A parada de ônibus.

Por: amelia-duarte-991 11/07/2026 1237 leituras
Capa do conto
Sol. Calor e suor, tudo que o verão pode nos presentear. Era um sábado monótono e eu ia pegar o ônibus para ir ao parque aquático com o meu amigo, porém estava atrasada, e acabei perdendo o ônibus. Fiquei sentada na parada esperando o próximo passar.
- Alyce? - uma voz misteriosa surge.
Era o meu amigo, que por total coincidência se atrasou também.
- Não me diga que se atrasou também.
- Sim, desculpe por isso.
- Não se preocupe, eu também perdi o ônibus. Você sabe quando vem o próximo?
- Uns quarenta minutos, eu acho...
- Então só temos que esperar.
Nós se olhamos e concordamos em ficar esperando, nesse calor. Ele era bonito, estava um pouco suado com uma camiseta branca, ele não era muito musculoso, mas também não era gordo. Esse calor me deixava molhada, e por algum motivo ele se excitava também. No seu short dava para ver uma protuberância muito animada por sinal, que ele fazia questão de deixar amostra.
Não sou boba nem nada, coloquei a mão em cima do short e mexi devagarinho. Ele me olhou sem entender muito, mas não questionou. Eu peguei a mochila dele e botei na frente para ninguém ver, logo botei a mão dentro do short e comecei a movimentar no ponto certo. Ele parecia estar gostando, dava pequenos suspiros. Eu aumentava e diminuía a velocidade, torturava-o com devido prazer, sua feição era uma mesclagem de prazer e medo de ser pego no flagra, isso excitou nós dois.
- Faz carinho na minha pepequinha também.
Ele colocou a mão em meio a minhas pernas, e por cima da calça começou a acariciá-la. Ele estava indo lento, devia ser o medo. Era sábado no meio da tarde e nós dois se masturbando na parada de ônibus. Percebi que ele estava perto de gozar, seu pau pulsava e ele suspirava pesado agora.
- Goza tudo na minha boquinha, ok? - falei pertinho do ouvido enquanto me abaixava para abocanhar sua rola.
Engoli aquela rola da cabeça até a base, ele gozou no meio da minha garganta. Enquanto aperta o banco e fechava os olhos com força, seu corpo estremecia com o orgasmo, e ele se deliciava com minha boca.
Foi tudo muito rápido, tinha que ser. Engoli toda a porra, não deixei nenhuma gotinha sair. Ao que parecia ninguém viu nada. Ao longe escutamos o barulho do ônibus que estava prestes à chegar. Nós nos recomponhamos e subimos no ônibus. Subi com a pepeca pingando.

By Alyce.

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