Quinta feira, 14hs. No lugar combinado, eu parei o carro. E com um sorriso lindo me viu e entrou no carro. Começamos a andar com o carro mas achei mais seguro, entrar no Shopping e estacionar numa vaga onde pudéssemos conversar. E ali dentro do carro... primeiro houve o silêncio, e depois risadas. Acho que se sentia muito encabulada de estar comigo. Mas eu sorrindo, falei, que finalmente estávamos alí. E que era muito gostoso sentir tudo isto mesmo conversando no whatsapp. Entre uma risada e outra senti tua mão tocar meu braço, e isto foi gostoso. Perguntei se eu era muito doido de gostar de sentir prazer assim.
E me respondeu que não, que estava achando muito gostoso. Mas realmente estava muito curiosa de saber se eu realmente obedecia.
E que queria muito viver tudo isto comigo. E eu perguntei meio ingenuamente se queria me treinar para ser teu escravo. E me respondeu rindo que sim.
Olhou na direção da minha calça, porque queria saber se realmente eu tinha colocado minha coleira. E prendido com a corrente.
E eu respondi, que sim... E que adorava prender ele para você. E que me sentia mesmo um escravo quando conversávamos.
E quando mandava eu por um cinto de castidade no pau ou a coleira intima. Sua mão apalpou minha coxa por cima da calça.
Eu estremeci de sentir isto. Desejando que sua mão encontrasse a corrente... e puxei um pouco a camiseta para que visse a corrente saindo da calça e entrando no bolso. A Senhora quer pegar a corrente? Quando falei esta frase, eu já sentia minha boca seca e molhada.
Sua mão encontrou a corrente... puxou o pedaço de dentro do bolso... na mão... que delicia ver isto. Naquele momento a Senhora aproximou seu rosto do meu, olhou minha boca e começou a me beijar a boca. Sua lingua invadiu minha boca a procura da minha lingua, e quando fez isto, sua mão agarrou a corrente e começou a puxar na tua direção, me fazendo sentir o pau e meu saco sendo puxados na tua direção. E comecei a gemer enquanto me beijava assim.
A Senhora percebeu que quando puxava a corrente, eu ficava inquieto do seu lado, e gemia sentindo tua lingua percorrer a minha lingua.
hummm. Sem que mandasse eu automaticamente abri minhas pernas, porque me sentia exposto. Como um objeto.
Enquanto me beijava, sua mão começou a apalpar meu pau sobre a calça. Sentindo que ele estava completamente duro.
Quando parou de me beijar, e se afastou um pouco, mandou eu pegar uma blusa... colocar sobre minhas coxas.
Mandou eu abrir minha calça, porque queria ver o meu pau preso na coleira intima.
Fiz como mandou. E a Senhora viu. O meu pau duro e inchado. A Coleira intima prendia na base do pau e saco. A corrente presa nesta coleira tinha meio metro. Então, com sua mão apalpou minhas bolas. E ao sentir minhas bolas sendo apertadas pelos teus dedos me senti todo entregue.
Sentindo que quanto mais apertava mais eu gemia, seus dedos começaram a me castigas mais.
A Senhora lembrando das brincadeiras no whatsapp, pegou meu pau muito forte apertando ele e soltando.
Encostou tua boca de novo na minha e novamente sua lingua invadiu minha boca, encontrando minha lingua, enquanto sua mão apertava minhas bolas.
E meus gemidos eram sufocados pela tua boca. Soltou meu pau, e sua mão começou a percorrer minha barriga... até encontrar um dos meus mamilos e apertar ele. Eu sentia a dor dos teus dedos apertando ele, e sua lingua brincando com minha lingua.
Depois o outro mamilo. Conforme apertava ele, percebia que eu gemia mais e que meu pau inchava mais.
Se afastou novamente, depois do beijo. Olhando minha cara.
Sua mão pegou novamente a corrente e puxou. Mandou eu falar tudo que falava quando estávamos on line.
Sim Senhora, minha boca serve para a Senhora gozar... Meus dedos servem para a Senhora gozar...
A Senhora queria minha boca lambendo cada centímetro do teu corpo. E queria meus dedos passeando entre os lábios da tua buceta.
E queria ver meu pau duro o tempo todo. Naquela coleira de metal. Puxada pela corrente.
E quando mandasse, eu iria sair com a Senhora para dar prazer e fazer a Senhora gozar muito. Muito. Como nunca gozou na sua vida.
Mandou eu ligar o carro e enquanto eu dirigia puxava aquela corrente na tua direção. Me fazendo sentir que meu pau era tua propriedade.
Que gostoso que é desejar tudo isto, que gostoso é sentir tudo isto.