Nando.

Sua imaginação também tem espaço aqui.

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