A amiga tímida da irmã - 2

Por: felipe-248 • 09/07/2026 • 334644 leituras
Capa do conto
Era quinta de novo.
Ele estava sozinho na casa ao lado, onde havia se mudado recentemente. Tinha comprado o imóvel ao lado da casa dos pais pra ter mais privacidade — e agora, ironicamente, aquela privacidade podia se tornar ainda mais… excitante.

A noite estava abafada. Ele deixara as janelas abertas para circular o ar enquanto tomava uma cerveja no sofá, de camiseta larga e bermuda. O som da televisão era um ruído qualquer no fundo. Mas foi outro som que chamou sua atenção: um leve rangido vindo da janela da sala.

Quando olhou, o coração disparou.

Lara.

Ela estava ali, subindo com agilidade pela mureta e se enfiando pela janela com um sorriso travesso nos lábios. Cabelos bagunçados, short mínimo e um top colado que grudava no corpo como se fosse pele. Quando pisou no chão da sala, ele já estava de pé, encarando-a, surpreso — e completamente aceso.

— Você tá maluca? — ele perguntou, rindo, puxando-a pra dentro de vez.

— Maluca por você, talvez. — Ela se aproximou, olhos faiscando. — Eu tentei fingir que aquilo foi só uma coisa… um momento. Mas não deu. Eu me toco pensando em você. Toda noite.

A respiração dele falhou um instante. A cerveja foi esquecida na mesa.

— Você veio até aqui porque…

— Porque eu preciso de mais. — Ela se jogou nos braços dele. — E agora ninguém vai ouvir a gente.

Ele a puxou pela cintura e grudou seus lábios com fome. O beijo foi mais urgente que o da semana anterior — agora havia certeza, desejo acumulado, uma tensão que não precisava mais ser disfarçada.

Ele a prensou contra a parede, uma mão no pescoço, outra subindo pela coxa dela.

— Você entrou pela janela só pra ser fodida, é isso?

Ela arfou contra a boca dele, os olhos brilhando de tesão.

— Só se for bem fodida.

Ele agarrou o corpo dela e a ergueu no colo, levando até o sofá da sala. A jogou ali, arrancando o top com brutalidade calculada. Os seios dela saltaram livres, e ele os chupou com força, língua e dentes provocando gemidos altos e sem censura.

Ela o puxava pela nuca, enfiando as pernas ao redor da cintura dele.

— Me mostra que você pensou em mim também… — ela provocou, mordendo o lábio.

— Você não sai da minha cabeça desde a semana passada. — Ele desceu os beijos pela barriga, tirando o short e a calcinha dela de uma só vez.

Ela estava completamente molhada.
Aberta.
Pronta.

Mas ele não tinha pressa.

Passou a língua devagar, do jeitinho que sabia que a deixava louca. Ela jogou a cabeça pra trás, gemendo sem medo. Ele a chupava com maestria, firmeza, ritmo, olhando nos olhos dela quando podia.

— Porra… assim eu vou gozar de novo — ela sussurrou, os dedos enfiados nos cabelos dele.

— É isso que eu quero. Gosta quando eu chupo tua bocetinha assim?

— Caralho… gosto demais…

Ela veio com tudo, tremendo, gemendo alto, sem se importar com o mundo. E quando terminou, ofegante, ele subiu por cima dela, tirando a bermuda com um só gesto. O pau estava duro, latejando, sedento.

Ela passou a mão devagar por ele, mordendo o lábio.

— Quero ele inteiro. Devagar. E depois rápido.

— Manda quem agora?

— Eu mando quando tô por cima — ela provocou.

— Então sobe.

Ela montou sobre ele, encaixando o corpo com cuidado. Quando o sentiu entrando, fechou os olhos e soltou um gemido grave. Começou a cavalgar com lentidão, sentindo cada movimento, explorando a fricção, a conexão.

Ele segurava firme suas coxas, depois os seios, depois a cintura.
Ela gemia o nome dele.
Ele xingava baixinho, apertando, puxando, batendo leve na bunda dela a cada estocada.

— Vai gozar de novo, safada?

— Sim… porra… mete mais fundo…

Ele inverteu as posições e passou a meter com força, segurando os pulsos dela no sofá. Ela gritava de prazer. Eles suavam. Os corpos grudavam. Era selvagem, quente, um misto de luxúria e urgência que deixava tudo ainda mais animal.

Transaram por todos os cômodos da casa.
No chão da sala.
De bruços na mesa da cozinha.
Em pé no banheiro.
E terminaram na cama, esgotados, colados, suados e sorrindo.

Horas depois, ela deitada sobre o peito dele, brincava com os pelos do seu tórax.

— Acho que quintas-feiras estão ficando interessantes…

— A janela vai continuar aberta — ele disse, com um sorrisinho malicioso.

— Ótimo. Porque da próxima vez, quero experimentar algo novo…

Ele ergueu a sobrancelha.

— Tipo o quê?

Ela apenas riu, mordeu o lábio e sussurrou no ouvido dele.

Mas isso…
é história pra semana que vem.

Sua imaginação também tem espaço aqui.

Escreva o seu conto

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