A Balada da Puta Casada

Por: omicron-epta-3 10/07/2026 386520 leituras
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A Balada da Puta Casada
Camila entrou na balada como uma vadia em missão. O vestidinho preto era tão curto que mal cobria a metade da bunda. Sem calcinha, sem sutiã. Os seios pesados balançavam livres a cada passo, mamilos duros marcando o tecido fino. Marcos seguia atrás, pau já latejando só de imaginar o que ia acontecer.
Ela mal pisou na pista e já chamou atenção. Os quatro novinhos — todos entre 19 e 21 anos, altos, sarados, cheios de tesão — cravaram os olhos nela. Camila não esperou. Foi direto para o meio deles, levantou os braços e começou a rebolar como uma puta barata.
O mais alto, moreno de cabelo cacheado, grudou atrás dela e enfiou a mão por baixo do vestido sem pedir. Dois dedos grossos entraram direto na boceta encharcada.
— Caralho, a vadia já tá pingando — ele riu alto.
Camila gemeu, empinou a bunda e respondeu rouca:
— Então usa ela, porra.
Em menos de dois minutos o vestido já estava enrolado na cintura. Ela ficou praticamente nua no meio da pista lotada. Luzes estroboscópicas iluminavam os seios balançando, a boceta depilada brilhando de tesão e a bunda empinada. Os quatro cercaram ela como lobos.
Um deles puxou os cabelos dela pra trás e enfiou o pau na boca com força. Camila engasgou, babou, mas chupou com fome, garganta fundo. Outro ajoelhou rapidinho e lambeu a boceta enquanto enfiava dois dedos no cu. Os outros dois apertavam e estapeavam os peitos, deixando marcas vermelhas nos mamilos.
— Olha essa puta casada… o corno tá ali olhando — disse um deles, apontando para Marcos, que assistia de pau na mão, escondido no escuro.
Eles arrastaram Camila para o canto mais escuro, atrás das caixas de som, onde o som era ensurdecedor. Jogaram ela de quatro no sofá sujo. O primeiro novinho meteu o pau grosso na boceta de uma vez só, sem dó.
— Aaaahhh caralhooo! Mais fundo! Rasga essa boceta! — gritou ela, voz rouca de tesão.
Ele fodia com estocadas brutais, batendo as bolas no clitóris. Outro enfiou o pau na boca dela até o talo, fodendo a garganta sem piedade. Lágrimas escorriam pelo rosto de Camila, mas ela rebolava pedindo mais.
Eles começaram a revezar sem parar. Um na boceta, um no cu, um na boca, um batendo punheta nos peitos. Double penetration veio rápido: dois paus jovens e grossos entrando ao mesmo tempo na boceta e no cu, esticando ela ao limite. Camila uivava de prazer, corpo tremendo.
— Sou uma puta! Uma vadia casada! Me usem! Gozem tudo em mim! — gritava ela entre uma metida e outra.
O primeiro gozou jorrando forte dentro da boceta. O segundo puxou e gozou na cara dela, enchendo a boca e os olhos. O terceiro meteu no cu e descarregou fundo. O quarto fez ela abrir a boca e gozou direto na língua, obrigando ela a engolir enquanto olhava nos olhos.
Mas não parou. Eles viraram ela de costas, pernas abertas no ar. Dois paus entraram na boceta ao mesmo tempo — double vaginal. Camila gritou de dor e prazer misturados, olhos revirando. Outro enfiou no cu. Ela estava completamente preenchida, três paus metendo ao mesmo tempo enquanto o quarto batia o pau na cara dela.
Porra escorria de todo lugar: da boceta, do cu, da boca, dos peitos, do queixo. O vestido estava destruído, maquiagem borrada, cabelo grudado de suor e esperma.
Mesmo assim, Camila ainda queria mais. De joelhos, cercada pelos quatro paus ainda duros, ela olhou pra cima com cara de puta destruída e pediu rouca:
— Me deem mais… quero levar porra no cu, na boca, na boceta… quero ir embora pingando de vocês, seus novinhos safados.
Eles sorriram. Um deles segurou o cabelo dela e disse:
— Então abre tudo, vadia. A noite ainda nem começou.
Marcos, no canto, gozou pela segunda vez só de assistir a esposa sendo usada como um buraco coletivo pelos quatro garotos.
Camila sorriu, boca cheia de porra, e sussurrou:
— Vem, corno… depois você limpa tudo com a língua.

Sua imaginação também tem espaço aqui.

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