Na final da adolescência, fui morar sozinho pra estudar e continuava com essa tara. Me aproximava delas, era legal, carinhoso, assim como elas também eram comigo. Me tratavam com um irmãozinho, um protetor, um anjo da guarda. Dormiam na minha casa no fim das festas, mas nunca queriam me dar. Andavam de calcinha e soutien, as vezes só de calcinha, tomavam banho na minha frente, conversavam enquanto faziam xixi com a porta aberta, falavam de seus caminhos com outros garotos e eu só me masturbava pensando em tudo isso.
No final das festas, quando os garotos despacharam as namoradas pra casa, pois estas não podiam dormir fora, iam atrás das rodadas, que sempre estavam comigo. E elas se entregavam facinho pra eles. No final iam todos pra minha casa. Onde eu cedia meu quarto e passava a noite no sofá me masturbando com os gritos, gemidos, tapas e humilhações que faziam com elas. Às vezes saiam nuas e gozadas do quarto pra se lavar , passavam na sala e deitavam um pouquinho comigo, ficavam falando pertinho de mim, com a boca cheirando a gala.
Eu nem ligava para as mocinhas de família, virgens e recatadas. Sonhava em namorar uma rodada, assumir, andar de mãos dadas , tratar como rainha.
Até que conheci Pamela, baixinha, peituda, olhos verdes, magrinha de peitos enormes. E muito, muito, muito vadia.
No conto seguinte, irei narrar minha experiência com ela.