Ao término de uma cirurgia de clipagem de aneurisma cerebral, onde eu manipulei por horas o arco cirúrgico, sou chamado no setor de ressonância para avaliar um exame de um paciente jovem que deu entrada com vários quadros de crises convulsivas.
Ele seria transferido para a neurocirurgia em outra cidade (por se tratar de SUS).
Após eu insistir que a imagem tratava-se de um GBM (um tipo de câncer cerebral), a equipe da clínica médica cedeu e contactou a oncologia.
Saí do setor e fui tomar banho. Depois fui lanchar.
Mal comecei a comer e me cumprimentam:
- E ae, Diego?
Olho e é Fábio já chegando e puxando uma cadeira para si, de frente para mim.
- Belezão? - respondi.
- Bom demais... Ae. Valeu por não deixarem transferir aquele paciente. Me disseram que você avaliou as imagens e disse ser um GBM. Realmente tem tudo para ser. Solicitei novos exames. Mas, seja como for, é uma massa tumoral.
- Ah. Os contornos pelas imagens e toda a clínica do paciente deixaram meio óbvio.
- Só pra você. Geral acreditava que tratava-se de AVC.
- Sério? Coitado do menino.
- É. Mas foi resolvido.
Fábio para de falar, olha para os lados vendo que não tem ninguém perto:
- Está de plantão 24h?
- Não. Saio daqui à pouco.
- Oh. Eu tbm. Rola de nos vermos?
- Já estou te vendo. Hehe.
- Palhaço. Haha. Você entendeu.
- Bora lá pra casa. Descansamos juntos. - chamei ele.
- Descansar é o que menos farei e o que menos deixarei você fazer.
- Eita, porra. Bora. Anda. Relógio filho de uma puta que não anda.
- Hahaha. Mas vou para casa dos meus pais rapidinho primeiro. Depois vou para a tua.
- Beleza. Enquanto a donzela se arruma, vou tocar algo.
- Filho da puta. Haha. Donzela é teu rabo. Mas e ae? Só na batera até hoje, né?
- Aham. Uma paixãozinha. Dae fiz um estudiozinho em um dos quartos.
Fábio quis saber mais do estúdio e mostrei fotos. Ficou doido para conhecer (ele sempre teve uma queda pelo metal).
Chegando em meu apartamento e nos direcionamos ao estúdio que Fábio tanto queria ver.
Entramos, afinei a bateria e toquei uma música da banda alemã de Oomph. Banda da qual eu estava estudando há mais de 2 anos com o intuito de decifrar todas as músicas na bateria.
Toquei a música Die Leiter e comecei a viajar na mesma. Sou o tipo de baterista que toca cantando, fazendo caretas e socando forte os tons (parte da bateria) e o surdo.
Ao fim, notei que ele me encarava bastante surpreso.
- Caralho. Você toca demais. Pooooorra. Você está desperdiçado. Vá fazer uma banda e ficar famoso, rapaz. – disse ele.
- Hahaha. Nem fodendo. Nunca dei certo com bandas por quê as pessoas não aceitam muito esta vertente do metal aqui nestas terras sul americanas.
- Mas as músicas que você colocou no carro e que tocou agora são muito gostosas. Realmente é um metal bem diferente. Mas bem gostoso de se ouvir.
- Em São Paulo, chamamos de “rock dançante”. Daqui uns 10 anos os sul americanos começam a se adptar ao estilo. E quanto a ter banda com músicas próprias, isto me dá até arrepios. Ser visto por muitas pessoas é algo que me repele imensamente. Nunca me vi em mídias e sendo conhecido por onde vou. É algo que me mataria...
Logo mudei de assunto, pois não queria falar de nada ruim neste dia. Sofro de agorafobia bem leve. Mas o suficiente para que eu me sinta “asfixiado” caso seja visto por cerca de 20 pessoas ou mais simultaneamente.
Me sinto bem apenas em multidões em shows de metal, do qual sempre vou (ou ia, antes deste apocalipse), pois é minha "tribo".
O que mostra que trata-se de um grau muito leve mesmo.
Como mudei de assunto rapidamente, não sei bem o que falamos. Fato é que Fábio me beijou com eu ainda sentado no tambor (banco da bateria) e segurando as baquetas. Foi um beijo bem intenso, forte.
Nisto, ele me empurra um pouco pra trás, e se senta em meu colo, de frente pra mim, voltando a me beijar.
Ambos estávamos de calça jeans. Com certeza ele estava desconfortável sentado daquele jeito, pois ele estava me “abraçando” com as pernas.
Logo meu pau ficou durasso. Mas ele nem devia ter sentido devido às calças.
Continuamos nos beijando, um acariciando o rosto do outro. A estas alturas, eu já havia jogado as baquetas no chão.
Ele para de me beijar e fixa os olhos em mim. Olho um pouco para cima (afinal, ele estava mais alto que eu por estar em meu colo) e dou um sorriso de leve.
- Você é muito bonitinho. E esta cara de safado ae? – fala Fábio.
- Eu safado? Jamais. – falei apertando a bundinha dele por cima da calça.
- É um santinho mesmo. Nada safadinho, né? Aham. Só tem cara de anjinho por conta dos cabelos e este rosto bonitinho. Mas é um safado sim.
Voltamos a nos beijar ardentemente.
Fiz o mesmo quando peguei ele pela primeira vez: Coloquei as mãos em tuas costas sob a camisa e fiquei acariciando aquele corpo quente e passando pela lombar, que tinha discretos e muito finos pelos loiros que desciam pra bunda.
Porra. Aquilo sim é o “caminho da felicidade”. E não na frente, no umbigo, como as pessoas falam. Bom demais acariciar a lombar e sentir os pelinhos fininhos descendo.
Fábio estava com muito tesão também. Notava-se pelo beijo.
E toquei bateria na frente dele. Notei com o tempo que tocar um instrumento é afrodisíaco para quem vê. Com esta descoberta, eu estava determinado a meter bastante em quem eu pegasse.
Fábio coloca as mãos por dentro de minha camisa e logo a tira.
Volta a me beijar, também acariciando minhas costas.
Tiro também sua camisa, que me revela novamente aquele peito liso naturalmente e magrelo. Porém, um peito meio definido de um magrelo (na parte 9 há uma foto dele).
Empurrei discretamente Fábio para trás, que se levantou.
Antes dele ficar na dúvida por quê o fiz, me levantei, desabotoei minha calça, desci o zíper, puxei a calça até metade da coxa, mexi um pouco na cueca e meu pau saltou pra fora.
- Vem cá. Beija ele. – falei.
- Ow, ele é muito bonito, cara.
- Pega pra você. – falei, balançando o pau.
Ele se ajoelhou e começou a chupar a cabecinha. Tua boquinha quente me fazia ter ainda mais tesão.
Comecei a acariciar tua cabeça, olhando ele chupar.
Fábio desce mais um pouco e volta, ficando nisto. Chupando cerca de 1/4 do meu pau e voltando pra cabeça, bem devagar.
Era muito bacana ver tua boca bem aberta devido ao meu pau.
E meu tesão só aumentava ainda mais com aquela boquinha quente e molhada.
Iniciei leves bombadas em sua boca, onde Fábio para de mamar e me deixa manter o ritmo.
Vendo que eu manteria o ritmo agora, tirei o tênis, meias, calça e cueca, ficando peladão (ele já havia tirado minha camisa).
Peguei ele pena nuca, trazendo-o de volta a meu pau que foi imediatamente abocanhado.
Agora, Fábio chupava mais rápido. Somente relaxei, separando bem as minhas pernas e colocando minhas mãos em minha nuca, olhando para alto e sentindo aquela mamada tão sedenta.
Parecia ter doce em meu pau de tão bem que ele mamava.
Sinto que Fábio inicia mamadas mais profundas. Abaixo a cabeça e o vejo mamando até metade e voltando.
Caralho. Eu estava nas nuvens já começando a me perder. Mas queria ainda manter algum controle para continuar sendo chupado.
Estava difícil, pois Fábio agora chupava meu pau, deixando-o muito molhado, e partia para o saco enquanto me punhetava, voltando a me chupar.
Ficava desta forma e eu já louco com aquilo tudo, gemia um pouco alto.
Fábio tem um grande dom em chupar. Mas ele não tentava passar da metade do meu pau.
Segurei tua cabeça com ambas as mãos e comecei a meter em tua boca.
Meu pau batia no céu de sua boca, onde Fábio dava um jeito de não me deixar colocar mais fundo.
Tirei tua cabeça do meu pau e comecei a roçar a rola durassa em seu rosto.
- Vai me mamar sempre? Hein? – perguntei com muito tesão e batendo com o pau na cara dele.
- Vou.
- Sempre que eu quiser? – falei mais alto e batendo com o pau bem forte em seu rosto agora. Fazia um barulho alto de tapa no rosto.
- Só você pedir.
- Eu não peço. Eu mando.
