Eu sou teu escravo sexual Senhora. Minha boca te pertence. Minha língua te pertence. Quando mandar eu vou me ajoelhar entre tuas pernas e lamber sua buceta sem pressa, gostoso, minha língua vai passear entre os lábios dela, vai descobrir a vagina, brincar nela, depois vou subir com a língua até o grelo, passear pelo grelo, pressionar ele, gostoso.
Enquanto eu falava isto, a câmera mostrava meu pau inchando naquele cinto de castidade. Porque meu desejo era imenso em te obedecer direitinho.
Depois ainda mandava eu virar de costas e abrir bem minha bunda para que visse. E mandava eu oferecer meu cuzinho.
Sim senhora, por favor, pode me comer.
Mas a Senhora queria que eu implorasse. Sim. E eu tinha que implorar ali mesmo trancado, para que me usasse. Para que me comesse.
Fazer tudo isto, era algo que me dava muito tesão, e eu sentia que estava me treinando para ser mesmo um escravo sexual, que quando tem desejos, quando esta com vontades e muito tesão, entra, manda eu abrir a cam e me oferecer. Até que seu gozo chegasse e se sentisse saciada.
Tinha dias que mandava eu trabalhar com um plug enfiado no meu cuzinho. E eu tinha que me acostumar a trabalhar assim, porque queria e pronto. E quando menos eu esperava, entrava on line, mandava eu mostrar, e se eu demorasse muito, acabava desconfiando de que eu não estava obedecendo. Então tinha de responder imediatamente.
Como me dava prazer obedece-la. E como me dava tesão sentir que era apenas um brinquedo teu, que iria se divertir e usar apenas para ter tesão, gozar gostoso. Ficar saciada.
Não demorou muito para que descobrisse que eu sentia prazer com a dor. Então, começou a explorar em mim formas de testar meu corpo para que eu sentisse dor e prazer.
E quando te obedecia ao vivo, via a Senhora se tocando, só de me treinar assim.
Foi muito gostoso sentir isto por dias e semanas. Até que um dia, entrou no chat para conversar comigo como amiga. Comentando comigo, que sentia um prazer extremo comigo, e que queria me conhecer de forma real.
Eu estremeci. Mas meu pau inchou dentro da calça, com a ideia de que iriamos nos conhecer. Porque uma das regras que eu tinha quando comecei a te servir foi a de que apenas iria se divertir comigo assim.
Quando comentou isto, meu corpo se encheu de extremo prazer e tesão. Mas foi clara comigo.
Vamos apenas tomar um café. Quero olhar teus olhos e sentir você na minha frente. Abri um sorriso imenso.
Me disse a hora e o local. Seria um shopping. E que apesar de ser um papo, queria que eu estivesse como desejava. Usando o cinto de castidade, a corrente presa nele, um plug no cu. E que a encontrasse no metrô.
Naquele dia, eu acordei cedo, com a inquietação de que a conheceria. Não me importava, como estaria vestida ou não, porque o simples fato de que estaria ao teu lado naquele dia me inquietava completamente.
Estacionei o carro, fui andando até o metrô sentindo meu pau preso. Sentindo o plug pequeno dentro de mim. A corrente esticada. Mas no bolso. E a ansiedade forte, mas quando a vi andando em minha direção abri um sorriso imenso. Nos cumprimentamos, e começamos a andar um do lado do outro. Não sabia de nada. Não sabia se conversaríamos por minutos ou horas. Apenas estar do lado da Senhora me dava um extremo prazer. E mesmo nos descontraindo, eu sabia que estava ali por ser teu escravo.
Entramos no carro onde percebi que a senhora se sentiu mais a vontade. E começamos a conversar. Olhando teus olhos, e sentindo que não importava nada, apenas estar ali, olhando ao vivo, vendo teus braços, mãos, as unhas pintadas, lindas, olhando as palavras saindo de sua boca. E nem imaginando o que aconteceria.
