A Sociedade do Anel
Meu nome é Bruno. Tudo começou naquelas brincadeiras entre garotos: o troca-troca. Eu percebi que ao ser o passivo sentia mais prazer. Mas não admitia ser um viadinho, queria ser um machinho. Mas nem de longe parecia ser um. Afinal eu era bem branquinho, lisinho, com seios inchados e rosados e meu bumbum era bem empinado. Até que um dia só voltar pra casa vindo da escola, eu fui abordado por um grupo de garotos da comunidade. Quase todos eram mais velhos. Eles me pegaram pelo braço e me levaram para uma viela escura. Eu já imaginei o que me esperava, então disse a eles que não me batessem, que fossem bons comigo e eu faria o que eles quisessem. Então resolveram me levar pra casa de um dos garotos. A casa estava vazia e me levaram para um quarto. Eram cinco ou seis garotos, quase todos mulatos e negros. Eu tirei a camiseta e o meu shortinho de malha. Quando me viram pelado ficaram de pau duro. O mais velho que se chamava Fernando me botou de quatro sobre a cama expondo o meu ânus rosado. Senti suas mãos na minha cintura e acomodou a glande na entrada do meu cu. Sem lubrificante algum ele começou a estocar seu pai dentro de mim. Os outros ficaram com mais tesão e começaram a bater punheta ao verem aquela cena. Apesar da dor inicial, aos poucos, meu cuzinho foi laceando e eu comecei a gemer. Notei que meu pintinho estava durinho e saía um líquido dele, mas nada se comparava ao pau dele. Era grosso e me preenchia todo. Instintivamente comecei a rebolar para sentir todo a rola dele no meu cu. Ele gozou ferozmente e me encheu do seu leite. Mal tive tempo de me limpar e um a um todos me comeram. Fizeram do meu cu uma sociedade.
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