Após o bolo ser cortado e servido, a festa começou a esvaziar e então Rodrigo me chamou e resolvemos ir embora para nossa casa. Despedimo-nos dos demais e seguimos nosso caminho. Seriam uns quinze minutos de caminhada até minha casa e no decorrer do caminho, voltamos a falar sobre o que tinha ocorrido na minha casa quando eu deixei-o tocar, beijar e chupar meus seios e ele disse que naquele dia quando chegou em casa teve de se masturbar de tanto tesão que sentira. Aproveitei e confessei a ele que também havia me masturbado quando fui deitar-me pra dormir, pensando na boquinha dele envolvendo meus peitinhos e me deixando com a buceta molhadinha. Acabamos ficando excitado com o teor da nossa conversa e ao passarmos entre dois carros para atravessarmos a rua, ele parou me segurou e disse que estava com muito tesão, pois eu estava uma delícia vestida naquela sainha e blusinha decotada, e antes que eu disse algo, segurou minha mão e levou-o até o cacete dele para que eu sentisse o estado que estava. Ele pediu para que o segurasse mesmo por cima da bermuda e assim eu fiz e pude constatar que realmente estava muito duro e muito pulsante. Ele então com a meiguice de sempre perguntou se eu não gostaria de senti-lo na mão de verdade, hesitei um pouco e quando ia soltando-o, ele insistiu e disse que eu estaria realizando outro desejo dele, perguntando se não merecia por sermos tão amigos e confiarmos tanto um no outro.
Disse-lhe que sim, mas ali na rua era meio esquisito, pois alguém poderia ver e ele insistiu e me venceu. Eu então disse que seguraria só um pouquinho e ele rapidamente abaixou o zíper da bermuda e sacou o cacete pra fora. Nem o vi direito, pois estava meio escuro, mas segurei-o com vontade e pude sentir o quanto duro era e o quanto pulsava. Ele pediu para eu passar o dedinho na pontinha e eu ao fazer senti que soltava um oleozinho da mesma forma que minha bucetinha soltava o melzinho dela. Comecei a punhetá-lo devagarzinho e sabia que logo ele gozaria, mas acabei tendo de interromper ao ouvir vozes e passos vindos na nossa direção. Mas uma vez fui salva pelo gongo, pois eu estava com a minha bucetinha queimando de tesão e também doida pra me agachar e enfiar aquele cacete dele que devia ter uns quinze centímetros na minha boca e chupá-lo pra valer até sentir o leitinho dele sendo derramado dentro da minha boca, como as minhas amigas contavam-me que faziam com os namorados. Ele se recompôs rapidamente guardando o cacete dentro da bermuda e mais uma vez ficou puto da vida por não chegar ao fim com o que desejava.
Continuamos nossa caminhada e ao nos despedirmos ele disse que outro dia terminaríamos o que começamos e eu apenas disse, quem sabe. Beijei-o como sempre no rosto e já fui entrando para minha casa, onde já no meu quarto pude ver o estado que minha bucetinha estava (toda meladinha) e minha calcinha ficou (molhadinha). Obviamente que ao deitar-me não resisti e me aliviei numa deliciosa siririca que me fez gozar gostoso e encharcar ainda mais o interior da minha bucetinha que continuava intacta, mas doida para receber um cacete dentro dela, mandando meu cabacinho para o espaço.
Espero que votem e comentem se gostarem realmente, que eu retribuirei da mesma forma, priorizando os que comentarem os meus contos (verídicos por sinal), pois eu adoro ler e escrever ficando bastante excitada e com minha buceta meladinha de tanto melzinho que produzo e começo a soltar pela minha racha a fora.
Beijos em todos.