No 14º andar, Ricardo acorda perdido, meio que se perguntando onde está. Cheiro de framboesa. Dormiu no carro de uns amigos que o deixaram em casa de madrugada, depois de uma festa de formatura. Ar a 16 graus. Ele sempre gostou de dormir assim. Edredon até o pescoço, mantendo o calor no meio do frio. O quarto escuro tem um breu pesado, que o mantém preso à cama, sem a mínima vontade de levantar um dedo para sair dali. De repente, de fora do quarto ouve uma voz rasgada:
- Ricardoooo, me ajuda aqui! Ricardooo, acorda peste!
É Catarina, sua única irmã. Ouvir sua voz faz Ricardo aterrizar, e perceber que está na casa dos pais. Lugar que vive desde que voltou de Dublin.
A porta se abre, e um feixe de luz invade o quarto.
- Cara, eu tô dando banho no hole, cuida do almoço pra mim?
- Tá, já vou.
Catarina sempre fora assim, centrada, prestativa, educada. Dona de um corpo esbelto. Poderia ser modelo se quisesse. Mas preferiu se dedicar á uma paixão pela biologia. Estava com a carreira em ascenção em uma multinacional. Morava com os pais por vontade de estar perto. E via no irmão um moleque que sabia aproveitar a vida.
Ricardo chega na cozinha, e a vê panelas acesas no fogão. Catarina está na sacada dando banho no seu gato em uma bacia. Ela usa um short de moleton, e uma baby look. As pernas e a barriguinha a mostra denunciavam seu gosto pela praia. Catarina mantinha um bronze carioca, mesmo no estado mais frio do país.
- Tá indo bastante pra praia né?
- Ah sempre que posso eu vou. Natureza né? - ela olha pra ele fazendo uma careta. - E tu, onde foi a farra ontem?
- Bah uma amiga estava se formando, a Flavinha, tu conhece né?
Enquanto falava com Ricardo, Catarina pensava no quanto poderia aproveitar mais a vida, mas não se dava o direito. As idas à praia sempre se davam por conta de seminários sobre biologia, os quais ela nunca deixava de participar. De quebra, passava na beira da praia.
- Esse gato tá me dando banho!
- Peraí, eu te ajudo aí - diz Ricardo solícito.
- Tá mas cuida pra não se molhar também né.
Quando Ricardo se aproxima, hole escapa das mãos de Catarina e sai correndo deixando no chão pegadas de espuma.
- Gato viado! Eu vou matar ele! - Catarina exclama, engraçada.
- Tu tem que arrumar um gato de verdade, tipo eu, olha só eu não fujo de vc - diz Ricardo ao mesmo tempo que passa a mão molhada no rosto de Catarina. Ela sorri, e sente um calafrio. Faz tempo que nenhum homem tocava nela. Percebe o corpo do irmão, feito em academia. Ele era um bon-vivant, e ela era atraída por isso.
- Cala a boca e me ajuda a pegar ele - exclamou ela, em meio a uma gargalhada nervosa.
As pegadas levavam ao quarto de Ricardo. Catarina brinca:
- Foi se meter nesse seu matadouro aí, tadinho!
Ricardo entra na brincadeira da irmã, e dando um beliscão de leve no braço dela, responde:
- Agora eu saquei o teu plano!
Os dois riem muito, enquanto Ricardo acende a luz do quarto, o bichano está embaixo da cama. Catarina se atira na cama:
- Ai, estou cansada!
Ricardo se abaixa para tentar alcançar hole, que o faz de bobo indo de um lado para o outro. Ele levanta e se joga na cama:
- Tu não podia ter escolhido uma tartaruga?
- Palhaço, eu gosto é de gatos.
Os dois se olham e riem. Catarina se debruça na cama para pegar hole que a espera no chão. Ricardo vê a bunda da irmã, dentro do short e pensa em como aquela mulher deve ser na cama. Ele não sente remorso nem culpa. Apenas vive a vida conforme seus desejos. Instintivamente puxa a irmã pela cintura. Catarina fala em tom sério:
- Para, mano, eu tô numa seca. Se tu soubesse não ficaria provocando.
- Deixa eu te ajudar aqui.
- Ricardo, a gente combinou que depois do Rio nunca mais...
Catarina se referia a umas férias tiradas pelos dois, onde foram para o Rio de Janeiro, e Ricardo a convenceu a irem numa casa de swing para conhecer. Lá se passaram por um casal, e acabaram transando com uma carioca.
Catarina acaricia hole, sem olhar para trás. O gato lambe as mãos da moça, ronronando.
- A mamãe cuida bem de vc né amor? - diz ela alisando o gato.
Ricardo entende a brincadeira, e passa a beijar seu pescoço bronzeado. O pau de Ricardo imediatamente enrijece. Pensar em sexo com a irmã por algum motivo o deixa louco de tesão. Catarina olhando para o gato se levanta, empinando a bunda para Ricardo, que tira seu short com leveza. A moça larga o gato no chão, empinando ainda a bunda para Ricardo, que a passa a lambê-la, como um gato no cio.
- Isso meu amor, assim que a mamãe gosta, vai, brinca nessa buceta.
- Assim, mamãe? - Ricardo se excita ainda mais imaginando que aquela buceta seja de sua irmã, que pode ser sua mãe ao mesmo tempo.
Catarina se vira, segura o rosto do irmão com ambas as mãos, e o beija com força. Uma mão desce até a cueca de Ricardo, e passa a punhetá-lo com vontade. Ela leva a mão no beijo dos dois, baba bastante a mão, e a boca do irmão, e volta a punhetá-lo, deixando seu pau com a baba dos dois.
- Deita que a mamãe vai cuidar de você, meu lindo - ela empurra Ricardo para trás, e vai procurando o pau com a buceta quente, que solta um fio de baba pela perna de Ricardo, que olha pra baixo e ao ver a cena, pega a irmã e leva em direção ao seu pau, que a invade enquanto Catarina revira os olhos e entre um gemido e outro, soca com força aquele pau para dentro de si.
- Tá gostando do pau do teu filhinho, mamãe?
- Tô muito, ele tá me arregaçando toda! - responde Catarina, satisfeita com a fantasia de duplo incesto, ao mesmo tempo esfrega o seu clitóris no irmão, com o pau todo dentro dela. E assim ela goza, tremendo todo seu corpo. Ricardo segura sua cintura e mantém o pau bem no fundo. Lembrou da última vez, em que ela gozara assim.
Ela sai de cima dele, e começa a chupá-lo com vontade. Olha para os olhos do irmão:
- Eu gosto de gatos que me enchem de leite, sabia?
Ricardo fica pasmo. Como poderia uma mudança tão forte na personalidade da irmã? Seja lá como for, o melhor que ele pode fazer é curtir oque aquela fêmea tem de mais marcante: o tesão.