- Então você manda em mim.
Após ele falar isto, segurei tua cabeça e coloquei meu pau em tua boca, que logo abriu. Comecei a bombar em tua boca até onde ele chupava. Ele dava leves gemidos e segurava minhas coxas com muita força.
Comecei a bombar mais profundamente, passando um pouco da metade. Ele não engasgava, então continuei.
Fiquei metendo em tua boca até iniciar bombadas mais frenéticas.
O tesão começava novamente a me dominar e eu já estava perdendo o controle.
Vi que meu corpo não era mais de meu controle e me deixei levar, socando forte na boca de Fábio e o segurando com uma mão na nuca e outra em uma das orelhas.
Eu estava em outro planeta. Era incrível olhar pra baixo e ver aquele loirinho tão bonitinho recebendo uma boa pistolada na boca.
Logo ouço alguns engasgos. Olhei e eu estava metendo uma grande parte do meu pau na boquinha dele. Mas nem liguei. Entreguei meu corpo ao prazer e o tesão conduzia tudo.
Prazer este que pedia para eu foder este carinha. E meu corpo obedecia.
Dei uma forte bombada na boca de Fábio sem segurá-lo pela cabeça, o que fez ele ir um pouco pra trás. Perfeito. Agora ele estava entre a parede e eu. E iria levar pau como eu quisesse.
Voltei a socar em tua boca sem dó, só ouvindo os engasgos. Eu não sabia se estava dando tempo dele respirar. Eu só queria que aquela sensação nunca acabasse.
Movimentando minha cintura freneticamente, vi que saía lágrimas dos olhos de Fábio (por ele se engasgar demais, claro).
Decidi mostrar de vez quem mandava ali.
Tirei meu pau quase todo e fui enfiando devagar em tua boca, sem parar.
Ele começou novamente a engasgar após passar metade do pau, mas não parei. Fui metendo, metendo, metendo e senti o nariz dele encostar em meus pelinhos aparados.
Eu havia colocado tudo na boca dele. Caraaaaalho. Perfeito demais. Eu estava viajando...
Quando sinto um empurrão de Fábio. Meu pau saiu e ele tossia sem parar. Tadinho. Ele apontava para o chão, pois parecia sentir que iria vomitar.
Fiquei olhando aquilo com o pau durasso e todo molhado.
Ele foi parando de tossir e encostei tua cabeça na parede. Fábio não mostrou reação alguma. Ou seja, ele estava curtindo.
Voltei a colocar meu pau em tua boca devagar. Metendo, metendo, metendo e novamente vejo tudo em tua boca. Tiro metade do pau e meto devagar de novo.
Faço isto umas 5 vezes e inicio de forma mais agressiva. Vendo que Fábio não tinha saída, continuei metendo todo meu pau em tua boca, mesmo ouvindo os altos engasgos.
Este loirinho era meu e eu só queria que ele sentisse isto. Novamente ele me empurrou, mas não saí. Continuei metendo bem forte, sentindo teu nariz me tocar. Sentia meu saco em teu queixo. Sentia meu pau totalmente molhado e dentro de uma boca quentinha.
Meto fundo novamente e paro, segurando firme tua cabeça.
Sinto o ápice do prazer chegar e inicio fortes jatadas na garganta de Fábio.
Não sei quantas jatadas, mas senti umas quatro muito fortes, enquanto eu gemia alto.
As jatadas diminuindo, mas meu prazer não.
Eu só sentia meu pau mergulhado naquela garganta quente e minhas mãos em teus cabelos lisos. Eu de olhos fechados, gemendo.
Até que os jatos pararam e comecei a voltar a meu corpo.
Ainda com tesão, mas já com controle sobre mim, tirei meu pau da boca de Fábio.
“Puta que pariu. Eu não devia ter feito isto” – pensei.
O carinha tossia demais. Fazia menção de vômitos, mas saía porra e saliva apenas.
Até o nariz dele escorria.
“Caralho. Eu não posso perder o controle. Não é certo o que faço.” – novamente pensei, olhando assustado para ele.
Me sentei ao teu lado e acariciei tua cabeça.
- Velho, me desculpe. Eu estava com tesão demais. Foi mal mesmo.
- Só me deixe respirar. – responde ainda tossindo e ofegante.
- Tá. Fique calmo. Estou aqui.
Ele foi parando de tossir até cessar completamente. Eu totalmente assustado e com medo de Fábio não querer mais nada comigo.
Ele me olha com muitas lágrimas escorrendo e diz sorrindo discretamente:
- Só tenha mais cuidado, Diego. Ninguém consegue engolir um pau deste tamanho não.
- Me desculpa, cara. Eu nem sei direito o que fiz. Foi mal, velho. Me desculpa, vai?
- Está de boa. Você só precisa entender que existe um limite em seu pau que não deve ser ultrapassado ou você mata a pessoa asfixiada. Eu fiquei muito tempo sem ar e você não me deixava sair. Quanto mais eu te empurrava, mais você metia. Nem murro adianta com você.
- Não exagera, fiii. Eu veria que estaria fazendo merda se me desse um murro.
- É? Então por quê não parou? Eu devo ter lhe dado uns 10 socos na coxa.
- Sério? Você fez isto mesmo?
- Você é meio doido, não é? Não sentiu eu te esmurrar?
- Não, Fábio. Eu pararia na hora, apesar de estar meio que viajando.
- Você viaja demais. Você é tarado e gosta de ver dor na outra pessoa.
- Deita aqui. – falei puxando tua cabeça ao meu peito.
Ele deitou em meu peito e fiquei pensando no que ele falou.
“E se sou mesmo um louco que gosta de infringir dor? Eu fazia isto com Michel, mas ele adorava apanhar de mim e levar pau do jeito que eu quisesse.
Michel não conta. Eu realmente devo ser meio louco e gosto da dor alheia.
Mas será? Quero tudo de bom para quem gosto. Até para quem não gosto. Quem está comigo, quero dar muito prazer.”
Eu estava assustado, viajando em meus pensamentos, me avaliando.
- Que foi, rapazinho? – pergunta Fábio.
- Hum? Ah. Nada... – falei e tentei disfarçar com um sorriso.
- Agora você ficou cismado com o que falei, né?
- Ah... Mais ou menos. Eu só queria te dar prazer, saca? Mas eu sou mesmo descontrolado em alguns momentos do sexo. Eu não sei exatamente o que faço.
- Você é taradinho. Percebi em nosso primeiro dia. Você é um cara muito foda em tudo. Só sua “taradisse” que precisa ser revisada ae.
- Mas você está bem, Fábio?
- Depois de quase morrer asfixiado, diria que estou bem até demais. – responde ele rindo.
- Eu vou mesmo ser mais controlado, beleza? Farei o possível.
- Sei lá. É legal este seu jeito dominador. Só me assustei quando eu não conseguia mais respirar e você não saía nem com murros. Faça assim: você continua exatamente como você é. Só se controle mais quando eu estiver te chupando.
- Tá. Eu prometo retomar o controle quando ver que estou perdendo ele.
- E as outras pessoas? Ninguém nunca reclamou? Não é possível que sou o primeiro.
- Não é o primeiro não. Mas quem reclamou foram peguetes que não repetimos ou só ficamos por no máximo 3 vezes. Quem fiquei em lance sério, deixava eu fazer o que quiser.
- Deviam ser pessoas que curtem sentir muita dor. Eu curto também. Mas ser asfixiado, não. Haha. Agora pare de ficar sério. Não quero você assim.
- Beleza então. Vamos para meu quarto.
- Deite-se lá e me espere. Vou tomar um banho. Pode ser?
- Hum. Ok.
Não me ofereci para tomarmos banho juntos, pois ele logo me pediu para me dirigir a meu quarto e o esperar. Então ele iria, sei lá, meio que se higienizar. Acredito que tenha sido isto.
Ele quis tomar banho no chuveiro de ducha dupla porquê achou ele muito bonito e queria experimentar um chuveiro destes.
As pessoas tendem a acreditar que estes chuveiros são de luxo. Mas nem são. Na verdade, Michel quem comprou e instalou quando nos mudamos para o apartamento. Eu só havia visto isto em moteis. Tendo um é que fui ver que se trata de algo barato, bonito e que faz “chover” em você.
Eu fui para o outro banheiro e também tomei um banho, deixando tudo muito bem cheiroso. Sabe-se lá onde Fábio iria meter a boca. Teria que estar tudo perfeito.
Saímos praticamente juntos dos banhos. Ele enrolado em uma toalha e eu pelado, todo molhado.
- Ô maluco, você está molhando o apartamento todo. - disse ele.
- De boa. Depois seco. Esqueci de levar toalhas. E também tenho o costume de deixar me secar naturalmente.
- Diego, você tem umas manias muito doidas. Só me surpreende. Hahaha.
- Ué. Tenho tendência a ser naturalista. Haha.
