2ª Festa de Casamento da Fernanda - 5

Por: patricia-118 • 12/07/2026 • 103341 leituras
Capa do conto
   Como havia prometido para dona Constance, nessa tarde a levei para passear na cachoeira e fomos a pé mesmo sendo um pouco distante da casa e no caminho todo passei as mãos nela todinha conversando animado falando muitas besteiras e ela participando e rindo muito.
   Percebi que ela estava excitadíssima e duas vezes parei num local escondido e enfiei a pistola na boca fazendo-a chupar e engolir minha porra e ela adorava.
   Quando estava já num local onde ninguém podia nos ver, a peguei no colo e meti na boceta de frente e em pé e caminhamos assim fodendo a boceta dela que segurava no meu pescoço com as pernas nas minhas costas e ria muito da situação.
   Na cachoeira ajudei ela descer da minha rola e entramos por trás da queda d´água e lá comecei foder a dona Constance.
   Há uma pedra enorme que se parece com uma cama embora dura e ela nua como eu deitou e abriu as lindas pernas para receber minha rola na boceta.
   Pincelei e enfiei tudo num só golpe que não foi sentido porque já estava melada de tanta pistola pelo caminho e fodi sem parar sem gozar.
   Dona Constance desceu da pedra e se pôs de quatro, separou as pernas e com o corpo apoiado na pedra separou seus lindos gomos me possibilitando meter toda rola na sua bunda gostosa.
   Encostei a cabeça da pistola e empurrei com força arrancando um pequeno gemido e segurando na cintura dela meti, cavalguei e gozei inundando o rabo dela de porra.
   Fiquei com a rola no cu dela um tempo e tirei para curtir a bela coroa sorrindo satisfeita mas, temendo que aparecesse alguém pois, não conheci bem o lugar como eu e as meninas.
   Dona Constance ficou brincando com minha pistola na mão enquanto conversamos e depois de quase uma hora pediu mais pistola, dessa vez deitada na relva molhada pelas aguas da cachoeira.
   Ergui suas pernas, enfiei a pistola todinha na boceta e soquei forte e fundo sem parar e ela gozava demais implorando que não parasse a cada gozada.
   Nessa posição mandei ela puxar as pernas para trás e meti no cuzinho dela que sempre geme ao passar a cabeça da rola e atolei tudo socando com prazer e força e gozei mais um pouco no fundo do cuzinho da sogrinha da Fernanda.
   Não precisei tirar a rola porque saiu sozinha cansada e satisfeita de tanto foder e dona Constance se deitou sobre meu corpo me beijando demais e fazendo muitas promessas implorando nessas palavras mais pistola nos dias que ficaria na fazenda e até me convidou para passar uns dias na casa dela.
   Não sei dizer quanto tempo ficamos deitados ali mas, quando e levantei ela ainda ressonava nua e pude apreciar aquele corpinho estendido e todo lambuzado de porra.
   Lavei a pistola na queda d´água e voltei perto dela que acordou e estava levantando e se espreguiçando, evidenciando os belos peitos e a abracei chupando os dois com vontade.
   Era quase cinco horas da tarde e nos preparando para voltar a peguei de quatro e meti no cu dela de novo forçando ela ficar com as mãos nos joelhos para eu foder o cu dela.
   Soquei muito e mais uma vez gozei no cuzinho dela e depois nos vestimos e voltamos para casa. Claro no caminho passei as mãos nela todinha e parei mais uma vez para ela chupar minha pistola.
   Espero que gostem, voltem e comentem. Obrigado.


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