A Vaca do Apartamento 403

Por: carlos-369 • 09/07/2026 • 262690 leituras
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Ela abriu a porta usando só uma camisola branca fina, já úmida nas duas manchas circulares bem no centro dos peitos. Não disse oi, nem boa noite. Só me puxou pela camisa e fechou a porta com o calcanhar.

— Tá doendo de novo — murmurou, já levantando a camisola até o pescoço.

Os seios estavam pesados, inchados, as auréolas escuras e largas, quase brilhando de tão esticadas. Gotas brancas já escorriam sozinhas antes mesmo que eu tocasse.

Segurei os dois com as mãos abertas, apertando devagar, sentindo o leite começar a jorrar em fios finos e quentes contra minhas palmas. Ela gemeu baixo, cabeça caindo pra trás, como se o simples alívio fosse quase um orgasmo.

— Chupa. Por favor. Chupa tudo.

Ajoelhei ali mesmo na entrada. Peguei o mamilo esquerdo com a boca inteira, sem preliminares. O jato veio forte, doce, morno, enchendo minha língua antes de eu conseguir engolir. Ela agarrou meu cabelo com as duas mãos e empurrou meu rosto com mais força contra o peito, como se quisesse me afogar ali.

Enquanto eu sugava um, apertava o outro com os dedos. O leite espirrava no meu rosto, no meu pescoço, pingava no chão de taco. Ela tremia inteira, as coxas se esfregando uma na outra.

— Mais forte… faz sair tudo… sou sua vaca hoje…

Virei ela de frente pro espelho da sala. Levantei a camisola pelas costas, abri as pernas dela com o joelho. Entrei de uma vez, sem aviso. Ela gritou, mas o grito virou gemido quando o movimento fez os peitos balançarem e mais leite escorrer em cascata.

Cada estocada fazia os seios baterem no próprio corpo, espirrando leite pra todo lado — no espelho, na parede, no meu peito colado nas costas dela. Ela olhava a própria imagem refletida: boca aberta, olhos vidrados, leite escorrendo pelo ventre, pelas coxas, misturando com o que já escorria entre as pernas.

— Me enche… me enche enquanto eu esvazio… — balbuciava, quase sem ar.

Não aguentei muito. O calor, o cheiro doce, a visão dela se desfazendo em leite e tesão… gozei fundo, segurando os quadris dela com força enquanto ela continuava pingando, agora em gotas lentas e exaustas.

Quando saí de dentro dela, o leite ainda escorria dos bicos. Ela se virou, me olhou com cara de quem ainda não terminou, e falou baixinho:

— Amanhã de novo… sete e meia. Traz a boca vazia.

Fechou a porta na minha cara, ainda pingando.

E eu já estava contando as horas.

Sua imaginação também tem espaço aqui.

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