Michelli se vestia como uma mulher ordinária e vadia. Usava vestidos muito curtos, vulgares e decotados com uma sandália altíssima e fazia uma maquiagem carregada e chamativa. Parecia uma piranha de rua.
Nas casas de samba que frequentávamos gostava de chamar a atenção dos machos com seu jeito de mulher fácil e oferecida. Depois de 2 ou 3 caipirinhas, Michelli se soltava e provocava todos os homens que a olhassem. Rebolava sua enorme bunda como uma passista de escola de samba e olhava descaradamente para todos os caras que se aproximassem de nossa mesa com a intenção de abordar a vagabunda. Os caras a tiravam para dançar e aí começava a putaria. Ela era bolinada de maneira vulgar, se esfregava nos caras, beijava os machos sem o menor constrangimento ou pudor. Fazia um enorme sucesso com os machos sempre sedentos de dela se aproveitar. A vadia era a rainha desses lugares, sempre liberada e cada vez mais ousada e disponível. As pessoas nas mesas ao lado percebiam claramente que se tratava de uma vagabunda que apesar de acompanhada se entregava a outros caras.
Até que um dia, Michelli e o corno me pediram para organizar uma farra com vários caras em que ela seria comida por todos, numa verdadeira suruba em que ela se entregaria a todos os machos e agiria como uma escrava sexual. Contatei alguns caras e fomos para a casa de praia de um deles. Era um final de semana e passaríamos 3 dias fodendo a vadia. Durante a viagem, já no carro, Michelli chupou o meu pau e dizia estar com enorme tesão de se entregar para vários homens ao mesmo tempo. E assim foi feito. Ao chegarmos na casa, eramos 6 homens, além do corno que apenas assistíria a putaria que faríamos com sua esposa. Foram 2 dias e 3 noites em que a vaca foi submetida a todo tipo de perversão e foi comida por duplas e trios de machos como uma puta rampeira. Ela havia levado alguns biquininhos, mas mal pode usá-los pois vivia nua apenas levando rolas na boca, cú e buceta. Fizemos de tudo com a vagabunda, que queria cada vez mais paus, cada vez mais rola e cada vez mais porra.
Era verão e fazia um calor insuportável e Michelli suava por todo seu corpo pois não tinha folga. O suor escorria por sua face, pelos peitos, costas e pernas. Como eramos 6, sempre havia alguém para fodê-la e a puta não parava de trepar. Incrível aquela mulher que não se saciava e sempre queria mais e mais. Houve um momento, já no domingo, em que todos gozamos em seu corpo. Seu rosto e cabelos ficaram encharcados de porra e ela engolia o que era possível.
O gran finale foi uma chuva dourada com ela ajoelhada em frente a nós e levando na boca e rosto a urina dos 6 e mais a do corno.
Foi bom, mas Michelli e o corno se mudaram e estou a procura de outro casal, cuja mulher seja vadia e exibicionista e que tope participar de festinhas desse gênero.