Sueli está com 36 anos, loira, 1,68m, 60kg, 95 de busto, 70 de cintura e 96 de quadris. Linda e vaidosa, adora se bronzear em sua piscina, sempre muito discreta, apesar de alimentar o desejo da paixão em sua vida normal de mãe, dona de casa, católica praticante e esposa exemplar.
A situação começou a mudar para Sueli de forma inesperada, com um acontecimento extremamente complicado. Chegou uma nova aluna na escola em que Sueli é diretora. A família veio do nordeste e a menina de jeito extravagante logo veio a ser alvo de comentários e piadinhas. Os fatos com a menina só foram se agravando. Na aula de Religião ela se declarou atéia e acabou sendo insultada pela professora, uma freira conservadora. A turma adolescente entrou na pilha e passou a chama-la de bruxa. Numa aula de educação física entrou em briga com outra menina e as outras acabaram também batendo nela, acabou com uma fratura no pulso. Resultado: o pai dela, advogado, entrou com processo contra a escola.
Após muitos encontros tentando demover o pai da menina da ideia do processo, já que Sueli queria manter a reputação da instituição, foi marcado um encontro no escritório dele. Sueli estava esperançosa de que tudo poderia ser ajeitado, e como já tinha observado os olhares que Valdir lhe dava, foi com uma blusa mais decotada. Chegou, se sentou em frente a ele, Valdir já estava tendo uma atitude gentil com Sueli. Ela agradeceu ele estar solicito, mantendo o diálogo. Observou ao vê-lo que era um homem atraente. Moreno, 1,80m, cabelo curto, aparentando uns 40 anos, corpo em forma.
Sueli havia pago todo o tratamento da filha de Valdir, tanto clinico como psicológico, e ele disse que estava grato por isso e esperava pela proposta dela para encerrar a questão. Sueli pediu para ir ao banheiro, lavou o rosto, não queria oferecer dinheiro, não sabia o que fazer. Abriu mais um botão da blusa, viu que estava sensual e pensou em tentar resolver tudo na conversa. Sentou novamente em frente a Valdir e foi conversando, viu que seus olhos estavam fixos em seu decote. Valdir se levantou, veio por trás de Sueli e lhe abraçou, com suas mãos já tocando os seios dela.
Sueli se levantou contrariada e ia saindo da sala, mas Valdir a impediu e disse calmamente: “Se você sair agora continuo o processo, a escola será fechada e você ficará totalmente ferrada, pois vou alegar que tudo o que pagou foi suborno para eu ficar quieto. Se você ficar tudo estará resolvido”. Sueli percebeu que não tinha jeito e pensou: é um sacrifício pelo bem da escola e da nossa sociedade.
Aceitou o beijo de Valdir sentindo sua língua afoita e suas mãos percorrerem seu corpo. Valdir foi tirando a roupa de Sueli, devagar. Ela estava nervosa e submissa. Ele tirou o pau da calça e aproximou a rosto de Sueli. Ela lembrou que não mais chupava seu marido porque ele sempre gozava em menos de um minuto e isso a enojava, mas pensou... assim vai terminar tudo bem rápido. Colocou o pau de Valdir em sua boca e começou a chupar. Depois de um tempo, percebeu que ele era grande, mas agradável e se sentiu mal ao ver que estava gostando.
Valdir a deitou no chão e começou a sugar a bucetinha raspadinha. Sueli começou a se esforçar para parecer indiferente, mas estava adorando. Começou a se contorcer e explodiu num grito de gozo. Valdir riu e disse sarcástico para ficar mais quietinha senão viriam ver o que estava acontecendo. Deu a ela uma camisinha e Sueli, envergonhada e excitada vestiu aquele pauzão que ela ainda tentava não querer. Valdir veio por cima e sussurrou para ela ajudar a colocar. Sueli abriu as pernas e recebeu o cacete duro em sua bucetinha, soltando mais um gemido. Valdir começou a beijar Sueli enquanto metia com carinho e firmeza. Ela desistiu de resistir e suas línguas se encontraram num longo e ardente beijo.
Valdir colocou Sueli de 4 e começou a meter com força. Ela voltou a gozar, sentindo o pau no fundo de sua bucetinha. Ele tirou a camisinha antes de gozar e encharcou as costas de Sueli com seu esperma.
Sueli foi ao banheiro se recompor e se vestir. Voltou encabulada. Estava mais envergonhada por ter gostado do que pelo que havia acontecido. Estava diante de um homem chantageador e estranho, mas tinha pela primeira vez na vida gozado duas vezes seguidas. Valdir ainda lhe disse que poderiam ser amigos e se encontrar mais vezes, Sueli nada podia dizer, mas retribuiu o beijo carinhoso antes de se despedirem.