A primeira vez a gente não esquece...

Por: Marcos • 24/07/2026 • 286 leituras
Capa do conto

Pituca abaixou meu calção, e me abraçou por trás. Senti um negócio relativamente quente e bem duro prensando minha bunda.

Oi gente...esse é meu primeiro conto, comentem, mesmo se não gostarem.
Me chamo Marcos, sou moreno claro, hoje tenho 49 anos, e os fatos aqui narrados, passaram a acontecer, depois que completei 10 anos.
Sempre fui um menino danado, vivia na rua brincando com meus amiguinhos. Em casa, desde bem pequeno adorava andar pelado, para desespero do meu pai, que vivia chamando a minha atenção.
Nessa fase, aos 10 anos, eu já estava mais contido, ficava pelado apenas dentro do meu quarto, assim meu pai não pegava muito no meu pé.
Eu era muito curioso, gostava de uma putaria, já batia punheta pensando nas menininhas da vilinha ou da sala de aula. A molecada se acabava quando via a calcinha de uma delas.
Num certo dia, estava brincando com o Pituca, na casa dele, quando ele me chamou para irmos à laje da casa.
_Ó...o quê a gente vai fazer tem que ficar no segredo...não é para falar para ninguém... entendeu?
_Tá.
Pituca tinha 13 anos, era negro, e era um dos mais sacanas do grupinho.
Eu era doido para fazer troca-troca, e pelo suspense, achei que o Pituca estivesse me chamando para fazer isso lá na laje. Subi a escada cheio de tesão, mas com um certo receio, ele era bem maior e mais forte que eu, na hora do troca-troca, eu tinha que ser o primeiro.
Chegamos à laje, e ele pediu para ficar deitado.
_Bem na hora...ó...fica olhando ali, para aquela janela! Disse ele.
Ficamos meio que escondidos, olhando a janela do banheiro da casa vizinha.
Não dava para ver muito bem, o vidro tinha uns relevos, mas dava para saber que era a Sandrinha, uma menina de 15 anos, uma das mais desejadas da turminha, ela ia tomar banho.
Como a cortina estava totalmente aberta, dava para ver com nitidez, parte o rosto dela. Os vidros com relevos, impediam a visibilidade do restante do corpo, a gente percebia só a silhueta, até a linha da cintura. Era o suficiente para aguçar nossas imaginações, e a ereção veio na sequência. Em silêncio e atentos, ficamos até ela terminar o banho.
Descemos da laje, e voltamos para o quartinho dos fundos. Assim que entramos no quartinho, Pituca me agarrou por trás.
_Ah se eu pego a Sandrinha assim... ahhh.... ahhh...ahhh....nossa ia me acabar...
O safado me agarrou e ficou fazendo vai e vem, simulando uma metida. Dava para sentir o pinto duro me cutucando.
_Pena que ela não dá mole para ninguém. Comentei.
_É...mas quando ela conhecer o neguinho aqui, vai se apaixonar...kkk.
_Deixa de ser bobo Pituca ela te conhece, e nem liga para você....
_Caramba Marquinhos deixa eu sonhar...
_Tá bom...tá bom... continua sonhando, mas me solta, pelo que eu tô sentindo, acho que você está se empolgando....
Ele ainda estava agarrado à minha cintura.
_Ah Marquinhos...só mais um pouquinho...tá gostoso...
_Pode parar...eu não sou a Sandrinha...
Quando falei isso, eu fiz uma brincadeira, esfreguei minha bunda no pinto dele, e me soltei.
Enquanto me afastava, Pituca passou a mão na minha bunda, apertou uma bandinha, e falou:
_Não é...mas tem uma bundinha gostosinha!
_Vai...se liga...vamos voltar para a brincadeira.
Brincamos mais um pouco, e quando eu fui sair para ir embora, ele falou:
_Não esquece...guarda aquele segredo.
Passados alguns dias, durante uma brincadeira de esconde-esconde, eu corri para me esconder num conjunto de casas geminadas, em construção. O terreno era grande, e eu fui na última casa, onde a obra estava mais atrasada, tinha muito mato ao redor, e ainda estava no alicerce, mas o interessante, é que lá tinha um quartinho de ferramentas caindo os pedaços, as paredes eram de madeira, e na cobertura, faltavam telhas. Os meninos não costumavam ir lá, tinham medo que a estrutura caísse. Era meu lugar preferido.
