Eu era pouco mais de que uma menina, quando conheci um homem, que tinha idade para ser meu pai, que me iniciou nas artes do sexo. Por conselho dele, comecei a me insinuar para todos os professores das matérias em que me dava mal. É lógico, que muitos preferiram fingir não perceber minhas intenções. Mas, muitas vezes eu consegui o que eu queria, e só eu sei como foi bom.
Meu nome é Talita, moro com meus pais, que são políticos, e não dão a menor bola para o que eu faço. A única coisa que eu sei, é que na hora certa, também vou me candidatar a virar política profissional.
Mas voltando a escola, esse ano eu tenho um caso com o professor Ricardo, de matemática. Como eu estava indo muito mal em Física, depois de quase um mês de conversa, acabei convencendo o meu amante a covidar o professor Filipi de Física , para articipar de uma de nossas festinhas. Eu sabia que ele já estava fascinado por mim, mas faltava só o convite formal. Combinamos tudo para o último período da manhã, e nos trancamos na última sala do quarto andar da escola. Acho que nunca tive tanto prazer em minha vida.
Eu me depilei toda para o encontro. Depois de me mostrar para os meus dois professores, eu sentei em uma das carteiras e me arreganhei toda. Enquanto apertava o pau de Filipi por cima da calça, Ricardo caiu de boca na minha buceta raspadinha.
- Você vai direto ao assunto. - disse Filipi.
Era a primeira vez que eu dava para dois homens ao mesmo tempo. E agi como se fosse uma veterana, para agradar meus dois mestres. Eu chupava o pau de Filipi , enquanto Ricardo, comia a minha bucetinha.
- Que fome , quero tudo ao mesmo tempo! - eu gemi com o pau de Filipi na minha boca. - Fode minha boca professor!
Eu era insaciável, e procurava sempre uma nova posição para aproveitar melhor da situação. De quatro, apoiada na carteira, eu rebolava, e enquanto Filipi traçava a minha buça, eu ainda aproveitava para sugar a avantajada pica de Ricardo, que a essas alturas já se segurava para não gozar logo.
- Devagar sua putinha. - pediu ele.
- Eu faço tudo o que vocês quiserem... - disse excitada.
Eu parecia uma engolidora de espadas, dando conta da dupla de professores, que não baixavam a guarda. Eu era uma aluna aplicada, pelo menos quando a matéria era sexo. Eu já estava me sentindo toda dolorida, de tanto levar ferro, mas nem por isso, eu negava fogo. Quanto mais doía, mais pica eu pedia, já que o prazer falava mais alto.
- Como vocês são grandes e grossos... Vou gozar! - gemi.
Chegou uma hora que eu não aguentei mais e fui obrigada , praticamente a implorar para tomar no cuzinho. Fui atendida imediatamente, pelo sortudo professor de Física.
- Quero levar na bunda! - pedia - Mete tudo no meu cu! Vem Filipi!
Eu sei como seduzir os homens, além de oferecer tudo o que uma mulher tem a oferecer para quem gosta da fruta. Eu estava sempre em busca de novas posições, para ficar mais á vontade , principalmente com dois machos.
- Só assim eu me sinto completa. - provocava - Com duas picas dentro de mim! - eles aceleraram as estocadas, um no cu e o outro na minha bucetinha. - Vou gozar! Caralho! - avisei gritando.
Depois que eu gozei como nunca, eu percebi que os dois estavam quase chegando lá, então pedi:
- Quero tudo na minha boquinha! Venham, me lambuzem toda de porra!
Rapidamente eu me desencaixei dos dois, e começei a mamar nas duas picas alternadamente, até receber um jato de porra na cara.
- Que delícia! Eu preciso disso cada vez mais. - disse lambuzada.
- Você concerteza é uma aluna nota dez! - elogiou Filipi.
Olha que tem outras histórias que ainda não contei hein!