A filhinha do meu amigo tem onze anos e está me seduzindo
Tenho um grande amigo, que agora se tornou meu sócio. Temos a mesma idade, 65, com diferença de meses e estamos os dois separados. Eu moro só, mas ele acabou ficando com a guarda da filha, de 11 anos, por conta de problemas da ex mulher.
Na verdade, ele não é pai biológico da menina. Ela é fruto de um relacionamento que a mãe teve com um homem, quando estiveram separados pela primeira vez. Por amor à ex mulher, ele aceitou a situação, registrou a menina em seu nome e, com o passar do tempo, criou um verdadeiro amor paterno pela garotinha.
Ele é estrangeiro e a ex mulher, negra. A menina é mulata, linda. Tem onze anos e cerda de 1m60 de altura. É magra, tem as coxas compridas e a bundinha bem saliente – como toda mulata – e os seios, agora é que estão despontando, São dois pequenos montículos e os mamilos, ainda infantis. Dois carocinhos, como sementes de mamão. Também tem um rosto e sorriso lindos. Uma beleza exótica.
Por sua criação, e pela situação de criar sozinho a filha, poucas pessoas frequentam sua casa. Poucas, não, apenas eu e mais um outro amigo, que vai pouquíssimas vezes, e minha ex mulher.
Por conta dessa pandemia e sem aulas escolares, Pedro – esse é o nome de meu amigo, decidiu deixar a filha com a mãe, numa cidade do litoral. Lá ela tem primas e um irmãozinho e ficaria melhor do que trancada em casa.
Nicoly, a menina, sempre foi muito ligada ao pai e também a mim, já que só tem amiguinhas na escola. Sempre conversa comigo, mostra as coisas e os desenhos que gosta de fazer. Dias atrás, Pedro quis visitá-la e fui junto. A ex mulher de Pedro mora no litoral e ficamos em sua casa por quinze dias.
Já há uns três meses sem vê-la, pude perceber que Nicoly estava diferente. Seus seios já se mostravam em desenvolvimento. Ainda pequeninos, mas já dois montinhos no peito. E também as coxas, mais grossas e a bundinha maior e mais redondinha. Nunca a olhei com malícia, mas notei que a garotinha estava se tornando uma linda adolescente.
Como citei, a menina conversa muito comigo e me mostra seus trabalhos manuais e desenhos. Mas, desta vez, notei algo diferente: ao me mostrar suas obras, se encostava em mim, coisa que não fazia antes. Encostava o corpo no meu para me mostrar desenhos e artesanatos. Às vezes, para mostrar, se virava de costas e colava a bundinha em minhas coxas. Também apertava o “projeto de seios” em meus braços e olhava para minha braguilha, coisa que nunca fazia.
Certa vez, eu tomava um copo de cerveja, distraído, e ela veio me mostrar algo no celular. Sem que eu percebesse, chegou, colou a bucetinha em minha mão, que estava largada ao lado da perna e me mostrou o celular. Meio que me assustei e fiz menção de tirar a mão, mas ela apertou mais o corpo no meu e prensou minha mão com sua bucetinha.
Pude, então, sentir o calor e a maciez de seu “capôzinho de fusca”. Gordinho, macio e quentinho. Quando percebi, estava de pau duro. Não pude segurar, foi mais forte que eu e minhas convicções. Ao sair, Nicoly deu mais uma apertadinha com a buceta em minha mão e saiu. Deu uns passos e se virou para me perguntar se eu queria mais cerveja, mas, na verdade, queria olhar para ver meu pau e notou que estava um volume na calça.
Voltou com uma garrafa de cerveja, encheu meu copo e disse. – “Tio, você merece. Te adoro”. Me deu um beijinho no rosto e foi brincar com o irmãozinho. Mais tarde, no banho, tive que bater uma lembrando o acontecido e gozei muito.
No outro dia, Pedro e sua ex iriam ao mercado fazer compras. Sempre íamos todos, aproveitávamos para tomar uma cerveja e Nicoly e o bebê, sorvetes.