- Percebe-se. Fica ae balançando este pau no apartamento todo. Vizinhança toda já deve ter visto. - disse ele enquanto estávamos na cozinha tomando água.
- Vê não. Eu não passo perto de janelas com cortinas abertas. Não quero que vejam minha bunda. Vai que filmam. Hahaha. Tá é loko.
- Ué. Mas o pau podem ver?
- Sim. Se eu tivesse certeza que minha bunda não seria vista, nem ligaria de me verem pelado.
- Velho, você é doido mesmo. Haha. Mas eu não gostaria que vissem teu pau não. Ninguém além de mim.
- Ué. Tá beleza.
- Desinstale o Grindr então. - pediu Fábio.
- Velho, desinstalei no dia em que lhe peguei.
- Está falando sério? Você é todo exibicionista. Não está mandando foto do pau pra ninguém?
- Não, velho. Sério. Bora lá pro quarto. - falei puxando ele pelo braço e continuei:
- Aqui o celular. - falei, entregando o celular desbloqueado.
- Eu confio em você. Deixe quieto.
- Só tem conversa com uns contatinhos ae. Mas eu falo que entrei em um relacionamento com eles para não trocarmos mais ideia. Só pra você ficar mais tranquilo. Beleza?
- Não vou mentir que sou ciumento. Mas não quero passar má impressão logo de cara. - responde Fábio.
- Velho, te contar um segredo: me dê sexo e você terá tudo de mim. - falei me encostando nele, ambos de frente, passando a mão em uma de suas coxas por baixo da toalha em direção à bunda.
Fábio logo me beija, me abraçando fortemente. Minha mão que se direcionava à tua bunda, imediatamente foi conduzida ao meio dela, onde fiquei acariciando enquanto nos beijávamos.
Sentia novamente o cheiro natural de Fábio. Um cheiro muito incrível que me recordo com recorrência.
Sentindo tua bundinha com aqueles pelinhos finhinhos em minhas mãos, teu beijo ardente e forte somado a teu cheiro, meu pau já estava a ponto de explodir.
Fábio o sentia contra teu pau, que ainda estava sob a toalha. Isto o fazia me abraçar mais forte. Eu também sentia o pau dele contra o meu.
Ainda beijando Fábio, peguei em meu pau e o forcei para baixo, fazendo ele passar por baixo do saco de Fábio, que ainda estava de toalha.
Meu pau pressionava muito teu saco e a cabeça dava roçadas em teu reguinho, que fazia Fábio dar leves gemidos.
Puxei a toalha que facilmente caiu no chão. Voltei a pegar forte em tua bunda com minhas duas mãos, o pau já posicionado por baixo de seu saco e comecei um discreto vai e vem com minha cintura.
Fábio gemia bem baixinho com isto. Mas tuas unhas estavam cravadas em minhas costas. Sentia alguns arranhões. Mas passar a cabeça do meu pau em teu reguinho, por baixo, é o que me deixava louco.
Continuamos assim por mais alguns minutos, quando ele para de me beijar, olhando fixamente em meus olhos, com aquela carinha de tesão e fala:
- Eu vou te dominar agora.
- Mas... Eu... mas...
- Está com medo? Gaguejando por quê? Hein, gostosinho?
- É porquê quero te comer. Quero muito, muito. Eu... eu meio que não sei dar e...
- Hehehehe. Besta demais. Quem disse que vou lhe comer?
- Você acabou de dizer. - falo, ele me dá mais um beijo e volta a falar com nós dois grudadinhos:
- Você precisa ser dominado por um cara que dê pra você. Dar pra você lhe dominando. Mandando no sexo.
- Não me amarrando, tô de boa.
- Ah. Sério? Queria te amarrar. - falou e nem me deixou responder.
Me empurrou na cama, onde caí deitado de barriga para cima.
Fábio sentou-se em minhas coxas, se curvou e voltou a me beijar, ficando assim por cerca de 3 minutos.
- Onde ficam tuas camisinhas? - pergunta Fábio.
- Ali. - falei, apontando para uma porta do guarda roupas e meio sem fôlego de tesão pela voraz atitude dele em me jogar na cama e mostrar o quanto queria me dar.
Ele se levantou e pegou 3 camisinhas que estavam juntas e o lubrificante, deixando ao meu lado e retornando a sentar em minhas coxas e me beijar.
Sinto que Fábio vem mais pra cima e se senta em meu pau, que ficou entre sua bundinha e meu umbigo.
Ele rebolava e continuava me beijando.
Eu estava durasso e louco para entrar nele.
Peguei em tua bunda com ambas as mãos e ajudei ele a conduzir tuas reboladas em meu pau.
Não durou nem 1 minuto. Fábio tira minhas mãos de tua bunda, ergue elas e as segura acima de mim, como se fosse me imobilizar.
- Hoje sou eu quem mando aqui. Você vai experimentar o que é comer um dominador. Este pauzão é meu e eu farei o que quiser com ele. -
- Não só o pau. O corpo todo é seu. - respondi.
- Eu sei disto. E vou usá-lo todo agora.
Nisto, Fábio sai de cima de mim e se ajoelha no chão.
Eu estava atravessado na cama da forma com que ele me jogou. Meio na diagonal, com as pernas no chão. Não sei se deu para entender em que posição fiquei.
É tipo quando você deita na cama mas não seguindo ela paralelamente, ficando com os pés no chão.
Quando fiz menção em me sentar, Fábio me empurrou de volta, me fazendo ficar deitado. Eu não o via.
Do nada, sinto ele levantando minha perna esquerda levemente. Algo úmido e quente começa a rodear meu pé esquerdo, perto do tornozelo.
Fábio estava passando parece que a pontinha da língua. Eita caralho de tesão da porra.
É um dos meus pontos fracos. Hahaha. E a vantagem é que a maioria dos gays curtem pés (pelo menos os que peguei).
Sinto ele segurando firmemente meu pé esquerdo e direcionando a língua aos meus dedos, onde chegou e começou a lamber cada um beeeem devagar até chegar no dedão. Retorna o caminho mas lambendo entre os dedos.
- Pezão bonito. Puta que pariu. Todo rosa de tão branquelo. - fala Fábio voltando com tua língua entre os dedos.
Sinto ele soltar meu pé para segurar a perna ainda na mesma posição e logo tua língua percorre a sola deste pé. Caralho. Se eu tocasse em meu pau, eu gozava.
Fábio lambe meu calcanhar e começa a subir tua língua nervosa em minha perna, molhando meus pelos.
Chegou no joelho e retornou pra baixo, chegando ao calcanhar e lambendo a sola do pé novamente.
Volta a subir a língua pela perna do lado oposto dela, chegando ao joelho e descendo novamente.
Fez estes movimentos umas 3 vezes em cada lado.
Na última subida, manteve a língua atrás do joelho, levantando ainda mais minha perna e lambendo minha coxa por trás.
“Será que este menino gosta de cu? E se ele quiser me comer? Nunca conversamos sobre.”
Eu e meu receio besta de dar.
Como sabem, não curto dar. Mas Michel me mostrou prazer nisto, não sei como. Com outros, não tenho vontade alguma.
Continuou passando a língua em minha coxa esquerda e ia subindo.
Com certeza ele tinha a visão de meu pau duro, meu saco e minha bunda meio de lado. Dava para ver o cu? Não sei.
Ele não para de subir tua língua e chega em minha bunda na parte esquerda, onde fica rodeando com a língua, sem ir para o meio.
Começa a descer tua língua novamente até chegar atrás de meu joelho e para.
Ele sai do chão, ajoelha-se em minha frente e vejo teu pau pequeno todo bonitinho beeeem durinho apontando pra cima e babando.
Ele pega minhas duas coxas e levanta mais alto, se abaixando e metendo a boca no meu rabo. Caralho. Que mira. Ele foi direto em meu cu com tua língua. Deu uma bela lambida e partiu para o saco. Poooorra. Que tesão.
Agora, chupando minhas bolas, eu via o teu cabelo loiro e já podia acariciá-lo.
Ficou chupando meu saco por uns bons minutos e senti tua língua chegar na base do meu pau e subir devagar, até chegar na cabeça.
Passava só a pontinha da língua, me olhando. Pego em tua cabeça para fazê-lo engolir meu pau, mas ele novamente joga meus braços para cima, mantendo a língua na cabecinha.
Este menino estava me deixando louco.
Queria tua boca engolindo meu pau. Eu estava sedento. E parecia ser isto que ele queria.
Fábio para de lamber meu pau e pega uma camisinha, tirando da embalagem.
Começa a colocar em meu pau, sem sucesso, pois ela não desenrolava.
>> ADENDO
Há uma foto em meu perfil em que estou com camisinha XG, com a mesma apertando muito o meu pau com a bainha vulcanizada, a boca da camisinha, que chamo de “anel”, antes de chegar na base, o que impede a circulação e causa muita dor. Foto muito antiga que tirei há cerca de 11 anos atrás a pedido de Leandro que estava ao meu lado e queria guardar uma foto do meu pau com camisinha. <<
A camisinha que Fábio pegou era minha, ou seja, XG, mas não entrava.
