__Prepara um para mim, sem açúcar, pois ainda não me curei da bebedeira da noite passada.
__Pode se instalar, que já sai o suco.
Ela se instalou em uma cadeira e colocou um dos pés no assento e eu pude constatar que ela estava muito a vontade, sem calcinha e parecia que fazia de propósito, deixando que eu notasse isso. Entreguei o seu suco e toquei em seus dedos, me arrepiando todo. Ia me afastar, mas ela me segurou, voltei-me e a encarei:
__Queria lhe agradecer, pela bela noitada...
__Você já fez isso...
__Não me lembro mas, posso lhe dizer que foi ótima a balada e quero outras...
__Com meu pai espero...
__Não gostou da minha companhia?
__Lógico que gostei, mas eu acho que você, deveria sair com ele, que é seu marido e não com o filho dele.
__E se ele não quiser me levar, o filho não pode fazer essa caridade?
__Não faz gozação Estela, eu falo sério...
__Eu também, adorei estar com você, quero repeti de novo e pronto...
__Ok. Eu estou pronto para te levar a onde você quiser. - aquiesci, já me preparando para sentar frente e ela, para poder observar melhor a beleza da sua região intima. Batíamos papo, quando meu pai entrou. Foi até ele e deu-lhe um beijo e me cumprimentou, querendo saber se a noite passada fora boa e Estela se antecipou em falar:
__Você devia de ir amor. Me esbaldei e bebi um pouco mais do normal, mas foi bom e seguro, Raul me amparou.
__Que ótimo querida e aio filho, ela deu muito trabalho?
__Deu sim pai - respondi, vendo o espanto no rosto dela, que me deu como castigo involuntário o fechamento de suas pernas - ela se divertiu pouco, não foi como disse. Estava tímida e não bebeu quase nada, estava temendo sair do controle e depois receber uma reclamação sua - menti o que a deixou feliz e meu pai sorridente.
__Talvez se você a levar novamente, ela se adapte - disse ele bebendo um pouco do suco que eu fizera. Puxou uma cadeira e se sentou ao lado dela a abraçando e novamente a beijou, no que ela reclamou que eu estava ali.
__Não se preocupe comigo, já estou saindo, tenho muito que fazer...
__Vais trabalhar hoje, filho? É domingo.
__Tenho que colocar algumas coisa em dia pai, senão a semana de trabalho começa mal.- respondi me levantando e antes de sair da cozinha, olhei para o casal e vi que meu pai estava beijando a bela Estela, que mesmo assim olhava e, me enviava uma piscada significativa.
Me concentrei no trabalho, para espantar a ideia de que, a mulher do meu pai poderia estar interessada em mim. Revivi, todos os momentos em que estive com ela na pista de dança, minha ereção, que ela sentiu e não fugiu do contato e depois a cena do banheiro, onde eu podia até supor que ela estava me esperando para que tudo acontecesse como acontecera. Fechei a porta, a chave e depois me concentrei em uma punheta, onde ela, Estela, era a inspiração. Pancadas na porta e alguns chamados, me devolveram a realidade, visto que eu tinha caído no sono. Levantei-me e fui abrir a porta, me deparando com Estela, que sorria para mim e depois abrira a boca com um enorme "oh", levando a mão a boca.Vendo a direção dos seus olhos, os acompanhei e me deparei com a realidade do fato, que era eu estar com o pau para fora da calça, pois esquecera de guarda-lo, quando me interessara pela punheta batida. Escondi com as mãos , mas Estela, depois da surpresa, caíra num acesso de riso e se fora sem dizer a que viera. Fiquei puta da vida com a minha distração. Ela tinha vinda me chamar para almoçar. Meu pai não estava e ela, se mostrou bem comportada, até me olhar, com aquele meio sorriso:
