Ele ficou puto comigo, mas dei uma prensa e ele aceitou. A família ficou contra também, ninguém queria a responsabilidade de levar e buscar, e la fui eu. No primeiro dia, levei ele até a porta, esperei ela atender pra ter certeza de que ele não fugiria, e ela atendeu, num vestidinho amarelo, curto, bem folgado, que desenhou muito bem aqueles peitões todo que ela tinha. Me cumprimentou com um beijinho no rosto e toda delicada levou ele para dentro. Peguei ele na hora do almoço e fomos tomar um lanche e ele todo animado disse que ela é diferente da sala de aula, toda meiga, brincando e ensinando de um jeito simples. Pois bem, passaram-se semanas, a cada semana aquele moleque mais animado com a aula, todo mundo surpreso com o avanço, e eu comecei a sacar que ele queria voltar correndo pra casa depois da aula, estava cansado mesmo. Um sábado decidi leva-lo a porta novamente, e contar para ela que todos estavam agradecidos, e qual a minha surpresa, ela estava um baby-doll rosa, quase todo transparente, e quando me viu ficou tensa, nem conseguiu conversar, tampando as tetas com a mão, mas a calcinha era micro. Fiz que não tinha notado, me despedi e dei um beijinho nela, e sai. Mas decidi esperar um pouco, fiquei uns 20 minutos parado no carro e voltei la, dei a volta pelo corredor lateral e alcancei uma janela, quando olhei para dentro vi aquela delicinha ajoelhada chupando o pau do moleque, ele com a cabeça pra tras sentado numa poltrona e ela se acabando na mamada nele. E logo ela levantou, e se virou, foi ai que vi que não estava mais com a calcinha, deu pra ver legal as tetas dela, e vi ela sentando no pau dele, ela sentou, rebolou, ele apertou as tetas dela e ela cavalgou de costas uns minutos, logo depois ela virou e sentou no colo dele, esfregava os peitos na cara dele, meteram assim um tempo, ela rebolava gostoso, o moleque dava chupões nas tetas e ela pulava no colo dele. Logo ela saiu do colo dele, toda manhosa, com carinha de quem gozou gostoso, ficou de quatro no sofá, o moleque foi e meteu atras dela, ele encaixou com calma, ela gemeu alto de novo, ele meteu no cuzinho dela, e afoito não deve ter lubrificado bem, a mulher se contorcia, ele meteu forte, ela gritava abafando com a cara no sofá, e em minutos ele gozou, ficou parado com aquela cara de quem estava esgotado, foi tirando, e eu vi ela ficar uns minutos com a cabeça enfiada nas almofadas, quando o corpo parou de tremer ela levantou toda dolorida e foi ao lavabo. Fiquei de pau duro o tempo todo, sai e fui dar uma volta para espairecer. Quando peguei ele depois fui a uma lanchonete, ele não queria, mas eu disse que precisávamos conversar, e la sentado disse: então quer dizer que na aula de ciências particular rola chupada, trepada e gozada na professora? O moleque perdeu o ar, seu pânico era evidente, o acalmei e disse que precisava tomar cuidado, não percebi se ele usava camisinha nem nada, e ela poderia engravidar, enfim, tinha que por ordem na coisa, e ele disse que ela tomava remédio, mas que gozar somente “na bundinha”. Contou ainda que o marido a largou por uma aluna dela, e que as coisas aconteceram de uma forma muito carinhosa, ela carente e ele com folego, é a receita da putaria. Enfim, conversei com ele, disse que só fui investigar por que ele estava se comportando estranho e os outros iriam notar, que era para ficar mais esperto.
Durante a semana meu irmão estava viajando e a escola me ligou, fui até la e havia um problema com a documentação dele, faltavam alguns dados, e eu fui preencher e ela entrou na sala, com seu vestido no joelho, sem decote, mas com uma carinha muito mais feliz do que a primeira vez que nos falamos, mas quando ela me viu seu semblante mudou, ela gaguejou e saiu. Naquela tarde ela me ligou e pediu pra passar na casa dela a noite, depois eu conto o que rolou!