Mostrei a ele como colocar.
“Busuntei” meu pau de lubrificante e pedi a ele para abrir a camisinha antes de colocá-la. Depois eu tiraria o ar ( ensinamentos de Leandro).
Ele o fez e consegui colocá-la, desenrolando ela. Chegou na metade do meu pau, inicia aquela porcaria de dor que a camisinha causa por não se desenrolar toda e ficar formando aquele maldito “anel”.
Fábio conseguiu desenrolar mais e a camisinha desceu, finalmente.
Ele pega o lubrificante e passa na camisinha. Posiciona meu pau em tem cuzinho e fica brincando com ele na portinha de seu cu.
Eu não estava com muito tesão mais. Estava com dor no pau. Parecia haver algo errado ali. Além de interromper boa parte da corrente sanguínea, parecia ter outra coisa o machucando. Mas eu tentei suportar ao máximo enquanto ele brincava com meu pau em teu cuzinho. Mas não aguentei muito:
- Velho, espera um pouco. Tire a camisinha. Tem algo de errado. - falei.
- Eu tiro. Devo ter colocado errado.
- Aiiii. Buceta. Está doendo demais.
- CARAAAALHO, DIEGO. Teu pau está vermelhão. Que houve? Você é alérgo a látex?
- Sou não. Camisinha não entra mesmo. Tira isto, por favor. Vou ficar sem pau.
- Diego, eu já tirei.
Surpreso, ainda sentindo muita dor, olhei para meu pau que realmente estava sem camisinha. Ele estava muito vermelho mesmo. Mas é normal quando uso preservativos. O que tinha de diferente foi a marca que a bainha da camisinha deixou perto da base do meu pau. Estava um círculo branco, mostrando que apertou muito mesmo.
Fábio estava assustado com a situação.
- Preocupa-se não, velho. Já está passando. - falei, beijando ele.
- Como você come os caras?
- Com dor no pau. Eu preciso meter, né? Mas hoje aconteceu algo pior. Ah. Sei lá. Pegue outra ae e coloque.
Fábio fez da mesma forma anterior, conseguindo desenrolar ela, deixando a bainha ou “anel” uns 3 centímetros da base, pois não desenrolava mais.
Eu sentia a dor normal de quando uso preservativos agora. Dava para meter nele de boa.
Me deito e...
- Ah. Que legal. - fala ironicamente Fábio pegando em meu pau.
- Que foi, fiii? Sente-se no teu homem.
- Hahahaha. Eu vou sentar. Mas não com camisinha rasgada.
Olhei e realmente ela se danificou. Provavelmente quando ele abriu ela para colocar em meu pau. Isto já aconteceu com outros carinhas que peguei. Não foi erro deles nem de Fábio. Não é a forma correta de se colocar uma camisinha. Mas não tem outra forma comigo.
Fábio tirou a camisinha rasgada do meu pau e jogou no chão, sentando-se em cima do meu pau contra o umbigo novamente, olhando em meus olhos fixamente.
- Você é um cavalo, sabia?
- Sou não. Esta porra da indústria farmacêutica não se preocupa com quem tem o pinto um pouco maior ou menor. Ae teu homem aqui sofre. - respondi já com tesão.
- Mas eu gosto de seu pau assim. Todo bonitão, cheiroso, rosinha e que já leitou na porta do meu cuzinho.
- Então vamos brincar de novo como aquele dia?
- Você não ficou com ninguém depois de mim?
- Não... Ah. Pera. Fiquei. Mas o cara só me chupou. - falei, me lembrando do meu melhor amigo que havia me chupado. Mas no alto do tesão, com um cara todo lindão e gostoso sentado em meu pau, não raciocinei muito. Claro, não falei que se tratava de Thales.
- Ele só chupou mesmo. Mais nada?
- Mais nada, Fabim. - respondi já levantando minha cintura para roçar mais o pau nele.
- Meu gostoso. Mas temos que ter muito cuidado... - falou ele com puta tesão nos olhos sem completar.
- Eu sei. Mas só vou brincar contigo. - respondi já posicionando meu pau na portinha de teu cuzinho.
Peguei o lubrificante e passei mais ainda no meu pau, com Fábio em cima de mim, que pediu para eu não penetrar. Apenas “brincar”.
Reposicionei meu pau em teu cuzinho e ele gemeu, sentando um pouco mais forte. Porém, meu pau não entrou.
Ele voltou a me beijar e rebolar em meu pau, quanto reposiciono e coloco na portinha de novo, sem pararmos o beijo. Dobro os joelhos e forço devargarzinho e continuamente.
- Faz isto não. Eu não vou aguentar de tanto tesão. - disse Fábio se derretendo de prazer.
- Só a cabecinha. - respondi.
- Isto não cola mais, Diegão.
- Aquele dia só coloquei a cabecinha. Assim... - falei e empurrei com um pouco de força o pau em seu cu, que recebeu a cabecinha toda.
Ele gemeu de prazer e dor, mas não tirou meu pau. Fiquei metendo devagarzinho, com os joelhos dobrados. Fábio mordia meus lábios e língua de tanto tesão. Eu já estava começando a minha típica perda de controle por tesão elevado. Mas me lembrei que havia prometido a ele não mais perder o controle.
Mas eram apenas palavras. Eu não tinha o que fazer diante de um cuzinho apertando a cabeça do meu pau. Não aguentava mais e meti um pouco mais, apertando tua bundinha e sentindo tuas mordidas ainda mais fortes em minha língua, seguidas de um gemido de prazer.
“Vai levar pau a noite toda. Vou acabar com este menino.” - pensei.
Nisto, ele para de me beijar, pega em meu rosto e diz que quem mandaria neste dia ali seria ele, me dando um tapa no rosto.
Se ergueu para trás, me fez esticar as pernas, apoiou as mãos em meus joelhos e foi sentando mais, escorregando o cuzinho em meu pau.
- Ahhhhhh. Pauzão gostoso. Meu dotadinho. - disse ele gemendo.
- Vou acabar com este cuzinho apertadinho teu.
- E eu vou acabar com teu pau. - respondeu, escorregando mais em meu pau.
Iniciou um vai e vem da cabeça até metade do meu pau.
Ambos gemíamos demais.
O pau de Fábio batia em meus pentelhos aparados com este vai e vem dele (mais um sobe e desce).
O pau dele fazia barulho batendo em mim. Estava durasso. Aquilo me deixava ainda mais louco. Eu precisava arrombar este menino e mostrar quem manda.
Mas ele se apoiou em minhas coxas, esticou as pernas na direção da minha cabeça e reiniciou o sobe e desce em meu pau.
Do nada, levo um chute no rosto com a sola de um pé dele.
- Este pauzão é de quem? - perguntou ele me chutando de novo.
- É seu, Fabim, meu gostoso.
- SÓ MEU? - falou alto e me dando vários chutes no rosto muito mais fortes.
- Só do meu Fabinho.
Nisto, ele escorregou todo em meu pau, deixando enterrar tudo nele.
- Ahhhhhh, Diego. Meu homenzão. Vai ter que me foder todo dia.
- Quantas vezes você quiser, meu Fabinho. Enterrar 20cm em você toda hora.
Juntou ambos os pés em meu rosto, nas bochechas, fazendo muita força e começou a cavalgar, ainda apoiado em minhas coxas com as mãos.
Quando eu tentava dar alguma bombada em teu cu, levava fortes chutes no rosto. Fábio mostrava um semblante de mal somado com tesão quando me chutava.
Ele estava mesmo me controlando. E estava incrível aquilo.
Sentia teu cuzinho quente e já relaxado em todo o meu pau. Sentia e via teu pau durasso batendo em mim. Teus pés seguravam minha cabeça afim de me punir caso eu me mexesse. O cara gemia alto junto comigo.
Esta posição estava incrível. Eu fodia meu Fabinho sem nem me mexer. Meu pau até doía de tão duro.
Fábio foi sentando nele muito mais freneticamente, aguentando tudo. Quanto mais ele acelerava, mais meu tesão ficava incontrolável.
Sentia chutes em meu rosto. Mas eu não sabia se era punição por eu tentar bombar nele, pois eu não percebia se o fazia, ou se ele estava me chutando por prazer mesmo.
Seja como for, com tudo isto acontecendo, um belo pau pequeno, rosinha, batendo e babando em mim, com um sujeito tão bonitinho sentando e gemendo em meu pau, eu só sei que iniciei fortes jatadas no cuzinho dele.
Neste momento, dei uma levantada para que meu pau entrasse ao máximo. Rasgar mesmo o Fábio. Era jatada de porra com um orgasmo fodidamente intenso e chutes em meu rosto que só me davam mais tesão, me fazendo gozar ainda mais.
