A suja favorita

Por: bruno-162 • 07/07/2026 • 489155 leituras
Capa do conto
A Suja Favorita — Um Conto de Humilhação e Domínio Total
Ela sabia muito bem onde estava se metendo.

Quando cruzou aquela porta, já tinha aceitado tudo.

Sabia que ali dentro não existia carinho — existia dono. Existia regra. Existia humilhação.

E era isso que a molhava de verdade.

Ele estava sentado na poltrona, perna cruzada, copo de whisky na mão, olhar de desprezo calculado.

— “Olha o estado dessa putinha que veio rastejar pra mim…”

A voz dele vinha carregada de deboche, de sarcasmo, de poder.

Conto de Humilhação
Ela, de joelhos, com a roupa que ele mandou vestir — fina, curta, provocante. Sabia que era só pra ser rasgada depois.

— “Fala… quem é você aqui dentro?”

Ela engoliu seco. Sabia o que ele queria ouvir.

— “Sou sua putinha. Sua vadia obediente.”

O sorriso dele veio devagar.

— “Mais alto. Pra eu ter certeza que essa boca suja serve pra alguma coisa.”

Ela repetiu. Com gosto de vergonha e tesão misturados.

Ele levantou devagar, caminhou em volta dela como predador farejando fêmea entregue.

Cuspiu no chão — ao lado dela.

— “Lambe.”

Ela lambeu. De joelhos. Como quem sabia que humilhação ali era sinônimo de prazer.

Ele se abaixou. Pegou o rosto dela com força. Apertou a bochecha.

— “Olha pra mim quando for ser usada. Não baixa essa porra de cabeça.”

A colocou de quatro.

Sem avisar, deu um tapa forte na bunda dela.

Outro. E outro.

— “Só serve pra isso. Pra ser fodida. Pra ser marcada. Pra sair daqui com o corpo doendo de tanto ser usada.”

Ela gemeu entre lágrimas e desejo. O corpo dela sabia que era verdade.

Ele a penetrou de uma vez — com força, com fúria contida.

Cada estocada vinha com palavra suja, com desprezo erótico.

— “Você não vale nada além de ser minha cadelinha de trepada.”

— “É pra isso que você nasceu. Pra ser fodida sem dignidade.”

Ela se desfazia.

Ele gozou dentro dela sem piedade.

E antes de sair, segurou o cabelo dela, puxou perto da boca e sussurrou:

— “Vai limpar minha porra do jeito que uma vadia de verdade faz.”

Ela lambeu tudo. Olhando pra ele.

Sabia que naquele mundo… ser humilhada daquele jeito não era castigo.

Era o maior presente que ela podia receber.

Ela era a suja favorita dele.

E agradecia por isso…

Sua imaginação também tem espaço aqui.

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