A submissa

Por: felipe-363 • 09/07/2026 • 486908 leituras
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Julinha, a ruivinha submissa de cabelos flamejantes e olhos verdes cheios de devoção, sempre sonhou em agradar seu patrão Gabriel. Ele era um gordinho simpático, com barriga proeminente e um sorriso malicioso que a fazia tremer de excitação. Aos 22 anos, ela trabalhava como secretária em sua pequena empresa em Santa Luzia, e sua submissão ia além do horário comercial – era um pacto secreto de obediência total.Naquela noite chuvosa de quinta-feira, Gabriel a chamou para o escritório após o expediente. "Hoje você vai aprender uma lição de verdade, Julinha", disse ele, afundando na poltrona de couro, a calça já desabotoada. Ela se ajoelhou devagar, o coração acelerado, vestindo apenas a saia justa e a blusa branca que ele adorava rasgar. Seus cabelos ruivos caíam como uma cascata sobre os ombros enquanto ela se aproximava do membro grosso e pulsante de Gabriel, que pulsava com expectativa."Abra bem, ruivinha. Garganta profunda, sem hesitar", ordenou ele, segurando sua nuca com mãos firmes. Julinha obedeceu, os lábios macios envolvendo a cabeça inchada, a língua rodopiando devagar para lubrificar. Ela desceu mais, centímetro por centímetro, sentindo a grossura esticar sua boca. Lágrimas brotaram em seus olhos quando o pau atingiu o fundo da garganta, bloqueando o ar. Gabriel gemeu alto, empurrando os quadris para frente, fodendo sua boca com ritmo crescente.Ela engasgou, saliva escorrendo pelo queixo e pingando nos seios expostos, mas não recuou – era a lição que precisava aprender. "Boa garota submissa... engole tudo", grunhiu ele, segurando-a no lugar enquanto seu corpo tremia. Julinha relaxou a garganta, respirando pelo nariz, permitindo que ele a usasse como um brinquedo. O cheiro almiscarado dele a inebriava, e sua boceta latejava de umidade, traindo o prazer na humilhação.Finalmente, Gabriel explodiu, jatos quentes de porra inundando sua garganta. Ela engoliu vorazmente, tossindo levemente ao se afastar, o rosto vermelho e maquiagem borrada. "Lição aprendida?", perguntou ele, acariciando seus cabelos ruivos. Julinha assentiu, ofegante, um sorriso tímido nos lábios inchados. "Sim, patrão... eu sou sua garganta agora."

Sua imaginação também tem espaço aqui.

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