Uma noite, depois de irmos para o quarto Célio broxou e por mais que minha mãe ou eu nos empenhássemos em chupar seu pau ele não parecia responder as nossas bocas e acho que isso o deixou frustrado. Foi então que ele colocou minha mãe deitada na cama de bunda pra cima e apanhando seu cinto começou a bater-lhe. As lambadas no inicio não eram fortes, mas suficientes para que minha mãe soltasse pequenos gritos de dor e vou confessar que me deixaram tremendamente excitada. Aquela cena que pode ate parecer bizarra para alguns ensopou minha buceta de tal maneira que não tive outra opção a não ser me deitar na cama com as pernas abertas bem diante do rosto de minha mãe. Comecei então a esfregar minha buceta na sua boca forçando-a a me lamber enquanto percebia que Célio continuava a bater-lhe deliciado com a cena. Quando vi que seu pau estava duro como pedra lhe pedi da maneira mais natural possível que arrombasse meu cu. Então enquanto Célio literalmente arregaçava meu rabo me fodendo de uma maneira selvagem minha mãe se colocou atrás e usando a mesma cinta começou a me bater as costas e a bunda. Vou confessar que nunca gozei tanto e com tamanha intensidade e acho que os dois também não, porque depois daquilo acabamos por foder ate o dia seguinte.
O tempo foi passando e rapidamente eu já não era mais uma garotinha mas uma moça de corpo bem formado e que por onde passava arrancava olhares de desejo e cobiça e quase sempre de homens mais velhos, mas mesmo assim era em casa que eu me satisfazia sexualmente. Foi então que meu irmão retornou...
Não foi surpresa que Beto se transformara em um rapaz bonito e charmoso e como trabalha em construção tinha um corpo alto, esguio e forte o que confesso me despertou meu desejo. Ter meu irmão em casa no inicio foi um problema pra Célio que não viu aquilo com bons olhos e acho que intimamente ele sabia que não demoraria muito e eu acabaria na cama do meu irmão e isso não lhe agradou. O que aconteceu em uma noite algumas semanas depois de meu irmão voltar com certeza foi bem planejado por ele...
Por essa época eu ajudava no bar, servia os clientes e tentava a todo custo ficar longe dos homens e seus convites. (Célio deixara claro que eu e minha mãe éramos suas putas). Finalzinho da tarde fechei o bar e voltei para casa, atravessei o quintal e quando abri a porta da cozinha tive o que posso chamar de uma pequena surpresa.
Sentado em uma cadeira ao lado da mesa cheia de garrafas de bebida estava Célio completamente nu, mexendo no seu pau duro e observando Beto e mamãe se divertindo no outro lado da cozinha. Mamãe estava apoiada de quatro na pia, o vestido levantado enquanto meu irmão e seu filho metia na sua buceta por trás. Os dois gemiam alto e tal qual dois animais no cio tanto que o único que percebeu minha presença foi Célio. _Entra cadelinha que a festa já começou! Obedeci e enquanto caminhava para seu lado eu podia ouvir os dois se acabando na putaria:
_Isso... Ahhh... Que gostoso... Fode minha buceta... Fode! _Toma cadela... Não era pica que a senhora queria? Toma Pica! Quando me aproximei de Célio ele me deu um tapa na bunda e disse: _Senta esse cu no meu pau! Eu estava de saia então rapidamente me livrei da calcinha e obedeci deixando aquele caralho duro me penetrar a bunda isso sem tirar os olhos do meu irmão que socava com brutalidade a buceta de nossa mãe. Enquanto eu começava a me movimentar com o caralho de Célio não pude deixar de pensar o quanto nossa família era amante da putaria e como aquele homem se tornara o dono de nos três. _Você é minha entendeu? Disse ele segurando minha cintura e dando vigorosas bombadas no meu cu. Confesso que gozei... Gozei com a porra entrando no meu rabo e gozei mais ainda vendo Beto foder a buceta de nossa mãe que nunca pareceu tão puta como naquela situação.
Aquilo foi o inicio de uma nova fase em nossa vida familiar. De repente Beto passou a ocupar um lugar na cama de nossa mãe e agora eu passava noites e madrugadas escutando-os fodendo no quarto ao lado. Continua