A putinha feiticeira 2

Por: shampoo-psi-1 24/07/2026 1002 leituras
Capa do conto

Aline tem 8 anos e já tá grávida depois de ter dado pra vários depois de descobrir que a bucetinha dela tem poder de seduzir.
"Vou ter a criança mamãe e ela vai ser puta igual eu" murmurou Aline com os olhinhos brilhando de malícia. Clarice, com o coração em pedaços, aceita o fato de que agora tem que enfrentar as consequências da maldição que o pai lhe deu. A vida delas se torna um ciclo de humilhação e prazer, com Aline explorando cada homem que passa a vontade.

Um dia, Aline sentiu os primeiros sinais de parto. Clarice, com medo e insegurança, tentou fazer de tudo para acalmá-la. "Vai ficar tudo bem, minha lindura. Só respire fundo." Disse com a voz tremendo, mas Aline gritou de dor e pedia por alguém que a fizesse parar. "Não dá, mamãe. Não dá!"

A sala de parto do hospital era pequena e desconfortável. Os gritos de Aline ecoavam pelas paredes sujas e os olhares dos enfermeiros eram de desaprovação. Clarice, com a cara suada e os olhos vermelho de choro, segurou a mão da filha e fez o que pôde para diminuir a angústia dela. O doutor, um homem velho e cansado, informou que a criança iria nascer em breve.

O rosto de Aline, com a maquiagem corrida e os cabelos emaranhados, expressava a mistura de medo e exaltação. Ela empurrou com tudo o que tinha e, por fim, sentiu a boca da vagina estalar. Uma onda de alívio a inundou, mas rapidamente se transformou em novo terror. Clarice, que havia dado à luz a Aline em circunstâncias semelhantes, sabia que isso era apenas o começo.

"Por favor, mamãe, me ajude!" implorou Aline, com a pequena barriguinha proeminente a tremer com o esforço. Clarice, com as mãos ensopadas em suor, tentou ser firme e encorajadora. "Só um pouco a mais, Aline. Puxa, puxa, minha menininha!" O doutor observava com cautela, mas sem a mesma emoção que a mãe.

O bebê nasceu com um grito agudo, ensanguentado e coberto de fluidos. Clarice, que não via a cara do medico, notou que ele se afastara. "O que houve, doutor?" Perguntou com a garganta seca.

"Nada senhora é uma linda menina "disse o doutor com um tom que Clarice achou estranho. Ao olhar para o rosto de Aline, Clarice viu um reflexo de medo no olhar dela, mas a menina não parou de chorar de alegria.

Aline segurou a bebezinha em seus braços, os olhinhos brilhando de alegria, mas Clarice sentia um peso no coração. A bebê, que eles haviam decidido chamar de Luna, era realmente bonita, mas a preocupação com o futuro dela era inescapável. A pequena Luna chorou e agarrou o seio de Aline, que sorriu de cansaço e ternura.

"Aline tem certeza que quer que ela tenha seu destino?" Clarice perguntou com os olhos encharcados de lágrimas, observando a criança inocente se agarrando desesperada à mama. Aline, exausta mas determinada, ergueu o olhar. "Mamãe, eu amo você, mas isso é o que sou. E Luna será minha herdeira." Clarice abraçou a filha, mas no fundo, sentia o peso de um ciclo interminável se repetindo.

Logo depois da bebê dormir Alice chamou o doutor e começou a chupar o pau dele com gula. Clarice, que agora entendia que a maldição de Aline era inevitável, fez o que pôde para se afastar da situação. "O que é que você fez com minha filha?" Clarice gritou com raiva, mas o doutor simplesmente respondeu com um olhar cúmplice. "Eu apenas acelerei o processo. A natureza dela é essa, e acho que você sabe disso."

Aline continuou a explorar o doutor com prazer, o que era evidente em cada grito e gemido que saía de sua boca. Clarice sentiu-se revoltada e humilhada, mas ao mesmo tempo, incapaz de intervir. A maldição que pairava sobre elas parecia ter tomado conta da realidade. Mesmo assim, ela prometeu a si mesma que cuidaria de Luna com tudo o que tinha.

O médico continuou sendo chupado por Aline, e Clarice sentia-se cada vez mais impotente e enojada com a situação. Aline parecia adorar cada centímetro do pau do homem, o que só servia para reforçar o ciclo maldito que elas viviam. Clarice olhou para a bebê adormecida, Luna, e fez uma promessa a si mesma: faria tudo o que pudesse para que a vida dela fosse diferente.