Gozei. E senti que gozei muito. Mesmo tendo gozado minutos atrás na boca dele.
Estiquei minhas pernas e relaxei, enquanto ele permanecia sentando e gemendo. Porém, agora ele batia uma para si mesmo, onde em uns 10 segundos, jorrou leite no meu peito todo. Tuas gozadas me faziam sentir no pau teu cuzinho piscando. Em meu peito e abdome, teu leite quentinho chovia. No pau, um cuzinho piscando, que foi diminuindo, diminuindo... até parar de piscar e tua porra agora só caía em meus pelos pubianos.
Fábio largou teu pau, jogou tuas pernas pra trás novamente, meio que se ajoelhando e me beijou. Desta vez, devagar. Meu pau ainda dentro dele.
Ficamos nos beijando por um bom tempo. Um beijo carinhoso e tão conexo que parecíamos namorados de tão perfeito que era. As línguas se entrelaçavam de uma forma como se nos beijássemos há anos.
Isto durou uns 3, 4 minutos, quando meu pai saiu voluntariamente de teu cuzinho.
Fábio parou de me beijar e deitou-se ao meu lado.
Me virei pra ele, me deitando de lado e ficamos nos olhando fixamente.
- Cara, você é uma delicinha. Teu corpo é foda demais. - falei olhando no fundo de teus olhos.
- Você é muito mais foda. Por isto sempre geral queria você. E ainda quer. Olhos azuis, cachos mais da hora que já vi, um corpo todo reto, pelos perfeitos, um pezão bonitão e muito bem cuidado, uma bunda branquela peluda durinha e este pauzão imenso. - disse ele relatando todo o meu corpo e com rostinho bem feliz.
- Hehehe. Bestinha. Não é pra tanto. Meus olhos não são azuis. São verdes. E as pessoas não conhecem meu corpo para me desejarem. Seu exagerado.
- Claro que conhecem. Quando você jogava na escola, teu pau devia ser bem visível na bermuda. Tua bunda também. E me lembro muitas vezes de você sem camisa indo para o vestiário ou trocando ideia com teus amigos.
- Eu era mais magrelo do que sou hoje, ô doido. Adolescentes não reparam em magrelos.
- Reparavam em você sim. Você que é lerdo. Você tem a quem você quiser, Diego.
- Velho, pare. Haha. Exagero da porra.
- Não estou mentindo, Diego. Desconheço um defeito em teu corpo. E vi ele todinho.
- E o seu? Tem algum? Não. Portanto, você tem o potencial de pegar quem quiser. Sem contar que você é mó lindão ae.
- Não quanto você. E deve pegar geral e não me conta.
- Eu não faço isto, fiiii. Gosto de ficar pegando uma pessoa só. Tanto que desinstalei o Grindr quando lhe peguei.
- Mas pegou outro cara como então?
Esta era uma pergunta da qual eu tive que pensar rápido, pois não iria falar do Thales.
Eu não queria mentir em nada, nada para Fábio. Mas nem tudo se fala também. Esperava então que esta fosse minha única mentira.
- Eu já peguei ele outras vezes. Trocamos ideia às vezes. Ae rolou de novo. - falei, infelizmente, mentindo.
- Hummmm. Mas se pegam sempre?
- Não, não. Não temos nada a ver um com o outro.
- Mas rolaram quantas vezes? Qual o grau de proximidade de vocês dois?
Eu precisava pensar rápido, pois ele parecia temer ser um cara que eu pudesse acabar tendo um lance sério. Decidi responder e logo cortar a conversa, soltando verdades para compensar a mentira atual.
- Eu não sei quantas vezes. Mas ele apenas me chupa. Sério. Nunca rolou nada demais e mal nos falamos. Ahhhh. Você me perguntou mais cedo com quantos fiquei depois de você. Falei apenas deste cara. Eu me esqueci de mencionar uma menina.
- Hummm. Mas só beijinho em balada?
- Não, não. Transei com ela aqui. Calma. Não fico trazendo pessoas a meu apartamento. Trata-se da minha ex.
Fábio se senta na cama meio assustado:
- Aquela mina linda do colégio?
- Uhum.
- Porra. Vocês ainda se pegam?
- Rolou 2 vezes há poucos dias, Fábio. Ela é uma grande amiga que adoro. Mas acabou rolando sexo. Ambos solteiros, saca?
- Mas e se vocês voltarem?
- Velho. Hahahaha. Eu gosto de pau. Gosto de pelos. Gosto desta voz grave sua. Impossível eu namorar uma mina novamente.
- Hum. Tudo bem. Nem temos nada e estou aqui lhe enchendo.
- Não está enchendo com nada. De boa. Pode perguntar o que quiser. Beleza? Prefiro assim.
- Olha, acho legal você gostar de mulher. Mas dá um medo de perder o cara pra uma buceta.
- Se tivermos algo, você nunca me perderá por ninguém. - respondi e logo lembrei de Michel. Já que as verdades estavam à tona, eu precisava falar de Michel para ele. Estava nítido que iríamos ter um lance sério. Ele precisava saber de tudo desde o início. Só iria manter o Thales fora desta.
E falei tudo. Expliquei que Michel (ele não o conhece) mobiliou tudo, morou comigo e eu o amei, assim como me senti amado.
Após uma pergunta de Fábio, eu disse que ainda sentia algo por Michel, mas que estava sumindo gradativamente.
Conversamos demais, onde ele se abriu também.
Pedimos algo, lanchamos e continuamos trocando ideia pelados na cama.
Fábio me deu mais uma vez da mesma forma, me “imobilizando” com teus pés e me punindo com chutes no rosto.
Dormimos e acordei de madrugada com ele me mamando. Gozamos e voltamos a dormir.
Transamos o final de semana todo.
Ao fim do domingo, ele foi embora tarde da noite e eu fui dormir.
Como trabalhamos muito na segunda-feira, nem conversamos por mensagens.
Na terça à noite, começamos a trocar ideia de boa. Até que Fábio se mostra incomodado com Michel. Durante a covenversa, ele solta:
- Mas você ainda gosta dele. Com certeza ele gosta de você também.
- Ele não gosta de mim. Ele me deixou nem sei por quê. Mas ele está feliz com outro, provavelmente. E, como lhe falei, estou em processo de esquecimento. Está chegando ao fim o sentimento por ele.
- Diego, imagine que ele surge aí hoje. Teus sentimentos vão reaparecer. E se o cara tocar no teu pau, você come ele. Você não tem raciocínio algum quando está com tesão.
- Não vai reaparecer sentimentos por quê não existem. E eu estou ficando com você, Fábio. Se alguém toca em mim, eu vou repelir a pessoa.
- Ele é o teu ex do qual tiveram um grande laço. Não se trata de qualquer pessoa.
A conversa ficou por mais de 20 minutos com Fábio insistindo que eu o deixaria para retornar aos braços de Michel caso ele aparecesse.
Eu negava e mostrava fatos.
Mas nada parecia convencer Fábio, que decidiu soltar:
- Faça o seguinte, Diego: então quando teus sentimentos “zerarem” por ele, você me procura.
A conversa começou a ficar tensa, num tom de discussão, mas sem agressão verbal de nenhum lado.
Ao fim, apenas falei:
- Beleza, Fábio. Como você quiser então. Nos esbarramos por ae...
Ele nada respondeu e decidi não mandar mais nenhuma mensagem a ele.
Fui dormir muito chateado. Eu quis apenas ser transparente com Fábio. Iniciar algo legal sem ter nada a esconder (exceto Thales, por ele mesmo e pela namorada. Mas POSSIVELMENTE meses após o início do namoro, eu acabaria falando).
Passaram-se 3 dias e nada de Fábio me mandar mensagem.
Novamente cabisbaixo, decidi procurar algum cara. Mas sem expectativa alguma. Extremamente difícil lance sério com outro homem. Já havia dado sorte demais em minha vida. Talvez daqui pra frente fosse só sexo sem nenhum sentido mesmo.
Mas no fundo, fica uma esperança.
Instalei o Grindr e lá estou eu “na caça”. Mesma coisa de sempre. Mesmos papos idiotas, caras mandando bunda arreganhanda antes mesmo de um “oi”, casados querendo algo supérfluo... Não dava para manter ninguém nos papos.
Os dias foram passando e isto se repetia em BH, minha cidade e nos arredores. Até que, um dia, na casa de minha mãe, decido chamar um cara no app (coisa que eu raramente fazia. Me chamavam e eu conversava. Mas chamar alguém, pra mim parecia existir um bloqueio).
Este cara tinha uma única foto de perfil em que vestia camisa do Iron Maiden. Eu não curto a banda. Mas um gay metaleiro? Ou vestiu a camisa porquê achou bonita ou ele era “diferente”.
Rapidamente ele me respondeu e de fato ele curtia a banda, entre outras.
