–Não quer que eu lhe ensine como fazer com as meninas?
–Q... Quero. Você faria isto? Ensinar-me-ia?
–Só se você quiser.
–Quero...
Como ele nunca esteve com uma mulher eu teria que começar do começo sem o assustá–lo. Pedi que me desse espaço para eu deitar com ele. Deitei e fiquei de lado acariciando seu peito por cima do pijama. Aos poucos fui desabotoando e colocando–o com a blusa totalmente aberta. Como não sabia corresponder, somente ficou estático deixando que eu fizesse tudo. Ele só não sabia nada na prática, pois na teoria ele sabia muito bem o que viria pela frente. Cansamos de falar nisso quando eu o orientava nos prazeres do sexo. Essa tarefa foi deixada para mim, pois meus pais não tinham coragem de fazê–lo. Agora chegara a hora de meu irmão colocar em prática a teoria. Comecei com beijinhos leves em seu dorso. Fui aumentando e passando para mordidinhas de carinho. Até que dei uma chupadinha em seus mamilos. Aí ele se mexeu. Primeiro de cócegas e depois de prazer. Sua respiração também já era outra. Enquanto fazia isto fui levando a mão. Passei, sempre acariciando, pela sua barriga e cheguei ao baixo–ventre. Daí a acariciar seu pinto foi em segundos. E não era que o pinto do moleque já estava durinho. Peguei primeiro por cima da calça do pijama. Fiz movimentos de punheta tirando dele suspiros... Continuei e enfiei a mão por dentro da calça pegando diretamente naquele pinto responsável agora pela perda do meu equilíbrio mental; agora doida; maníaca; insensata. O pinto de meu irmão era realmente uma loucura e me provocava um tesão insano. Se soubesse teria pedido para pegar muito antes. O punhetei um pouco até sentir a cabeça de seu pinto apresentar as primeiras gotículas de seu suco. Então pedi que tirasse a roupa que eu iria tirar a minha também. Animadinho pulou rapidinho da cama e antes que eu tirasse a minha ele tirou a dele. Voltamos a deitar. Agora com nossos corpos desnudos colados um ao outro. Isto era mais excitante ainda. Apesar d’eu já ter passado por tudo aquilo, com meu irmão, talvez por estarmos infringindo as leis, estava sendo muito mais gostoso. Colada a ele continuei a manusear seu pinto. Ele se deliciava. Ajeitei–me e pegando sua mão a coloquei em minha bocetinha. Abri as pernas e deixei por conta dele agir. Primeiro passou a mão numa análise total. Minha boceta raspadinha, inchada, molhada o fez suspirar e buscar ar para respirar. Ser acariciada na boceta por meu irmão era uma gostosura. Era a primeira vez que fazia isto e então fazia com cuidado com medo de me machucar. Eu o animava não parando de bater–lhe punheta. Por fim eu estava louca de tesão e doida para mamar aquele belo pinto virgem. Tirei sua mão de minha boceta e deitei a cabeça em sua barriga. A proximidade de seu pinto ante meus olhos me transformava numa faminta de pinto. Passeio dedão no buraquinho de seu pinto. Confirmei molhado. Levei a boca. Lambi e depois abocanhei aquela linda cabeça. Suguei realmente faminta e cheia de tesão. Só alguns minutos mais tarde é que observei que meu irmão gemia e gemia alto, quase gritando de prazer. Um garoto que nunca teve seu pinto chupado, imagina como estava se sentindo? Acariciava seu saquinho, seus ovinhos e mamava seu pinto. Será que ele teria coragem de me chupar a boceta? Só vendo. Voltei a deitar–me colada a ele de costas, e busquei sua mão para acariciar meus seios que até aquele momento estavam carentes. Ele o fez com maestria. Meus mamilos endureceram. E para surpresa minha meu irmão os mamou. Coloquei os braços para trás e deixei–o livre para fazer o que quisesse. E o que quis foi uma delícia. Mamou meus mamilos; desceu dando beijinhos em minha barriga; ao chegar a meu baixo–ventre senti até tontura de tão carregada estava de meu tesão. Logo beijava o comecinho do meu reguinho da boceta. Era difícil aguentar. Eu queria gozar... Delicadamente passou a língua ali a poucos milímetros de meu