A Primeira Vez Que Comi uma Cadela

Por: simone-garcia-575 24/07/2026 2 leituras
Capa do conto

Isso aconteceu á alguns anos e devo dizer que eu mesmo fiquei surpreso com a minha perversão.

Eu tinha arrumado emprego de caseiro, jardineiro, um faz tudo na prática, pra uma perua velha (que não dava pra pegar de jeito nenhum, ela era feia e enrugada demais) e ela tinha uma cadela de estimação, uma doberman escura que tinha um bom tamanho e que era até mansa, mas tinha um comportamento estranho, meio "esnobe" digamos assim, parece que realmente os cães ficam parecidos com os seus donos, porque aquela cachorra era uma perua, só fazia as necessidades no mesmo lugar, gostava de tomar banho (ao contrário da maioria dos cães) e só comia ração cara.

Enfim, a coroa precisou viajar e não podia levar a cadela, então pediu pra eu tomar conta dela.

Até então eu nunca tinha tido qualquer maldade ou interesse com cachorras, mas isso mudou quando a perua falou que a bicha tava no cio e que era pra tomar cuidado pra ela não fugir e cruzar com qualquer cachorro de rua.

Ao saber que a cadela tava no cio eu tive pela primeira vez a curiosidade de olhar pra boceta dela e pronto, foi aí que a merda aconteceu.

A visão daquele bocetão preto e inchado deixou o meu pau duraço.

Eu fiquei surpreso comigo mesmo e até tentei resistir esse estímulo que considerava não natural, mas aí eu fiz a outra "besteira", por curiosidade fui pesquisar videos de caras pegando cadelas e fiquei mais excitado ainda ao saber que além de dá certo, parecia bom pra caralho.

A decisão de enfiar o pau na cadela tava tomada.

Como só tava eu ali e sem o risco de alguém aparecer, resolvi investir no meu plano de acasalar com aquela fêmea de outra espécie.

Como a cadela já me conhecia e gostava de mim á essa altura, ela nem desconfiou quando uma tarde eu a chamei pro meu quarto.

Fechei a porta, sentei na cama e pedi pra ela subir.

Ela ficou me olhando, acho que já sabia o que tava pra acontecer, mas obedeceu e subiu.

Comecei a fazer carinho e brincar com ela na cama e a puta deitou com a barriga pra cima, aquele bocetão bem a vista.

Comecei a alisar aquela chota e ela deixou, então eu enfiei os dedos, tava molhadinha e muito quente.

Nem preciso dizer que á essa altura o meu pau tava quase rasgando o short e o pré-semen já havia me melado todo.

Tirei logo a roupa e a cachorra ficou toda louca, ainda mais alegre, ela realmente sabia que a gente tava pra fuder.

Dei o meu pau preto pra ela lamber e ela fez com gosto.

Depois de um tempo tirei ela, era hora de meter.

Fiz ela ficar de pé na cama e fiquei em pé atrás dela no chão, ficou na altura certinha, me posicionei e meti vara á dentro.

Puta merda foi uma das melhores sensações da minha vida.

Aquela boceta era quente e apertada pra caralho e tava muito molhada, me labuzando todo, mas eu não tava nem aí, eu só queria meter.

Ela só tinha um cotoco de rabinho, mesmo assim ficou abanando ele freneticamente, indicando que tava gostando tanto quanto eu.

No começo não entrava tudo, mas depois o meu pau, que é médio pra grande tava todo dentro dela e a vadia me prendeu.

Achei aquilo esquisito no começo, mas resolvi aproveitar, porque era muito bom, as sensações que eu estava tendo no pau, principalmente na cabeça eram indescritíveis.

Meti o quanto eu pude, era excitante puxar o pau pra fora e ver a boceta canina vindo junto grudada nele, finalmente eu tinha entendido porque tantos caras gostam de comer cadelas, porque é gostoso pra caralho.

Enfim, eu não aguentei mais e gozei, esvaziei o saco naquela chota de cachorra.

Poucos minutos depois já tava eu de novo engatado na cadela, agora de ladinho, ela deixava fazer em outras posições e experimentei tudo o que pude com ela.

Eu mal fazia o meu trabalho, nos dias que a coroa tava viajando, aquela puta canina quase me matou, era toda hora, o tempo todo, eu até emagreci.

Depois disso, sempre que ela tava no cio e eu tinha oportunidade, eu dava um jeito de meter na cadela, na maioria das vezes quando a velha não tava em casa, mas teve vezes que a noite, depois que a coroa ia dormir, eu levava a cachorra pro meu quarto e comia, essas fodas arriscadas eram ainda mais excitantes.

Infelizmente depois que a velha morreu, eu acabei perdendo esse emprego e a minha amante canina acabou com os parentes dela, eu até queria ficar com ela, mas não tinha como na época.

O que acho mais engraçado nisso é que a velha não queria de jeito nenhum que a cachorra cruzasse com qualquer cão por aí, mas ela nunca previu que o perigo que a cadelinha dela corria era o de um pau humano, kkkkkk.

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