Algum tempo depois do início do namoro, no chat de um jogo pelo celular, conheci uma mulher chamada Noelia. Morava em Campinas-SP e, na época, tinha 41 anos. Eu estava com 29 anos. Depois de estreitar a amizade, o assunto tomou um viés sexual naturalmente. Ela estava recém separada e redescobrindo o sexo, segundo suas palavras. Não demorou muito marcamos de nos encontrar.
Fui de ônibus para Campinas com a desculpa de fazer um curso de final de semana.
Conhecer Noelia foi uma grata surpresa. Estava linda, um pouco mais baixa que eu e com um corpo muito gostoso, de mulher feita. Tudo no lugar e sem exageros. O sexo foi incrível. Ela adorava foder e estava aberta à novidades. Introduzi o sexo anal em sua vida e ela ficou viciada. Estávamos indo muito bem.
Fizemos de tudo e ela se mostrou uma chupadora de rola de primeira categoria. Sem pressa, com pressão na hora certa e com uma sede de porra que me deixou amarradão. Não preciso dizer que minhas visitas à Campinas se tornaram mais frequentes e acabei abrindo o jogo para minha namorada, que foi redirecionada ao posto de ex-namorada.
O sexo com Noelia se tornou espetacular e intenso, não tínhamos nada que não pudéssemos compartilhar. E foi justamente nesse momento que contei pra ela do meu relacionamento com Jonas e Nathalia. Contei sobre o triângulo e sobre o meu fetiche de chupar o pau do Jonas em todas as vezes que estávamos juntos. Tive medo de esfriar o lance com Noelia mas não queria mentir sobre isso. Até porque estava sentindo muita falta de chupar um belo pau e beber um leite quentinho.
Noelia adorou saber e me perguntou sobre essa minha tara, quis saber de rodos os detalhes. Depois de tudo explicado transamos muito e ela fez questão de tomar uma gozada na boca pra me beijar. Compartilhamos meu gozo e nos tornamos cúmplices de fato. Foi um tesão só.
Dois finas de semana depois, ao nos encontrarmos, ela me confidenciou que tinha combinado com um rapaz que já a tinha comido de nos fazer companhia naquela tarde de sábado. Falou que eu não ia me arrepender, pois me falou que o rapaz gozava muito. Ela já tinha contado pra ele da minha tara e, segundo ela, ele adorou.
À tarde, chega Fernando. Um rapaz de 21 anos, moreno, corpo normal e com mais de 1,80 de altura. Ficamos conversando e em pouco tempo estávamos nos pegando. Na verdade, eu e Fernando estávamos dando um belo trato na Noelia. Em segundos estávamos todos nus e Noelia mamando os dois cacetes. Em dado momento, Fernando me olha e me convida a ajudar Noelia a chupar seu pau. Pronto. Tudo estava no seu lugar.
O pau do Fernando não era enorme, era normal, parecido com o meu. Mas a cabeça era muito grande e bem escura, linda. Ele tinha um gosto delicioso e, para minha satisfação, ele tinha muito pré gozo. Delicioso. Eu chupava o pau enquanto beijava Noelia que revezava sua boca entre o pau do Fernando e o meu pau. Ela estava no céu.
A foda seguiu como deveria ser. Muita intensidade, muito vaginal e muito anal. Mais uma vez, nada de DP. Íamos nos revezando. Fernando teve uma atitude muito tranquila e segura durante essa tarde de foda total, apesar da pouca idade.
A melhor parte foi quando, depois de gozar sobre os seios da Noelia, passei a chupar sua buceta enquanto Fernando a estava fodendo com vigor. Claro que eu lambia o saco e o pau dele e, em alguns momentos, tirava o pau de dentro pra chupar e sentir o gosto dos dois na minha boca.
Quando Fernando começou a anunciar seu gozo, eu e Noelia nos ajoelhamos em frente ao seu pau e assumimos a posição que seria rotina dali pra frente. Fernando punhetou seu pau umas três ou quatro vezes e soltou uns quatro jatos grossos e longos de porra sobre nossos rostos. Eu e Noelia nos beijamos apaixonadamente, nos fartando e dividindo aquele néctar.
Novamente estava formado um triângulo delicioso, que durou por volta de dois anos.
A única diferença do relacionamento com Jonas e Nathalia é que eu chupava o pau e bebia muita porra do Fernando em eventuais ausências da Noelia e vice-versa (o pau dele não baixava nunca), mas sempre com consentimento mútuo. Afinal, não havia espaço para mentiras.