A esposa nao quiz mais, dividi a amante.

Por: cxi-epta-1 13/07/2026 1238 leituras
Capa do conto
No último relato, manifestei o meu desgosto por minha esposa putinha não querer mais dar para meu amigo e assim me proporcionar o prazer que eu adoro. E ótimo escutar as batidas do saco de um homem na testa da buceta da minha mulher de quatro. Por isso, arrumei uma namorada e mais do que depressa tratei de propor para ela uma transa a três. Após uns dias relutando, como ela já estava apaixonada por mim, modéstia à parte eu transo muito bem, afinal para saciar minha esposa e preciso ser bom de cama. Após alguma investidas ela aceitou e marcamos o encontro. Convidei meu amigo de sempre e fomos os três para o motel. Aqui em BH e difícil entrar a três no motel e por isso ele foi no porta malas.
Quando chegamos no motel, minha namorada que também e casada ficou meio envergonhada pois ainda não havia caído a ficha que ela seria usada como putinha e deveria se sujeitar se quisesse ser minha amante. Meu amigo mais do que depressa, tirou sua roupa e pediu para ela abocanhar sua pistola, o que ela fez esquecendo sua vergonha inicial. Após esse momento ela se soltou e pediu para ser tratada como uma vagabunda, colocamos ela de quatro, eu por trás e meu amigo de frente eu socava a vara na buceta dela o que fazia a pistola do meu amigo quase engasgar nossa cachorrinha.
Após essa metida inicial me assentei numa cadeira de frente para meus parceiros e me deliciei ouvindo ela gemer na vara do meu amigo, que gostoso! como muitas vezes ouvi ele fazer com minha esposinha safada. A cada estocada na buceta da vagabunda eu aumentava a velocidade da punheta e cheguei bem de perto para ver o cacete do meu amigo deslizar para o interior daquele buraquinho encharcado de caldo, o que escorria para o cuzinho de nossa vadia. Após mais alguns minutos naquela posição vi meu amigo urrar e cair em cima da minha namorada.
Imediatamente pedi para ela se virar e enterrei minha vara naquela grutinha já esfolada pelo meu amigo e completei o serviço socando com muita força e inundei a bucetinha de nossa parceira com meu liquido quente e grosso.
Fomos os três para o banheiro e debaixo do chuveiro me coloquei por trás e segurei os peitos da puta para meu amigo chupar até ela gritar de dor, acho que ele mordeu aquele biquinho nunca castigado pelo marido dela. Começamos a brincadeira novamente e debaixo do chuveiro enfiei meu pau na buceta dela e ela encurvando para frente chupava meu amigo que estava fora do box. Corremos imediatamente para a cama e os três molhados começamos a brincadeira novamente, ora eu comia a bucetinha dela, ora meu amigo e fomos dividindo aquele buraco até eu gozar novamente e dar lugar para meu amigo se deleitar mais uma vez.
Com certeza não foi igual a minha esposa, mas na ausência dela, a nova putinha tem dado conta do recado. Uma outra vez marcamos tudo certinho os três, mas como não puder comparecer o jeito foi os dois irem sozinhos, mas isso é conto para um outro relato, pois ela me contou direitinho como tudo aconteceu e não resistindo bati uma punheta imaginando a cena.

Sua imaginação também tem espaço aqui.

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