Julinha era o sonho de todo tarado por menininhas. Além de um rosto bonito, alegre extrovertida, tinha um corpinho de dar água na boca.
Lembro da primeira vez que vi. Me deixou louco. A bundinha levemente arrebitadinha de Julinha foi o que mais me encantou, Vestia um moletom bem apertadinho que realssava o rabinho e as coxinhas grossinhas. Com muito adulto por perto, só apreciei, sem conseguir tirar o olho da criança. Ainda tive o cuidado de não chama atenção para não despertar atenção, nem da menina e nem dos familiares. Mas eu sabia que com calma teria uma boa oportunidade, Só tinha que esperar o momentos. Isso aconteceu muitos meses depois. Antes tinha conseguido colocar a menina muito rapidamente no colo. Julinha sentiu a dureza da vara dura, mas foi só.
A primeira oportunidade surgiu quando sabia que teria pelo menos uma hora ou até mais somente nós dois e isso foi quando saimos para ir ao mercado. Ofereci o volante do carro pra menina dirigir. Seu olhinho vidrou nem acreditando que um adulto lhe faria quela oferta. Naquele dia, para minha sorte, Julinha estava com um saiote curtinho e uma mini blusa que colocava aquela barriguinha à mostra. Foi sensacinal.
Foi onde passamos as férias de fim de ano numa chacara e o comercio da cidade ficava um pouco longe. Sem muita coisa para fazer, ofereci o passeio pra menina. O único mercadinho ficava A uns 15 minutos dali. Seus pais autorizaram a saída de Julinha e lá fomos nós.
com a boca seca de nervoso, porque sabia que aquela podia ser nossa única oportunidade, não queria jogar fora a chance de ter a mejina em meu pau. Entrando nocarro puxei a conversa de dirigir. ela foi bem receptiva e entendi que tinha curioside. Ja nos primeiros metros perguntei se ela ja tinha dirigido. Me responde que não, que até já tinha pedido pro seu pai, mas ele não deixou.
- O tio pode te ensinar, meu amor, mas isso precisa ser um segredo nosso. Porque se seu pai não deixou, ele pode não gostar de saber que eu ensinei você.
A menina topou e meu nervosismo e ansiedade fez disparar meu coração. Parei o carro, e chamei a menina para se sentar em meu colo. Inesquecivel descrever aquele momento, porque antes, desde o inicio da conversa, meu pau começou a ganhar ereção. Até Julinha chegar a se sentar em meu colo, já estava quase pronto para receber aquela bundinha. Segurei a menina pela cintura e fui descendo bem devagar, curtindo o momento. antes ajeitei a vara e a coloquei mirando o reguinho na vara que ali se acomodou. Gemi gostoso, como pau ganhando mais ereção já dando pra ver a cabeçorra saindo por cima da bermuda. Senti que o pau se acomodou entre o cuzinho e a bucentinha. Nãp resisti e segurando Julinha pela cintura, fiz uns quatro movimentos de vai e vem... quase gozei. E assim que inevitavelmente gozaria, tamanho era meu tesão por aquele corpinho que foi ficando incontrolável por todos aqueles dias. Liguei o motor e saimos. dei as instruções para Julinha se preocupar só com o volante que o resto eu faria. Engatei uma segunda e muita lentamente seguimos. Com a menina se entretendo com a emoção de dirigir, fui cuidando de satisfazer meu desejo contido. Ela não perebia, mas fui fodendo o rabinho com o pau explodindo dentro da calça Com as duas maãos fazia os movimentos e não demorou para a gozar deliciosamente, melecando toda a roupa. Por sorte na respingou na roupa dela. Chegamos ao povoado , fiz ela sair do colo. e percebi que ela entendeu que tinha alguma coisa além de dirigir o carro naquela brincadeira, Olho em direção ao meu pau provavelmente querendo ver aquele negocio duro que sentiu na sua bundinha. Com a camiseta bem comprida, consegui esconder a meleca e o pau ainda borrachudo. Entramos no mercadinho, compramos o necessario e voltamos. Puxei uma conversa aleatória e Julinha respondeu sem problemas. Entramos no carro normalmente e Perguntei se tinha gostado da experiência de diirigir. Ela responde que sim. Perguntei se queria voltar dirigindo e ela mais que rapidamente diz que sim, já se lavantando e vindo para se sentar em meu colo. Levanto a saia de julinha antes de se sentar, Vejo a calcinha com vários coraçõeszinhos na bundinha. Aquilo me leva ao ceu. Ajeito o rabinho no colo e fico algum tempo ali, parado, ensinando outras coisas sobre dirigir. Ela não presta atenção mas sigo ali pra gahar tempo, Julinha só olhava para frente. O pau vai ganhando ereção e na velocidade que segiriamos, imagino que conseguiria gozar de novo com ela no colo. Já tinha matado a vontade, mas ainda não querendo perder nenhuma oportunidade. Fico mais ousado, colocando a mão na perninha, ela deixa, avança para perto da pepequinha, ela deixa. Com as perninhas abertas , carro andando ela voltava sua atenção para a estrada, Alcanço a pepequinha e Julinha não recclama, Levanto o elástico da calcinha e com o indicador acho o grelinho e faço carinhos. A menina começa a se contorcer em meu colo, esmagando meu pau na pquena e deliciosa bundinha, Não demorou e me faz gozar mais uma vez. Não resisto e solto uns gemidos . A menina parecia pedir mais carinho na bucentinha e me parece gozar . Ouso entrando com o dedo na bucentinha e sinto ela bem molhadinha. Estaciono o carro e faço a menina gozar. Sua respiração é bem forte e acho que consigo fazer ela gozar. Juinha transpira, se recompõe. E provocando a conversa me diz que ela jaa fazia aquilo com o tio da Van. Sentava no colo dele quando voltava para casa e que aquilo era um segredo também entre eles.
A partir daquele dia, passei a me esconder com a menina pela chacara e começo uma série de ensinamentos que ela não tinha experimenatado.
Chupei Julinha, fazendo ela gozar na minha boca várias vezes. Gozeri na bundinha outras tantas, todos sem roupa, mas nunca nem perto de penetração. Foram quse 30 dias assim.
Já em casa, uns bons dias sem Julinha, fico pensando em visitar seus pais.