__Desculpe - disse a ela por achar que deveria me desculpar.
__Quem era a razão de estar daquele jeito? - perguntou junto do fogão.
Pensei em mil coisas para lhe falar, mas não tinha uma bem plausível para expressar a razão e num repente, me levantei e fui até ela que preparava uma travessa com carne no molho. Atrás dela, sentindo seu perfume, disse em seu ouvido:
__VOCÊ - segurei sua cintura com as mãos.
__E-eu? Porquê?
__Estela, será que você não se lembra de nada, do que aconteceu entre nós?
__O que aconteceu?
__No banheiro, eu e você, nós...
__O que houve?
__Jura que não sabe?
__Juro! O que aconteceu entre nós?
__Cacete! Você...nós trepamos na banheira...
Ela parou de fazer o que fazia e depositando a travessa sobre a pia, apenas deu uma leve inclinadinha no corpo e já sentindo a minha dureza, começou a simular uma caminhada, sem sair do lugar, esfregando a deliciosa bunda em minha braguilha. Comecei a alisar o contorno do seu corpo e quando ela se endireitou, enfiei as mãos pelo decote da camisa que ela vestia, soltando os últimos botões da mesma e assim me apossando dos seios, que estavam livre, sem sutiã. Tomei seus mamilos entre os dedos e os comecei a rodilhar. Estela pendeu a cabeça para trás, em meu ombro e nos encaramos. Aqueles lábios avermelhados, separados, onde se permitia ver aquelas fileiras, peroladas de belos dentes, que inflamavam todo o meu ser, convidava para que eu tomasse posse deles. Nossas bocas estavam coladas e minhas mãos massageavam os bojudos seios, enquanto que Estela levava a mão até onde estava meu pau e afoita, desceu o zíper, já metendo a mão dentro e, agarrando o nabo, passou a alisa-lo. Fui descendo as mãos até onde podia sentir seu púbis e forçando mais um pouco, fiz a saia ir para seus pés, a deixando nua, pois não estava também com calcinha, assim sendo sentia a pele da sua bunda em min ha pica, que ele ajeitava entre as nádegas e depois ficava em um sobe e desce, com ela no rego, passando por sobre suas pregas.
__Você me deixa louco de desejos.
__Porquê?
perguntou sentindo minha boca em seu pescoço, mordiscando de leve para não deixar marca e depois trincar os dentes no lóbulo da orelha, ouvindo os gemidos de minha madrasta.
__Por que você é deliciosa e eu te amo...- confessei, já com uma mão entre suas coxas, tocando naquele lugar brasado e molhado, onde já estava procurando o seu clitóris.
__Sou a mulher de seu pai, de certo modo, sua mãe...aaaaaaah...ooooohhh...
__Gosta de ser tocada no grelinho?
__Que mulher não gosta?
__Não se lembra mesmo do que nós já fizemos?
__Não, mas quero saber como foi e te garanto que agora não vou esquecer.
__Sabia que sou doida pela sua bunda, ainda mais vendo meu pau entre suas nádegas, roçando seu cu...
__Hummmm...fala mais...estou com um gozo na portinha ... fala besteria para mim...
__Tesão....gostosa, que bunda você tem...sabia que enfiei um dedo em seu cu, lá na banheira e você gostou muito, sua puta...
__Não me lembro...mas quero que enfie em meu cu essa piroca gostosa...
__Claro sua cadela...puta gostosa...vou atolar o pau em seu cu...vou te arrombar...
_ Vaio, mesmo. vai colocar no cu da mamãe, vai, meu filho gostoso?
