À Vista de Todos… e de Ninguém

Por: felipe-248 • 09/07/2026 • 371781 leituras
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Cheguei primeiro, mas o meu corpo já estava alerta, duro só de imaginar o que ela podia fazer comigo ali.

O parque estava vivo naquela noite — gente a passear, casais sentados nos bancos, corredores a passar de vez em quando. Não era exatamente o cenário mais discreto para um encontro… mas talvez fosse isso que me atraía, que ambos queriamos...e ansiavamos!

Eu tinha quarenta e dois anos. Experiência suficiente para saber quando uma mulher estava apenas curiosa — e quando estava decidida.

Ela era a segunda opção... o namorado andava negligenciando ela, andava cansada e cheio de uma tesão acumulada que me atraiu... que me tornou sedento por conhecer tamanha ousadia!

Apareceu alguns minutos depois. Vinte e três anos, corpo firme, olhar provocador. O vestido colado às curvas deixava pouco à imaginação. Caminhou com segurança, sabendo que eu a observava.

Sentou-se ao meu lado. Cruzou as pernas devagar, ligeiramente, provocando sem dizer nada.

— Estás mesmo disposto a fazer isto aqui? — perguntou com um sorriso maroto.

— Só se tu estiveres.

A mão dela pousou na minha coxa e começou a subir devagar. Apertou-me por cima das calças, sentindo o volume imediatamente.

— Já assim? — murmurou.
— Já vinha preparado. - Sorrindo timidamente

Desceu o fecho com naturalidade, enfiou a mão dentro das minhas boxers e envolveu-me com força. O contraste entre o ar frio e o calor da mão dela fez-me estremecer.

Tive de manter a postura enquanto ela me masturbava ali, num banco público, com pessoas a passar a poucos metros.

Levei a minha mão à perna dela. Subi pelo joelho, por baixo do vestido. A pele era quente, suave, ligeiramente arrepiada. Quando toquei na lingerie, senti-a húmida.

Afastei a renda e enfiei dois dedos dentro dela. Ela mordeu o lábio, os olhos semicerrados. Apertei, senti-a apertar-se, e comecei a movimentar os dedos devagar, sentindo cada centímetro.

O polegar subiu para o clitóris. Pressionei firme. Ela arqueou as costas, os gemidos abafados, controlados.

Um grupo passou a rir mesmo à nossa frente. Eu estava com os dedos dentro dela enquanto a mão dela me bombeava, firme.

— Continua… — murmurou. — Não pares.

Aumentei o ritmo dos dedos. Ela começou a tremer.

— Vou-me vir…

Continuei, mais rápido. Mais fundo. Senti-a apertar-se violentamente.

Retirei os dedos devagar. Brilhavam sob a luz do poste. Coloquei os dedos na boca enquanto olhava para ela... chupei e pisquei o olho!

— Levanta-te — disse-lhe.

Caminhámos alguns metros até uma árvore larga, ainda perto do trilho. Encostei-a ao tronco, levantei-lhe o vestido até às ancas e baixei-lhe a lingerie até meio das coxas.

Segurei o meu sexo pela base e esfreguei-o entre os lábios dela, espalhando a humidade. Ela empurrou as ancas para trás, desesperada.

— Mete — disse, ofegante.

Entrei de uma vez. Fundo. Ela soltou um gemido alto demais. