A nossa nova empregada.

Por: belmiro-medeiros-22 12/07/2026 1237 leituras
Capa do conto
Depois que Sonia foi transferida para a empresa, ficou um vago em nossa casa.
Não tinhamos mais as brincadeiras que fazíamos nas horas vagas, tentamos algumas faxineiras, mas nada interessante.
O jeito foi apelar para Sonia e pedir que nos indicasse alguém alem de confiança bem discreta.
Ela nos respondeu assim:
_ “Tenho sim, uma sobrinha, que alem de trabalhadeira e bem safadinha. Já fiquei sabendo de alguns comentários que ela adora transar com o patrão enquanto a patroa vai as compras. Ela acaba ganhando algumas mordomias.”
Sonia levou a sua sobrinha num sábado e nos apresentou Stefane, uma morena de 20 anos, fizemos a proposta de emprego e ela ficou de dar a resposta depois.
Já estávamos desistindo quando ela ligou para a minha esposa e disse que já estava disponível e só dependia de nós para falar o dia que começaria.
Na manhã seguinte, ela já estava em nossa casa e a convidamos para sentar e tomar café com toda a família.
Passaram se dias normais, até o dia em que estava em meu escritório montado em casa.
Stefane pediu licença, entrou. Limpava a estante, rebolava mais que o necessário.
Como já sabia que o negocio dela era chifrar a patroa não contamos que somos um casal liberal.
O seu comportamento era completamente diferente na ausência da minha esposa.
E foi numa dessas que ela comentou que estava querendo comprar uma calcinha e que faria de tudo para compra La.
Eu:
_ O que é fazer de tudo ?
Ela:
_ Patrão não é mais criança, sabe o que estou falando. Tudo que dois adultos fazem.
Eu:
_ E quanto vai me custar isso tudo ?
Ela:
_ Patrão paga duas, que não vai arrepender. São R$ 60,00.
Peguei em minha carteira o dinheiro e passei para ela, o pagamento seria no dia mais oportuno.
No dia seguinte, ela esperou que a minha esposa saísse, colocou se na minha frente e abaixou seu short dizendo:
_ Olha o que o patrão pagou. Vem ver de pertinho.
Me ajoelhei e coloquei a minha boca sobre a calcinha.
Ela afastou e comecei a chupar a sua bucetinha, ela segurava em minha cabeça e se esfregava, fazendo a minha boca ficar toda melada com o seu gozo.
Fomos interrompido com a chegada da minha esposa que só havia ido a padaria.
Contei a minha esposa o que havia acontecido, Ela foi até a Stefane e disse que iria para a casa da mãe e só retornaria mais tarde, qualquer coisa que precisasse era para fazer o pedido a mim.
Tão logo que fechou o portão, Stefane se aproximou falando:
_ Viu o que a patroa falou, era só pedir pra você.
_ Vem me comer, mete na minha bucetinha.
_ Deixa eu ti pagar.
Ajoelhou, puxando o meu cacete para fora e pagando um boquete, coloquei apoiada na mesa, tentei tirar a sua calcinha. Ela somente puxou de lado e pedia que metesse.
Segurava em seus peitos e bombava por traz gozando dentro da sua bucetinha.
Depois pegou a sua bolsa e trocou de calcinha, guardando dentro de um plástico.
Fiquei receoso com a atitude, perguntei porque estava guardando.
Ela:
_ Gosto de ficar cheirando porra e bater uma antes de dormir.
Estamos assim, tenho que pagar sempre uma nova calcinha e a minha esposa fingindo que sabe de nada.

Sua imaginação também tem espaço aqui.

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