116) JOVEM SERVENTE DE PEDREIRO

Por: andre-389 • 10/07/2026 • 289518 leituras
Capa do conto
... no terreno que da de fundo com o meu, estão construindo uma casa. A obra já está erguida e estão fazendo a lage do teto. Então é aquele desfile de homens todos os dia no alto da construção.

É um sobe balde com cimento fresco e depois desce de novo. Com o passar dos dias, quando me sobrava tempo de ficar lá em casa, eu ia para o fundo do quintal observar o movimento daqueles homens. Uns três dias eu marcando ponto ali no quintal, fui notado por alguns trabalhadores da obra, que passaram a se exibirem pra mim. Um dia roçavam o pau por cima da calça, noutro espreguiçavam bem de frente de onde eu estava, e um outro mais ousado passou a tirar a camiseta e ficar com parte do seu corpo exposto. Provavelmente para que eu pudesse observá-lo melhor.

Esses dias de festas de final de ano, as olhadas intensificaram mais sobre o rapaz que sempre tirava a camiseta e se mostrava pra mim. Era véspera do Natal, e num dia depois das 18 horas, portanto, finalizado o expediente comercial,o interfone toca, e quando vou atender a surpresa, era o rapaz que trabalhava na obra e se mostrava pra mim.

Rapaz: Boa noite moço, tudo bem com o senhor?

Eu: Boa noite jovem. No que eu posso ser útil? ( perguntei ainda sem intenção alguma ).

Rapaz: Tenho visto que há alguns dias o senhor tem observado eu e uns colegas ali da obra. Gostou do que viu? ( o rapaz me perguntou sem intimidação ).

Eu: Apenas observo vocês trabalharem. ( confesso que já estava excitado só com o início do papo ).

Chamei ele pra entrar para que pudéssemos conversar melhor. Ele entrou e sentou no sofá e eu sentei de frente pra ele. Me disse se chamar Welingtom, mas todos chamavam ele de Well, então assim passei a chamá-lo também. No que conversamos descobri que ele era servente de pedreiro, e estava há poco mais de um mês trabalhando ali naquela construção, onde seu tio era o mestre de obras.

Well, é um rapaz branco com a pele queimada de sol, cabelos escuros, lisos, olhos castanhos escuros, rosto quadrado, uma barba rala, mãos e pés grandes. Um pouco alto, ele falou que tem 1,87 cm, alto pra sua idade de 23 anos. Parecia um boneco gigante de Olinda hehehehe. não sei o certo, mas nem ele sabia o peso dele, chutamos 90 kg. Muito bem distribuídos por seus músculos e corpo, esculpidos com o trabalho de servente. E não poderia deixar de descrever sua chave mestra, seu cacete, branco, grande, cheio de veias, pesado, cabeçudo, bem rosado, babona, duas bolas grandes, um sacão. ( depois descobri que ele tinha 22 cm e era capaz de fazer estragos ).

Conversa vai, conversa vem, muito papo. Estava muito calor aquele dia, então o jovem falou:

Well: Você não tem umas cervejas aí pra gente tomar. Estou com um calor absurdo ( e já foi tirando a camiseta, revelando aquele peitoral musculoso e uma barriga definida com gominhos ).

Eu: Tem sim, vou até a cozinha pegar pra nós, aproveito e trago um tira gosto.

Fui na inocência buscar as cervejas ( sempre tenho umas na geladeira e outras de reserva ), pegar um salame, um queijo e umas azeitonas de tira gosto. Demorei quase nada, 5 minutos no máximo. E voltei pra sala, e ali tive um surpresa, o Well estava só de cueca, sem a calça e com o pau duro. E que pau! ( ele estava usando uma cueca cinza de algodão, e pela marca na cueca dele, era um pau babão.

Eu: O que é isso Well? ( claro que perguntei já sabendo que ali estava meu tira gosto ).

Well: Vim trazer seu presente de Natal. Você não acha que eu sei que é seu desejo. Pode cair de boca.

Não pensei muito, ajoelhei na sua frente, no meio das suas pernas. Comecei a cheirar sua virilha, depois parti pra sua cueca no rumo do pau. Já exalava um cheiro forte de quem trabalhou o dia inteiro, cheiro de macho.

Desci sua cueca e pulou no meu rosto aquele cacete duro. Cheirei mais um pouco e comecei a passar a língua na cabeça rosinha e babona daquele cacete, depois abocanhei aquele mastro todo de uma vez só ( arrancando suspiros e gemidos do jovem servente ). Babei naquela vara, chupei muito, colocava na boca ele todo, fazia garganta profunda e ele gemia com minha performance. Era um vai e vem gostoso, uma chupada de primeira. Logo ele anunciou que ia gozar e já foi derretendo porra na minha boca. Foram uns 5 jatos fartos de porra, densa e branquinha. Engoli tudo e não desperdicei nada.

Ainda tomamos as cervejas, conversamos mais, e combinamos de encontrar nos próximos dias. Aconteceu muita coisa nesses dias, transamos, chupamos, ele me apresentou um colega dele de trabalho ( transamos também ).

Enfim, estou vivendo dias intensos...

VOTEM, COMENTEM. Um baita quebra costelas em vocês.

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