O médico geme e ejacula na boca de Aline que engole tudo com frenesi. Clarice se sente nauseada, mas sabe que é inútil se rebelar contra a vontade da filha. Aline continua a explorar os homens que a cercam, o hospital se tornando um cenário surreal de perversidade e degradação. Clarice observa, cada vez com mais desgosto, a voracidade com que Aline se entrega a estes estranhos, mas sabe que a maldição que a aflige é inexorável.

Chega o aniversário de 7 anos de Luna, e Clarice se esforça para lhe dar um dia inesquecível. Com medo de que a maldição venha a atingir a neta, Clarice tenta manter a criança afastada do mal que persegue a família. Organiza uma festa de aniversário em um parque, com balões, bolo e brinquedos. Luna brinca inocentemente com as crianças da vizinhança, sem saber o que a aguarda.

Luna vai até o banheiro e sente sua bucetinha coçar. Clarice, que acompanhou, fica assustada com a pergunta que Luna faz: "Mamãe, o que é isso?" Clarice sabe que é a hora de falar da verdade, mas o medo da reação da filha a paralisa. "Não se preocupe, minha luz, é... é um dom. Uma coisa que as mulheres de nossa família têm." Luna, com os olhinhos cheios de inocência, fica intrigada.

Ao sair do banheiro Luna nota os olhares do palhaço que atendia a festa. Mesmo com a cara pintada e a roupa colorida, Clarice sente o homem avaliando a filha. A criança, que tem a mesma aura sedutora que Aline, desconhece o perigo que representa. Clarice, com um nó no estômago, puxa Luna com urgência e os leva embora do parque.

Aline as alcança e diz furiosa "ela é minha filha e vai seguir meu destino!!" Clarice, com medo e raiva, sente que perdeu a luta por Luna. A maldição parece ter tomado conta da criança, assim como tomou conta dela.

Aline abraça Luna e tira a calcinha da filha, expondo a bucetinha que, agora, era tão sedutora quanto a dela. Clarice sente as lacrimas rolarem pelas bochechas, mas a criança ri, aparentando adorar a atenção que a mãe dá a ele. "Mamãe, posso brincar com o palhaço?" Pergunta Luna com os olhinhos brilhando de inocência.

"Vai lá minha putinha" sussurrou Aline, passando a lingua por cima da bucetinha de Luna, que sorriu de contentamento. Clarice sentia o coração apertando, mas agora sabia que era inevitavel. A maldição se estendia por gerações.

Luna não se importou com as outras crianças e já foi pegando no pau do palhaço, que ria nervosamente. Clarice sentia os olhares dos pais presentes na festa, que se distanciaram da cena com repulsa. Era evidente que a maldição que afetava Aline agora se estendia a Luna.

Aline, com um sorriso malicioso, empurra Clarice. "Vai embora, mamãe. Acho que você e eu sabemos que Luna vai continuar com a nossa tradição." Clarice, com o coração estilhaçado, sai do parque e vaga pelas ruas, sem rumo. A noite caiu e a chuva começou a cair, mas Clarice não sentia frio, sentia apenas vazio e impotência.

Luna abocanhou a rola do palhaço e começou a chupar com entusiasmo. Aline assistia com tesão a filha chupar com tanto talento, orgulhosa da herdeira que lhe nascera. Clarice, com o coração apertado, observava a cena a distância, sentindo-se cada vez mais isolada.

O palhaço guiava a cabeça da menina com habilidade, apertando o rabo com a mão enluvada. Luna gostava do sabor salgado e do calor que a envolvia. Clarice, a observando a cena, sentia um nó no estômago que se apertava a cada gesto da filha. A maldição que ela desejava com tudo o que tinha de evitar, agora se repetia.

O palhaço olhou pra Aline querendo penetrar Luna mas Aline negou então o palhaço começou a foder a boquinha dela e Luna gostou, o homem sentia o calor da boca da menina e cada gesto que Aline fazia, cada grito de prazer que a menina emitiu, era um passo em direção à confirmação da maldição. O pau do homem entrava e saia da boca de Luna com facilidade, a criança mastigando o sabor e se entregando a ele. Clarice, que assistia a cena a um canto do parque, sentia um nó na garganta.

O palhaço ejaculou na boca de Luna e Aline gritou de alegria. Clarice, que assistia impotente, sentia um nó na garganta. "Eu te disse que era inevitável, mamãe." Disse Aline, limpando a baba da filha com a mão suja. "Agora você sabe que Luna é minha herdeira."