Dormíamos, Pedro e eu, no mesmo quarto e sempre acordamos cedo. No sábado, logo cedinho, Pedro se levantou e me disse para nos arrumarmos para o mercado, mas preferi ficar, achando que todos iriam e eu ficaria sozinho para assistir um pouco de tv.
Saíram e ainda permaneci um tempinho na cama. De pois me levantei e achando que estava sozinho em casa fui ao banheiro. Abri a porta e Nicoly estava lá, sentada ao vaso, fazendo xixi. Pedi desculpas e saí. Ela saiu do banheiro e lhe disse que precisava trancar a porta e que pensei que ela tivesse ido ao mercado.
- “Não quis ir. Preferi ficar em casa”, me respondeu e emendou: “Quer café? Minha mãe deixou pronto para você”. Fomos à cozinha, peguei café e um pão, me sentei e me servi. Nicoly permaneceu a meu lado. Fiquei olhando para ela e seu corpo. Estava com um shortinho de tecido estampado, larguinho nas pernas e uma camiseta branca de alcinha que marcava os carocinhos e os “montinhos” de seus pequeninos seios. Estava um tesãozinho.
Quando terminei o café, lavei os talheres que usei e, antes que saísse da cozinha, lá veio ela, com o celular nas mãos. – “Tio, olha as fotos que tirei”. E veio se chegando. Abaixei a mão e deixei ao lado da coxa, pensando: “Vamos ver o que ela quer”.
Não deu outra: veio e encaixou a bucetinha nas costas de minha mão, os peitinhos no meu braço e foi me mostrando as tais fotos. Deixei assim para curtir um pouco aquele montinho quentinho e macio. Meu pau cresceu na hora.
Então, testei. Dei uma chegada mais forte com a mão em sua bucetinha. Ela sentiu e retribuiu. Depois, se virou e, “para eu ver melhor as fotos”, encostou a bundinha no meu pau. Sentiu o volume e se encostou mais.
Fiquei louco. Daí, com pretexto de mostrar detalhes nas fotos, colocava a mão na tela do celular e ao voltar, a passava, de leve, em seu peitinho. A cada passada de mão que dava em seu peitinho ela apertava mais abunda no meu pau.
Então a peguei pela cintura e ajeitei sua bunda na minha rola, que estava dura como uma estaca. Puxei, apertei e fiz com que meu pau pulsasse. Ela sentiu e jogou mais a bunda nele. Então a abracei e coloquei as duas mãos em seus peitinhos, apertando de leve os biquinhos.
Ela abaixou o celular e se entregou. Ficou apenas curtindo a rola dura roçando sua bundinha e os carinhos nos peitinhos. Ficamos assim um pouco, dei uns beijinhos em seu pescoço e sentia sua pele arrepiada, sua respiração e seu coração estavam acelerados.
Comecei a descer uma das mãos em direção à bucetinha e a toquei, por cima do tecido do short. Nesta hora ela gemeu baixinho. Enfiei o dedo entre suas pernas e apertei na buceta. Ela suspirou e apertou as pernas. Nessa hora tive um lance de sanidade. A afastei de mim e disse: – “Nik, pega uma água gelada pro tio, pega”.
Ela se virou, me deu um beijo no rosto e olhou para o volume em minha calça. Fui para a sala e me sentei no sofá, pensando na loucura que estava fazendo. Ela voltou com a água, me entregou e disse: - “Nossa, preciso ir no banheiro, tomar um banho”, e saiu.
Fiquei ali, no sofá, pensando na merda que havia feito e me prometendo que nada mais aconteceria, que seria somente aquela vez, afinal, ela tinha apenas 11 anos.
Mas não foi.
Para o texto não ficar muito longo, contarei em outro, como encontrei sua calcinha após seu banho e o que se passou nos dias em que estive por lá.
Obrigado pela atenção e até o próximo conto.
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