Apenas o fato de que me sentia um objeto de uso teu. E sorrindo começou a comentar sobre os momentos que falávamos e que aquilo dava um extremo tesão na Senhora porque me via obediente, e que sabia que tinha poder sobre meu corpo. E quando começou a falar aquilo minha boca imediatamente respondia o Sim Senhora... porque era algo natural. A Senhora percebeu isto. E os sorrisos trocaram lugar para o teu olhar de poder.
“Você me obedeceu? Está como eu mandei vir?” Quando ouvi tua boca dizer isto, imediatamente comecei a respirar diferente. Sim Senhora. E então continuou. “Descreva como está.”
Eu estou com o cinto de castidade, prendendo meu pau e saco, e uma corrente presa no cinto Senhora.
“hum. que delicia isto viu.”
E mandou eu continuar. hhhh. Nesta hora, eu já me inquietava por dentro. Enquanto já tentava me concentrar, sua mão, achou a corrente que saia da calça, e com carinho e devagar começou a puxar ela. E eu parei de falar, porque tinha que respirar fundo. Sentia aquela corrente puxar o cinto de castidade, pra tua direção.
E gemendo fui falando, que tinha no meu cu um plug anal, aquele que amava mandar eu mostrar na câmera. Aiiii.
E enquanto eu falava sua mão puxava a corrente. E comentou comigo que estava ali, porque tudo que falamos no chat, mexeu demais com tua mente, e com o teu prazer, e que a sensação de ser dona do corpo de um homem, de poder tocar onde quiser nele, de poder usar a boca, usar o pau, usar as mãos, usar a bunda, deixava você alucinada.
Conforme falava aquilo, me sentia mais submisso. Mais entregue.
Então, mandou eu abrir a boca. Imediatamente fiz. E colocou um dedo seu na minha boca, e imediatamente minha língua queria percorrer o dedo todo. Mas me deu uma bronca. Mandou eu parar.
Que tudo tinha de ser como QUERIA. TUDO. E que eu não podia nem pensar em fazer algo sem que mandasse.
Mandou eu abrir a boca, e por minha língua pra fora.
E seu dedo médio da mão direita entrou na minha boca e senti ele sobre minha língua. E desejava lamber seu dedo. Mas queria apenas deslizar o dedo na minha língua. Hummmm. E sem que eu esperasse, puxou aquela corrente, e meu pau pulsou, latejou preso no cinto. AAAAAAA.
E seu dedo foi descobrindo minha língua. Queria sentir minha língua molhada, melada, para imaginar ela lambendo sua buceta. Depois sem pressa alguma colorou outro dedo, o indicador. E os dois sentindo minha língua.
Depois de segundos assim minha saliva começava a escorrer pela língua sobre minha camiseta.
“Abre a calça, discretamente, e tira do short o cinto de castidade”.
Então ainda com seus dedos na minha boca, sem poder lamber eles, e minha saliva saindo da boca, melando minha camiseta, abri a calça. Puxei a cueca, a sunga, e tirei o cinto de castidade. Nele meu pau inchado tentava lugar contra aquele ferrinho que penetrava a glande.
E seus dedos saíram da minha boca sem que eu pudesse lamber eles. Apenas desejar.
E estes mesmos dedos, começaram a aperar as bolas, a cabeça do meu pau presa no cinto. Aaaaaa.
Eu gemia baixo. Mesmo no estacionamento, tudo tinha de ser muito discreto. A Senhora percebeu que ali, poderiam nos perceber. Então, mandou eu ligar o carro. E começaríamos um passeio. Durante este passeio, eu ficaria assim, com a calça aberta, o cinto pra fora do short. A corrente esticada, pela tua mão. Andando de carro.
Para a Senhora entender bem quem MANDAVA ali. E para eu entender bem, que o meu papel aqui era OBEDECER, DAR PRAZER, SEM RECLAMAR E DA FORMA QUE QUERIA.