As crianças olhavam curiosas aquela cena os pais visivelmente excitados. Clarice, com a garganta seca e os pulos acelerados, sabia que a vida de Luna mudaria para sempre. Não podia mais negar o que era inevitável. A maldição se perpetuava e Luna seguiria o caminho de Aline.

Os pais começaram a fazer o mesmo com suas filhas, o que levou a um cenário descontrolado no meio do parque. Clarice assistia com horror, mas sem forças para interromper. Aline, que agora se via como a matriarca da perversidade, se sentia completa. Sua maldição se espalhava e era acolhida com prazer.

Dessas garotinhas que chupava com voracidade se destacava Marta de 8 anos, a amiguinha preferida de Luna. A pequena, com o cabelo comprido e os olhinhos azuis, chupava o pai com tesão, e Clarice sentia-se cada vez mais perturbada. Mesmo com a distância e o caos, Clarice podia ver a excitação em Luna e em Aline.

Os pais não se controlaram e começaram a penetrar as crianças em todos os lugares do parque. Clarice, paralisada com horror, testemunhava a perda da inocência de Luna e dos demais filhinhos. As risadas e os gritos de prazer se misturavam com os gritos de desespero e a chuva que caía sem parar. Era um quadro de depravação que a enchia de raiva e desgosto.

Luna era penetrada pelo porteiro Marta pelo pai do palhaço e por outro homem que Clarice reconhecia do supermercado. Aline, sentada em um banco coberto de musgo, olhava a mãe com um sorriso sarcástico. "Parece que você perdeu a brincadeira, mamãe." Disse a menina, com a boca cheia de sêmen.

Clarice, que tentara proteger a neta, agora via tudo desmoronando em torno dela. Os gritos de prazer e os gemidos dos pais se fundiam com as risadas e os protestos das crianças. Era um caos sem fim, com a maldição se aprofundando cada minuto.

Luna, a pequena de 7 anos, agora com as pernas abertas e o rosto coberto de sêmen, gritava com cada penetração. O pai de Marta, com o pênis molhado de excitação, empurrou com força em Luna, fazendo a criança sentir dores que estremeciam todo o seu corpo. Clarice, que desejava que isso parasse, sentia os olhos se encherem de lágrimas.

Aline, que agora era o alvo de todos os homens, continuava a se entregar com prazer. Sua vagina, que já era ampla e experiente, era a fonte de todo o desejo. Os homens que a penetravam gritavam com cada movimentos, e o som do sexo se misturava com o da chuva que caía.

Aline que tinha 15 anos era penetrada por três homens, Luna revezava entre o pai de Marta e o porteiro e Marta estava cercada por 5 homens que a penetravam em todos os buracos, o pai de Marta empurrava com força o pau no cu de Luna que gritava com cada movimentos. Clarice, que agora se tornara um fantasma da consciência de Aline, via o que acontecia com impotência.

O pai do palhaço, agora um homem obeso e suado, empurrava violentamente a criança com a rola que parecia um tronco de um carvalho. As menininhas agora estavam acostumadas a serem penetradas e gostavam de sentir os paus duros e grossos se movendo em suas vaginas jovens e apertadas.

Luna, com os olhinhos cheios de sedução, mastigava o pau do homem com voracidade, tentando acomodar cada centímetro em sua boca. Clarice, que se escondia atrás de um arbusto, podia ver o desejo nas caras dos homens que agora cercavam Luna. A maldição que a afligia a família se estendia, e agora era a hora de Marta se tornar a nova vítima.

O pai de Marta, com o rosto distorcido de lúbrica, puxou a menina para cima dele. Marta, com um olhar confuso, permitiu que o homem empurrasse a rola na sua pequena vagina. Luna, agora experiente, guiou a amiguinha por aquilo que iria ser o início de uma vida repleta de humilhações e prazeres perversos. Clarice gritou, mas o som se perdeu no meio dos gemidos e grunhidos dos homens que se satisfaziam com as crianças.

A festa acabou com todas as meninas lotadas de espermas. Os homens, satisfeitos, se afastaram, deixando as crianças em meio à poeira e à lama. Luna, com a barriguinha cheia, olhou pra Clarice com os olhinhos brilhando. "Mamãe, gostei! Quero brincar com os homens daí em diante!" Clarice sentiu um pedaço do coração se quebrar.

Sua imaginação também tem espaço aqui.

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