Papo fluiu bacana, sem putaria logo de início. O carinha tinha 23 anos.
Caso tenham se perdido, estou com 28 anos nesta época. Muito próximo de fazer 29.
Era um sábado e ele me chamou para trocarmos ideia pessoalmente em um bar de rock bem no estilo “pesado, doido e barato”. Mas eu não queria passar meu número de telefone ainda. Incrivelmente, ele também não.
Marcamos sem sequer ter certeza que a pessoa do outro lado era as das fotos. E sem nenhum contato.
Chego, estaciono perto de um posto de combustíveis e logo recebo uma mensagem:
- É você no carro XXX (nome do carro) preto?
- Eu mesmo. – respondi.
- Desce ae.
- Onde você está?
- Olhando para o vidro escuro do carro sem saber quem está dentro.
Olho para meu lado direito e vejo um carinha sentado na escada de um comércio fechado. Estacionei bem em frente a ele e nem percebi. Eu via que se tratava de um cara bonito.
Desci e fui em direção a ele, que se levantou e estendeu a mão, me cumprimentando.
De fato, era o cara da foto. E beeeem mais bonito. Exageradamente branquelo, cabelos muito aparados, do tipo máquina 1 ou algo similar, pouco mais baixo que eu, todo de preto e calçando coturno. Ele usava uma calça com correntes e uma camisa bem larga.
Ele viu que eu estava bem tímido e se encarregou de puxar conversa até o bar.
Chegamos, entramos e nos sentamos, onde pedimos bebidas.
Fui notando nas conversas teus dentes perfeitos e branquinhos. Ele com certeza usou aparelho por muito tempo. Exatamente quando noto isto mais nitidamente, ele fala o mesmo pra mim:
- Você usou aparelho, né? – pergunta ele.
- Sim. Por 2 anos. Assim como você.
- Haha. Eu usei por quase 6 anos. Eu era o puro “Molejãããão”. – responde ele em tom de Anderson do Molejo. Onde passei um tempão rindo.
- Hahahahaha. Não exagere, porra.
- Sério. Eu era uma desgraça. Não que eu não seja ainda. Mas dei uma melhoradinha.
- E onde você vê desgraça em si mesmo hoje? - pergunto.
- Ah. Eu queria ser magro como você. Mas nada me faz emagrecer.
- Magro? Mas você é magro, porra.
- Sou um falso magro. Tenho banhas que me incomodam demais.
- Eu não vi nada disto. Velho, teu corpo é da hora, ow.
- Não viu porquê estou de roupa... ainda. – falou dando uma piscada pra mim.
Continuamos a conversa onde ele voltou a falar de meus dentes e que achava eles brancos demais. Falei que era fruto do terceiro clareamento.
Já ele, nunca fez e os tinha muito brancos naturalmente.
As caipirinhas subiram e já falávamos alto.
Não prestávamos atenção nem em que bandas tocavam.
- Bora lá pra casa? – fala ele do nada.
- Velho, estou meio alto. Vou me hidratar bastante, beleza? Mas vou acelerar o procedimento. Fique ae. – respondi, me levantando e saindo do bar. Ele deve ter entendido nada.
Fui até o carro e tomei 3 ampolas de glicose. Retornei à mesa e comecei a tomar muita água.
Cerca de 40 minutos depois, eu estava bem. Nem parecia ter bebido. Ele estava normal como antes. Devia ser “vacinado” com o álcool.
Nos dirigimos ao carro e ele me conduziu até sua casa, que ficava apenas 2 ruas do bar. Muito perto mesmo.
Parei em frente à casa e ele disse para entrarmos em silêncio, pois a família não podia acordar.
- Espera. Pensei que você estivesse sozinho. Não quero problemas, velho. – falei.
- Minha família toda apaga com medicamentos controlados. É de boa. Bora.
- Vamos para outro lugar, cara. Melhor.
- Deixe de ser besta. – respondeu tirando a chave da ignição e saindo do carro, me “obrigando” a sair também.
Era uma casa bem simples e muito antiga. Entramos na sala da qual eu mal enxergava as coisas pela escuridão e logo ele acendeu uma luz. Teu improvisado quarto ficava praticamente na sala.
Era um quarto feito com estes painéis de divisórias do tipo escritório. Diminuíram a sala para fazer um quarto. Um quarto que cabia apenas tua cama de solteiro, um guarda roupas que não abria completamente devido ao local estreito e alguns “santos” dos quais nunca vi.
Tratava-se de um menino bem humilde e muito inteligente. 23 anos com cabeça de 30. Me falou de teus problemas com família e o quanto gostaria de um emprego decente para se mudar e morar só (estava desempregado).
Me levantei e apaguei a luz. Mal voltei para a cama, ele pediu para reacender. Disse que queria ficar olhando em meus olhos enquanto conversávamos.
Isto nem aconteceu. Me sentei ao teu lado na cama e o beijei. Sim. Tomei atitude, outra coisa que também não faço.
Sei lá como ele fazia a barba, mas seu rosto estava muito liso, como de um adolescente. Tua boca era toda perfeitinha.
Nossas línguas trocavam o Halls que ele estava chupando. Um passava para o outro em um beijo bem moderado e lento.
Eu segurava sua nuca e suas mãos, minha cintura.
Ele para de beijar, tira o coturno de ambos os pés e sobe para a cama. Pediu para que eu fizesse o mesmo.
Nos deitamos de lado na cama e continuamos o beijo. A bala, que estava bem menor, voltava a ser compartilhada por nós.
Em um momento, a coloquei debaixo de minha língua e ele tentava resgatá-la, sem sucesso.
Sugava minha língua, rodeava minha boca, me mordia devagar, mas não conseguia.
Começamos a rir, onde ele se deitou em cima de mim e fixou teus olhos nos meus.
- Você é muito gatão, velho. Viu o quê em mim?
- Vi um cara bonito pra porra. Agora, sinto um cara cheiroso em cima de mim. Um cara do rostinho perfeito.
- Perfeito é você. – respondeu logo se sentando em minhas coxas e levantando minha camisa.
Ficou acariciando meu peito e olhando para eles. Me ergui e tirei a camisa, jogando para o chão.
Me sentei e arrastei ele para mim, obrigando ele a sentar em meu colo, onde iniciamos um beijo mais forte, intenso.
Não preciso falar que meu pau estava explodindo na calça. Mas provavelmente ele não sentia, pois ambos estávamos de calça jeans. Pensamento que ele logo interrompeu.
- Quem te deu permissão de roçar o pau em mim? – falou com puta olhar de tesão pra mim.
- Você é meu hoje. Não preciso de permissão. Só quero este menino tão bonitinho pra mim. – respondi, levantando e tirando tua camisa.
Teu corpo não evidenciou nenhuma “banha” da qual ele se referia. E, mesmo se tivesse, o tesão permaneceria o mesmo, pois acho muito da hora caras um pouco gordinhos também.
As mãos acariciavam os corpos e o beijo era intenso.
Ele sai do meu colo e se deita de lado, me puxando.
Volto a deitar também de lado, acariciando tua bundinha por cima da calça durante o beijo.
Ele segue minha atitude e também acaricia minha bunda por cima de minha calça.
Puxo ele pra mim e o sinto quente e suando. Estava muito calor e seu quarto não era nada arejado. Mas teu suor só me deu ainda mais tesão.
Paro de beijá-lo e começo a lamber teu pescoço, descendo para teu peito, onde ouço um leve gemido. Me atrevi a lamber um de teus mamilos e ele geme mais. Pronto. É dos que gostam de mamilo.
Ali fiquei por um bom tempo, sentindo ele meio salgadinho de suor.
Desci um pouco mais e sentia ele ainda mais salgadinho e molhado.
O carinha estava adorando e empurrando minha cabeça pra baixo, onde encontrei teu umbigo depilado todo suadinho e salgadinho.
Ficava passando a língua em teu umbigo e lambendo todo teu abdome, quanto sinto uma de tuas mãos passarem perto de meu rosto. Escuto zíper se abrir mas nem olho, continuando a lambê-lo.
Sinto ele me empurrar mais pra baixo. Minha língua alcança tua região pubiana toda depilada. Algo cutucava meu pescoço.
Ainda querendo mais, ele continua empurrando minha cabeça pra baixo, quando me deparo com um pau extremamente duro de frente pra mim. Um pau muito branco, médio e meio fino. Babava um pouco e exalava cheiro de pau meio suado.
Só escuto um “chupa, vai” e coloco a boca.
Tua babinha salgada era bem gostosa e teu pau parecia de madeira. Duro demais.
Fiquei chupando a cabecinha, puxando teu pequeno prepúcio para baixo.
Mantendo assim por alguns minutos, sinto uma socada em minha boca. Ele agarrou minha cabeça e começou um vai e vem.
Ele babava ainda mais e meu pau explodia. Eu queria fazer isto também. Mas ele parecia ser dominador como eu. Eu iria testar para ver até onde iria.