clitóris. Eu queria gritar, mas me contive. O instinto de macho falou mais alto e a língua de meu irmão se tornou mais afoita. Abri as pernas e dobrei uma para ficar mais acessível. Meu irmão não se fez de rogado e me lambia por todos os cantos da boceta e incluía nisto o meu clitóris que colocava na boca e dava chupadinhas. Ele queria me enlouquecer. Onde ele aprendera isto?! Peguei–o pela cabeça e puxei indicando que queria que ele subisse. Veio como eu queria; Por cima de mim. O encaixei entre minhas pernas. Busquei com a mão o seu pinto duro que nem um pau e o orientei para minha boceta. Coloquei a cabeça na entrada dela. Meu irmão quieto me deixava fazer tudo. Um pouco de receio sei que com ele estava. Recuei as pernas dobrando–as. Coloquei as mãos em sua bunda e o empurrei contra mim ao mesmo tempo que o abraçava com as pernas. Do jeito que eu estava molhada, aberta, não ouve resistência. De uma vez só entrou tudo. Meu irmão me abraçou apertando–me contra ele num gemido rouco de prazer total. A primeira vez de um machinho; meu irmão. O instinto de macho fez com que ele, sem a minha orientação, entrasse com os movimentos de vaivéns. Eu estava sendo comida pelo meu irmão e que gostoso que ele era. Gemia e se esforçava fazendo com seu pinto se transformasse em um êmbolo indo e vindo dentro de minha bocetinha. Eu ira ficando cada vez mais tesuda. Já nem raciocinava mais, só querendo sentir o pinto de meu irmão a me comer. Mas como não queria que ele gozasse ainda –adolescente é muito ansiosos e rápido –, empurrei seu quadril para cima indicando que queria que tirasse. Tirou devagar, lentamente não querendo mesmo fazer aquilo. Queria ficar mais. O fiz se deitar de costas. Fui ao seu pinto todo molhado de mim, tremendamente duro e apontando para o teto, e o chupei. Meu irmão alucinou. Já estava sensível e, agora comigo o mamando, foi ao espaço. Chupei seu pinto durante um tempo e depois de ajoelhar-me, o colocando entre minhas pernas, o peguei – Nossa! Cada vez pegava ou tocava seu pinto um arrepio como um raio me cortava de cima a baixo – e o direcionei ao meu buraquinho de prazer. Com ele em posição, fui me sentando e deixando aquele mastro – Como estava duro! – entrar para dentro de mim bem lentamente, sentindo todo o prazer da penetração milímetro a milímetro. O fundo de minha boceta foi atingido. Meu útero sentiu a cabeça o tocando e vibrou. Cavalguei meu irmão, sedenta de sexo. De vez em quando seu mastro pulava para fora e eu o recolocava outra vez. Tomou a iniciativa de acariciar meus seios saltitantes. São médios, durinhos, mas cavalgando eles faziam movimentos para cima e para baixo... Comecei a gozar. Minha boceta mamava aquele mastro em busca de prazer. E foi em busca de prazer que senti o pinto de meu irmão entrar em convulsões. Sentia as esguichadas de esperma me inundando. Eu estava prevenida e, portanto não tinha importância que me inundasse com seu leitinho. E como inundou. Eram descargas e mais descargas me deixando maluca. Gozamos até a exaustão. Cansada me debrucei em cima dele e parei os movimentos ficando só sentindo as contrações que ainda aconteciam no pinto de meu irmão. Ele também se deliciava com as minhas. Com minha boceta mamando seu pinto. Seu pinto amoleceu, saltou fora e nos jogamos deitados ao lado do outro. Se pinto novinho, adolescente é bom, o do meu irmão é uma gostosura. Dia seguinte acordei primeiro que ele. Fui tomar banho e depois aprontar um lanche para a hora em que ele acordasse. Acordou mais cedo do que eu esperava. Entrou na cozinha e me abraçou por trás. Beijou meu pescoço e perguntou se depois teria mais. Estava tesudo. Ainda não se saciara o bastante. Dei-lhe uma resposta positiva incluindo levando a mão para trás e acariciando seu pinto que já ia endurecendo. Confirmei que mais tarde teria mais sim. Mais tarde e por um bom tempo. Eu ainda tinha muita coisa para ensinar a ele. E como ensinei...