A ESPOSA SANTINHA E O PADRE SAFADO

Por: landa-exinda-3 13/07/2026 78250 leituras
Capa do conto
Dona Letícia era uma senhora conservadora, religiosa e sempre prestativa casada com o Dr. Aldo Marques advogado de 50 anos, com bastante prestigio em uma cidade do sul de Minas Gerais, a vida corria como numa rotina dona Letícia uma senhora de 42 anos dona de casa, casada a mais de vinte anos e por uma presepada do destino não tivera filhos, tudo corria na normalidade. Numa tarde, Letícia recebeu um telefonema e avisou ao marido que estava no escritório na frente da casa onde moravam a vinte anos que iria à casa paroquial para tratar com as demais senhoras da cidade a missa do novo padre que substituirá o antigo, e lá foi dona Letícia, ela vestia um vestido do tipo tubinho preto que ia até dois dedos abaixo o joelho, ao chegar para a reunião de senhoras encontrou todas num alvoroço só, com relação ao novo padre da cidade umas diziam que ele era jovem demais para ser o pároco da cidade outras falavam que era natural, pois foi a escolha do Bispo e que tinham de acatar, dona Letícia que presidia o conselho das senhoras disse a todas que deviam dar uma pequena, mas remota oportunidade ao novo padre e se ele não correspondesse, ela mesma iria a Diocese falar pessoalmente com o Bispo, tudo resolvido, foi ela até a Casa Paroquial, comunicar o novo padre do dia e horário da sua missa inaugural, até então dona Letícia não havia visto ou falado com o novo padre que chegará no inicio da tarde e tinha ido descansar da viagem, ao entrar na sala da Casa Paroquial, Letícia solicitou ao jovem que estava sentado em uma poltrona que chamasse o padre Roberto que ela a presidente do grupo das senhoras gostaria de falar com ele, o jovem se levantou da poltrona e disse que ele era o padre Roberto, ela ficou admirada já que o mesmo era um jovem de uns 28 anos, 1,85m de altura e corpo atlético, moreno com olhos verdes e não estava vestido de batina e sim com uma bermuda e uma camiseta que marcava os seus músculos, ela ficou sem ação ao se deparar com aquela situação, mas disse ao padre que a missa havia sido marcada pra sábado as 20:00hs, ambos ficaram conversando por algum tempo e ela não tirava os olhos do padre, e o mesmo no final da conversa lhe disse que ela era muito jovem também para presidir o conselho das senhoras, e alem de jovem era muito bonita e que deveria ter todos os homens da cidade em seus pés, isto mexeu com Letícia que se despediu do padre Roberto e foi pra sua casa, passando os dias, padre Roberto se mostrava sempre atento às obras da igreja e a cada missa a paróquia lotava, dona Letícia estava encantada com ele cada vez mais, sempre arranjava pretexto pra ir à casa paroquial, e numa destas idas e vindas, foi que tudo aconteceu e começou a mudar na pacata cidade de Santa Rita do Sapucaí, numa tarde ensolarada de verão, dona Letícia foi até a casa paroquial e ao chegar deparou com padre Roberto vestido apenas com um short deste que se usa para jogar bola e sem camisa e todo suado, pois havia acabado de fazer exercício físico, ela ficou excitada assim que o viu e falou despudoradamente que se ele não fosse padre e ela casada, ela certamente perderia a cabeça ali mesmo, e ele respondeu o que ela faria com ele a mesma disse que se entregaria toda, ele chegou perto de Letícia e disse com uma voz suave e sensual que ela estava brincando com fogo, a mesma, despudoradamente respondeu que ela adorava brincar com fogo, pois desde que casara, nunca mais tivera prazer, pois com Aldo seu marido era só papai e mamãe e uma vez ou outra e desde que o viu pela primeira vez, sonhava com ele fazendo loucuras, maliciosamente ele perguntou que tipo de loucura era e ela passando a sua mão entre as pernas disse ao padre você quer ver o que esta fazendo comigo todos estes dia, toque aqui e sinta como eu estou toda cheia de tesão por você, meu padre gostoso, disto pra um beijo ardente foi um pulinho só, e logo os dois estavam nus e entregues a luxuria só, Roberto a beijava freneticamente o pescoço, passando as suas mãos em sua bunda, coxas e peitos indo pro quarto dele, ao chegar ao quarto foi logo chupando aquela xototinha de Letícia e a mesma falava pra ele chupar todinha e que a mesma queria sentir a sua pika toda dentro dela, Roberto se levantou e como sua pika já estava estourando de dura colocou próxima da boca de Letícia que já mamava como uma bezerrinha faminta, depois disto a colocou de quatro e pincelando sua pela na chapa de Letícia, meteu tudo de uma só vez, fazendo com que ela rebola-se cada vez mais e gemesse pedindo pra ele enfiar mais fundo, que ela queria gozar gostoso na pela do padre, sentindo que ela já havia gozado retirou o pau da buceta dela e pincelou no cuzinho dela que em vez de encontrar resistência por parte de Letícia, ouviu mete sua pika no meu cuzinho que hoje to sedenta de vontade de dar, pois o corno do Aldo não me fode há muito tempo e você meu padreco gostoso ta me fazendo mulher novamente, Roberto meteu toda sua pika no cu de Letícia, que a cada estocada que ela levava no cu pedia mais e mais ate que Roberto gozou forte no seu cu enchendo de porra depois disto foram tomar um banho e no banheiro tudo começou de novo, só parando quando o sacristão os flagrou, dizendo pelo amor de Deus que eles estavam fazendo, maliciosamente Letícia se lançou pra cima do sacristão rasgando toda sua roupa e abocanhando o pau do coitado, chupando com muita força e vontade, ate deixa-lo de pau dura enquanto chupava o sacristão pediu para o padre que metesse em sua buceta, e que ela seria fodida por dois machos naquele dia, e nisto foi se a noite toda, ate que Aldo e o Delegado chegasse à casa paroquial pra saber do padre Roberto o paradeiro de dona Letícia, flagrando-os em plena dupla penetração. Foi um escândalo só na cidade, mas isto é outra estória, que fica pra depois.   
               

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