Abaixei tua cueca e calça, tirando elas e voltando para teu pau. Ele voltou a manter o ritmo, com uma perna erguida, dobrada, com um pé apoiado na cama.
Comecei a lamber a cabeça do seu pau indo até a base, fazendo isto cerca de 4 vezes, onde decido investir naquele saco branquelo, pequenininho e lisinho.
Comecei a lambê-lo e logo vejo tua perfeita bunda lisa (o cara só não depilava as pernas).
Fiquei passando a ponta da língua em teu saco e, discretamente, cheguei em teu períneo.
Teu cuzinho estava há 2cm de minha língua. Era o que eu queria alcançar. Mas o menino se mostrou ativo demais. Eu tinha que ir devagar.
Ele gemia enquanto eu lambia teu saco e teu períneo, até que subi mais minha língua e cheguei em teu cuzinho quentinho.
O carinha gemeu mais. Vi que eu podia me divertir em teu cuzinho e ali fiquei por vários minutos.
Meu pau doía demais. Desabotoei a calça e tirei tudo, também ficando pelado. Ele não via nada de meu corpo nesta posição.
Viro ele de bruços e volto a chupar teu cuzinho, abrindo tua bundinha. Ele gemia como se estivesse levando vara.
Meu pau estava louco também e não tinha como mais deixa-lo fora dessa.
Me deitei sobre ele, que estava de bruços, e o abracei fortemente, roçando meu pau em teu reguinho.
Aquele machinho que me fez chupar, agora estava pedindo pau. Consegui reverter a situação.
Fiquei lambendo teu pescoço suadinho que tinha um leve perfume enquanto roçava o pau em teu reguinho.
Ele se vira bruscamente, o que me faz sentar, tipo ajoelhar na cama.
- Eita pooorra. Que caralhão.
- É seu. – respondi.
- Aguento isto não, cara. Tá maluco?
- Mas tua boca aguenta. – falei sem nem deixá-lo responder nada, levando meu pau de encontro a teu rosto e puxando tua cabeça.
Ele caiu de boca com uma vontade violenta.
Continuei meio que ajoelhado, sobre minhas pernas. Ele estava deitado de lado e me chupava assim.
Nem percebi que eu segurava tua cabeça e metia com certa força em tua boca.
- Ô pauzudo. Cabe tudo em minha boca não.
- Foi mal, velho. Não percebi o que estava fazendo.
Ele nada respondeu. Parecia é ter gostado, pois pegou em meu pau e ficou dando leves tapas com ele em teus lábios, me olhando nos olhos.
Ainda me olhando, coloca a língua pra fora e a coloca na uretra (o buraquinho do pau).
Que tesão da porra. Mas eu precisava me controlar.
Mas o menino não ajudava. Se deitou de barriga pra cima e me puxou contra ele, levando meu pau em tua boca e chupando de forma muito frenética.
Caralho. Eu não queria perder o controle. Mas ele queria pau. Foda-se.
Ajeitei tua cabeça no travesseiro e me coloquei em cima dele, me segurando na cabeceira da cama.
Comecei um vai e vem com o pau que era muito bem recebido por tua boca.
Quando mais eu acelerava, mais ele abria os olhos e me olhava fixamente com rostinho de safado.
Pronto. Ele era meu.
Comecei a meter forte até metade do meu pau.
A cama fazia barulhos, mas nem ligávamos.
Ele segurava minha bunda com uma das mãos fazendo com que eu mantivesse o forte ritmo.
Tua outra mão batia para si próprio. Era alto o som de tua punheta.
Meu tesão já descontrolado foi surpreendido por um de seus dedos acariciando meu cu.
Continuei metendo em tua boca. Ele não fazia menção em colocar o dedo. Apenas acariciava e puxava os pelinhos.
Minha porra estava vindo. Eu iria encher tua boca de leite. Ele parecia perceber que eu não aguentaria mais e tirou a mão de minha bunda, pegando em meu pau enquanto eu metia em tua boca.
Ahhhhhh. Só sentia a melhor sensação do mundo vir. E ela veio. Chegou. Os jatos começaram a sair fortes, quando ele tira tua boca e começa a me punhetar fortemente, me fazendo gozar em teu rosto.
Eu gemia baixo, mas o tesão era imenso.
Os jatos foram cessando e ele permanecia me punhetando. Só parou quando viu que não saía mais nada.
Olhei pra ele e teu rosto era só porra. Olhos, nariz, cabelo, testa, bochechas.
E o safadinho ainda passa a língua nos lábios, engolindo um pouco do meu leite.
Me deitei ao teu lado, entregando tua cueca para se limpar.
- Velho, não sei teu nome. – falei meio assustado.
- Estranho, pois também não sei o teu. Hahaha. – respondeu.
- Foi mal, cara. É Diego.
- Diego. O cara que me pegou sem nem saber meu nome. Entrou em minha casa e fez o que quis comigo. Vai ficar marcado.
- Pare de graça, bestinha. Você também fez o que quis comigo.
- Fiz quase nada. Pensei que hoje eu sairia da seca comendo um cara bonitinho. Mas o que eu encontrei, não parece querer dar.
- Hahaha. Eu também não comi esta bundinha perfeita. Estamos quites. Mas qual teu nome, caralho?
- Sou Douglas. O cara que quer pegar esta bundinha toda peludinha. – responde me abraçando e apertando minha bunda.
- Hahaha. Vai achando...
Abraçados e pelados, conversamos sobre muita coisa. Ele se disse espírita da linha umbandista, apesar de ser metaleiro. Isto explicava os “santos” que estavam em teu quarto. “Santos” que me trouxeram muita zuação por parte de Douglas por se tratar de “orixás”. Eu sem querer sempre me referia a eles como “santos” durante todo o tempo em que ficamos juntos.
Douglas já foi gordinho e sofreu preconceito na escola e dentro de casa por isto. Conseguiu emagrecer, mas isto deixou estrias nele. O que ainda o incomodava. Coisa extremamente besta para mim.
Mostrei que eu também tinha e nunca fui gordinho.
Fato é que Douglas era bem bonito, mas possuía algum problema em se aceitar. Ou baixa auto-estima criada pelas pessoas.
Trocamos tanta ideia que nem notamos o dia amanhecer. Queríamos mais sexo. Porém, tua mãe logo acordaria.
Trocamos telefone e fui embora.
Conversamos bastante à noite no WhatsApp, onde ele me manda uma foto sentado em sua cama vestindo apenas bermuda (FOTO ABAIXO). Caralho. Que menino gostoso. E nem reparei o quanto ele era, mesmo o pegando.
Marcamos de ficarmos juntos 2 dias da semana dos quais eu folgaria, em meu apartamento.
Chegando o dia, busquei ele em tua casa e pegamos estrada.
Conversamos sobre muita coisa no caminho. Ele se abria muito e eu só via o quão triste foi tua vida. Ele não merecia aquilo.
Se ele virasse meu, eu o tiraria daquilo fácil.
Chegamos e logo ele me chamou de playboy, só pela fachada do prédio. Falou zuando, pois sabia um pouco de minha vida também.
Subimos e coisas simples encantavam demais ele, como uma fechadura eletrônica, fazendo minha porta abrir com minha digital. Os móveis do apartamento. Toda a mobília exagerada (coisa de Michel) e o estúdio, que o deixou encantado.
Já ciente de que tocar instrumento faria um cara me dar, logo tratei de tocar algo na bateria.
Teus olhos me secavam enquanto eu tocava Let a Boy Cry, de Gala. Talvez vocês não se familiarizem com o nome. Mas busquem ae e logo saberão que ouviram esta música em algum filme, série e afins. Válido para quem tem acima de 28 anos.
Gala trata-se de um Pop instrumentalizado, ou seja, com instrumentos reais. Sem efeitos do atual Pop.
Let a Boy Cry eu consegui transformar em um peso maior, trazendo para o rock com a bateria.
Ele me fez tocar 3 vezes e depois disse que aquela música o marcaria demais e tinha certeza disto.
Inclusive a musica fala de gays e lésbicas, incluindo um clipe que foi proibido em alguns países quando lançou (é meio antigo).
Conversamos sobre algumas outras músicas, notas, cifras e afins. Fomos à cozinha e perguntei o que ele queria tomar.
- Todo riquinho ele. – solta ele do nada.
- Oh. Tem nada de luxo aqui, velho.
- Pra começar, você tem um estúdio no apartamento. Um apartamento grandão e cheio de coisas que se juntar toda a minha família, não tem nem metade. Estou olhando para este filtro tentando desvendar como se toma água nele.
- Ô caralho. Por quê não disse que estava com sede? – perguntei, pegando um copo no armário e entregando a ele.
- Tá. E como sai água disto?
- É só um purificador, velho. Você escolhe o padrão de água que quer e encosta o dedo. – falei, mostrando a ele e escolhendo água moderadamente gelada.
- E estes outros botões?