Quando estava entrando no quartinho, vi o Pituca atravessando o matagal, vindo na minha direção.
_Vai para outro lugar...aqui é meu esconderijo. Falei.
_Agora não dá mais...se eu voltar o Guinho vai me achar...
Ele entrou, e eu encaixei a porta.
_Com tanto lugar você vem bem no meu esconderijo? Assim o Guinho vai achar a gente fácil! Resmunguei.
_Se você não parar de falar ele vai nos achar mesmo....
Ficamos em silêncio, e eu fiquei olhando por uma das várias frestas que haviam.
Aproveitando um momento de distração, enquanto olhava pelas frestas, Pituca abaixou meu calção, e me abraçou por trás. Senti um negócio relativamente quente e bem duro prensando minha bunda.
_Tá doido? Você tá pelado! Falei.
_Xiiiiiiii....quieto, assim ele nos acha....
Tentava me desvencilhar dele, mas o que estava conseguindo era deixá-lo mais excitado, esfregando minha bunda no seu pau.
_Só um pouquinho! Cochichou ele ao meu ouvido.
Fiquei arrepiado com a boca dele quase tocando meu ouvido, quando fiquei quieto, senti o pinto dele pulsando, atravessado na minha bunda. Meu pinto ficou duro.
_Isso....fica quietinho, e só um pouquinho...
Como estava gostoso, fiquei quieto, e fingi ficar olhando pelas frestas. Pituca se aproveitou e ficou esfregando o pinto na minha bunda. Não satisfeito, ele se ajeitou, e colocou a cabeça no meu rêgo. Que tesão eu senti, meu pintinho ficou duríssimo.
Pituca forçou um pouco, e a cabeça entrou no meu reguinho. Me segurei para não gemer. Mas acabei me entregando, instintivamente, abri um pouco mais as pernas. Pituca percebeu, e empurrou o pinto até o fundo do meu rego. Ficou cutucando, e tocou meu buraquinho. Agora não deu para segurar, me estremeci e soltei um gemido.
_Deixa eu enfiar só a cabecinha? Murmurou ele ao meu ouvido.
_Ai Pituca....olha o que você está me pedindo...
_Vai...deixa...é só a cabecinha...eu juro que não conto para ninguém...
Aquela cabecinha cutucando meu cuzinho, estava incendiando meu corpo, eu estava doidinho de tesão, e não consegui retrucar o seu pedido.
Acabei não falando nada, mas dei mais uma afastada nas pernas, e inclinei o meu tronco para frente. Ele entendeu como um sim.
Pituca passou bastante saliva na cabeça da rola, e voltou a encaixá-la no meu buraquinho. Foi forçando, forçando, e minhas preguinhas foram se abrindo. Não demorou, e a cabeça entrou. Nossos gemidos saíram simultâneos.
_Tá doendo? Perguntou ele.
_Não...não...
_É gostoso pra caralho! Dizia ele.
Pituca passou a fazer movimentos curtos de vai e vem. Os movimentos eram lentos, e eu delirava, era muito bom. Atordoado de tesão, nem pensei, joguei meu corpo para trás, e enterrei a rola toda no meu rabo. Novos gemidos de ambos.
Mais confiante, e percebendo que eu estava gostando, Pituca socou com mais força, mas foram poucas estocadas, logo ele me agarrou com força, e falou bem baixinho ao meu ouvido:
_Vou gozar...
Eu não entendi direito.
_Vai o quê? Perguntei.
_Vou gozaaaaaaarrrrrrrr...
Senti um negócio quente entrando dentro de mim. Pensei que ele estivesse mijando em mim, tentei escapar, mas Pituca me segurou mais forte.
_Espera...espera...essa é a parte mais gostosa. Dizia ele gemendo sem parar.
_Mas você está mijando em mim. Retruquei.
_Não é mijo....ahhh...é porra...já tá acabando.
Ainda senti o pinto pulsando dentro de mim, e aos poucos foi amolecendo. Logo em seguida ele tirou.
Assim que tirou o pinto, a porra começou a escorrer pelas pernas. Nunca tinha visto aquele líquido esbranquiçado.
Me limpei com uma camisa velha que estava por ali, saímos do esconderijo, e caminhamos de encontro aos outros meninos.

Sua imaginação também tem espaço aqui.

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