__Falando assim você me deixa maluco...
__Você gosta de ouvir a mamãe falando bobagem, hum? Gosta de ouvir meu taradinho...sua pica é muito gostosa, grossa e comprida, bem mais gostosa que a do seu pai. - disse ela não percebendo que estava se entregando, que sabia que tínhamos fodido na banheira. Fiquei na minha, agora mais excitado. Comecei a acariciar sua bunda, olhando para a mesma vendo o quanto era bela e provocante. Na cabeça da pica já brotava uma gotinha e eu tratei de a esfregar sobre suas pregas., apesar de não ser suficiente para o meu propósito. Ela percebeu e depois de se inclinar mais olhou para mim:
__Vai ser aqui mesmo, na cozinha? Não quer ir para o quarto, onde eu e seu pai fazemos amor?
__Não sua vaca, quero você agora aqui...
__ Então, tá bom...vem me come...
__Vou lubrificar seu cu com o azeite da salada ...
__Meu cu vai ficar uma delicia, bem temperado, não vai?
__Com o melhor azeite do mercado, extra virgem. Abre com as mãos essa bundinha linda, para que possa dar uma bela lambida em seu cu...isso meu amor.
__Você me ama mesmo ou fala isso só para me comer...?
__Desde que te vi, entrando pela porta da sala e, lhe ofereci as flores, senti um tesão e me apaixonei.
__Mas sou muito mais velha que você...
__Já lhe disse que você supera qualquer cocota que eu possa arrumar. Você é muito mais gostosa e safada, ensina e da muito tesão.
__Posso lhe dizer uma coisa? Quando o vi ali na porta, meu coração disparou e minha xoxota se molhou toda. Te desejei logo de cara e quando transava com seu pai, imaginava ser você me fodendo, gemia e por dentro pedia que você me enfiasse cada vez mais a pica em minha boceta. Sabia que o que você esta para fazer, seu pai, não gosta?
__Ele nunca comeu seu cu? Com essa bunda maravilhosa que você tem, com esse cuzinho mimoso que pisca para mim?
__Imaginava isso? Ainda bem que você vai fazer a vez dele em meu rabo...nossa como você chupa gostoso um cu, o meu cu...aaaaaah...fode meu rabo, fode.
Depois de azeitar todo o rego dele e mexer no seu cu, lubrifiquei meu pau e encostei a cabeça em suas pregas. Agarrei-a pelos quadris e fui forçando e recuando, forçava e recuava, ouvindo ela gemer, mas não era de dor, como ela mesma provou:
__Estou gozando, meu querido...enfia tudo que puder, me fazer chorar na sua pica...enfia tudo por favor, eu quero tudo dentro do meu cu...
Parecia meio insano, pois a minha pica além de grossa, era longa, mas como ela pedia e empurrava a bunda de encontro a ela, eu segurei com firmeza seus quadris e empurrei, vendo admirado a rola ir sumindo dentro do cu de minha mãe, ficando de fora apenas os bagos, então, ocorreu o que ela dissera, começou a chorar. Soluçava, me mandando não ficar parado. Tudo aquilo, me despertava uma tara sádica que me jogava de encontro á aquela bela bunda com fúria total, ouvindo os lamentos de Estela e o som do encontro dos corpos. Um cheiro característico de sexo anal, começou a tomar conta se misturando ao da comida pronta. Estela de braços abertos sobre a pia, agarra em sua borda e na ponta dos pés, ajudava a fazer da penetração, uma atração, á parte. Estela pediu para que tirasse o pau e enfiasse com tudo em seu cu, assim o fiz e ela se empertigou toda, estremecendo todo o corpo delicioso. Por uma dezena de vezes fiz aquele ato e já não estava aguentando mais, segurar o meu próprio gozo.
__Querida, eu vou gozar...
__Estoca com mais força que eu te acompanho...vai, meu amor, força...esta chegando...não para...mais rápido...esta chegando... eu...aaaaaaaahhhh, estou gozando....ooooooohh...
__Eu também...tome...sinta minha porra....huummmm...oooooooohhh...delicia de gozo.
Estava feito o que eu desejava que era a bunda de minha madrasta, e acabei com uma certeza, que era o meu grande amor por ela e reciprocidade que havia por parte dela. Eu não precisava mais ir em busca de uma mulher, tia a do meu pai, que por coincidência me servia de mãe!