- São para vazão. Mas padronizei em 300ml e de pouca força. – falei, de forma já desconcertada. Não queria que ele achasse que eu era algo que não sou. E nem que se sentisse mal por estar em meu apartamento.
Fiquei receoso com ele filtrar apenas por caras tão humildes como ele.
Com isto, lhe dou um abraço na cozinha e fixo os olhos nos teus, dizendo:
- Você é tão gostosinho, velho. Tão cheiroso.
- Você é que é todo perfeitinho ae. Vai desistir de mim logo.
- E por quê eu faria isto?
- Ah. Sei lá... – respondeu olhando pro lado e fixando os olhos no chão.
Ele tinha algum segredo? Estava desconfortável? Traumas? Fato é que eu precisava deixá-lo mais acomodado.
- Velho, você é legal pra caralho, cheiroso, bonito pra porra e metaleiro. Que mais posso querer? – falei.
- Você enxerga coisas onde não existem. Não sou isto tudo. E além do mais, estou suado. Tem nada de cheiroso aqui.
- Está todo cheirosinho. Mas quer um banho? Te acompanho.
- Bora. Não quero você mamando meu pau suado. Hehehe.
- Besta. O cheiro do teu pau é da hora.
Vi que ele já estava ficando mais acomodado. Já estava falando putaria.
Fomos ao banheiro do meu quarto. Eu estava tirando minha roupa quando ele fala:
- Caralho. Que banheiro grandão. Rebaixamento de gesso, estas lâmpadas estranhas... Massa demais. Você comprou o apartamento assim?
E agora? Da última vez que fui verdadeiro demais, perdi o cara. Mas mentir? Porra. Eu não queria. Mas foda-se. Se eu mentisse e aquilo entre nós evoluísse, ele saberia da verdade tempos depois. Melhor saber agora e tomar a atitude que quisesse. Bom que pensei rápido, coisa que raramente faço por ser meio lerdo.
- Foi meu ex quem mobiliou o apartamento. O banheiro foi a única parte que ele mexeu, pois ele achava normal demais.
- Aquele que você disse que tiveram um lance meio longo?
- Ele mesmo. Mas não. Ele apenas escolheu as coisas. Ele não comprou nada. Nada aqui é dele.
- De boa, velho. Sem neuras. Você não tendo contato com ex, pra mim é o que importa.
- Contato nenhum não, rapazinho. – respondi já pelado, sem ele perceber, e o abraçando por trás.
Ele logo percebeu que eu estava nu, se virou e começou um grande beijo entre nós.
Ele acariciava minhas costas e minha bunda. O que me fazia questionar se ele queria muito me comer.
Meu defeito sempre foi não esclarecer esta parte e achar que todo cara vai me dar.
Eu descobriria em breve do que ele realmente gostava.
Tuas carícias e apertos em minha bunda evidenciavam que ele queria muito ser ativo. Ele estava com beijo bem quente e agora não soltava mais minha bunda. Beliscava ela, apertava forte, passava as mãos no reguinho, dava tapas...
- Cara, adoro bunda peluda. – fala ele interrompendo o beijo.
- Caralho. Alguém que pensa como eu. Hehe. E por quê você tira da bunda e peito?
- Porquê os caras gostam assim. Ae tenho que fazer esta chatice de me depilar.
- Eu nunca me depilei. Só tiro pelos das axilas e do pau. Quem me quiser, vai ter que gostar de pelos. Sem chance alguma de eu mudar algo em meu corpo pela massa.
- E se eu ficar com a bunda igual a tua? Você nem vai querer mais.
- Não vou querer mais mesmo não. Não como peguete. Mas como marido.
- Hahahaha. Besta. Então posso parar de vez de tirar?
- Você DEVE parar. Deixar tudo natural. Pau e axilas eu permito você tirar. – mal terminei e ele me solta puta beijo. Parecia um tipo de “agradecimento”.
Novamente tuas mãos repousam em minha bunda e logo recomeçam o ciclo de apertos, puxar os pelinhos, tapas e afins.
Após alguns minutos, paramos de nos beijar e me direcionei ao chuveiro. Ele me olhava andando com o pau durasso.
- Doidinho pra me dar, né? – disse Douglas.
- Por quê eu estaria? Quero é fazer você engolir esta jeba.
- Você de pau durasso ae com minhas carícias em tua bunda peluda. Está doido pra sentar aqui. – tirou o pau pra fora, que se mostrava durasso e meio torto pra cima.
- Velho, você vai me dar a noite toda. E sem reclamar. - continuou ele.
Logo ele tirou toda a sua roupa, se aproximou de mim peladão e disse:
- Mama. Anda.
Estranhamente, eu fui me abaixando até me ajoelhar, sem questionar nada.
Ele aproximou teu pau médio branquelo e durasso em meu rosto e logo senti o cheiro de pau suado. Me deu puta tesão isto. Cara bonito do pau suado. Mas não demonstrei.
Ele pegou em minha nuca me puxando para seu pau. Abri a boca e quando fui chupá-lo, começou a bater em meus lábios com teu pau extremamente duro.
Dos lábios passou para as bochechas, olhos e nariz.
- Vai mamar seu homem suado. Vá se acostumando, porquê vou te obrigar a mamar depois de um dia todo andando de bike.
Nada falei. Só sentia exalar aquele cheiro de pau que eu não tinha.
Peguei na base de seu pau e comecei a lamber a cabecinha, que já babava em minha língua.
A soma de pau suado e a babinha salgadinha estavam me deixando putasso.
Eu olhava pra cima e via teu semblante de prazer.
Abri um pouco a boca para receber tua cabeça babada. Fiquei chupando apenas a cabeça. Sentindo todo o contorno dela, o frênulo, a baba saindo em minha boca, a uretra e a trilha sonora de seus leves gemidos.
O safado mandou eu me sentar mais pra trás, onde encostei na parede. Chegou e já foi colocando o pau em minha boca, tentando me fazer engolir tudo.
- Iiiiisso. Gostoso. Delícia de boca. – dizia ele gemendo.
Peguei em tuas coxas peludas e deixei ele manter o ritmo. Ritmo do qual só ia aumentando. Mesmo não sendo um pau grande, eu não conseguia engolir tudo. Nunca fui muito fã de pau, como sabem. Mas este cara estava despertando algo diferente em mim.
A sorte é que ele estava num vai e vem rápido. Assim eu não engasgava.
Com muita baba em minha boca, ele para de meter nela. Interrompeu o gozo tirando o pau da minha boca.
Abaixou-se, me beijou brevemente na boca e me empurrou para o chão. Levantou-se e só vi um belo pé branco se aproximando de meu rosto.
Começou a pisar de leve em meu nariz e passando o teu pé direito em meu rosto todo.
Caralho. Tudo o que eu fazia com os caras, ele estava fazendo comigo.
Coloco a língua pra fora e sinto um gosto meio salgado de um pé talvez suado. Mas sem cheiro algum.
Fez questão de ficar passando ele em meu rosto enquanto eu lambia, ficando vários minutos assim.
De repente, Douglas também se deita no chão frio e mete a boca em um dos meus pés, colocando um pé dele em meu rosto.
Ele queria um 69 de pés. Eu lhe dei.
Sentia ele abocanhar com muita vontade meu pé. Eu passava a língua na sola do seu e reparava bem como eram tão perfeitos.
Estava um prazer violento, mas ele logo cortou, se sentando e encostando na parede, mostrando seu saco pra mim e mandando eu chupar.
Caí de boca em tuas bolas que começavam a crescer pelos novamente.
Ele abriu bem as pernas, deixando teu cuzinho aberto pra mim.
Gosto de saco, mas um cuzinho ali bem na minha frente? Logo caí de boca em teu cu. Douglas gemia alto.
Eu já cheguei tentando introduzir a língua.
Ele se arreganha ainda mais, mostrando aquele belo cuzinho rosa e apertadinho, onde voltei a cair de boca.
Sinto chutes em minha nuca. Ele me chutava com o calcanhar enquanto eu chupava teu cuzinho.
Quanto mais minha língua entrava, mais ele me chutava.
Passaram-se vários minutos e pra mim ainda era bem pouco. Ficaria por horas ali.
Os gemidos de Douglas mostravam o quanto ele estava adorando aquela linguada.
Sinto teu pé direito empurrar minha testa pra trás e só ouço:
- Eu não desperdiço leite.
Me puxou contra seu pau que começou a gozar antes mesmo de eu colocar a boca.
Levei puta jatada no rosto. Mas caí de boca e senti teu gozo quente e muito forte em minha boca, com parte indo direto para minha garganta, ao som de um gemido alto e grave de um homem se satisfazendo.
Para garantir que eu não fugiria de teu gozo, abraçou meu pescoço com tuas coxas, enfiando o pau todo. Um pau pulsante e com cheiro de macho. Soltando uma porra forte, quente e com um gosto meio amarg
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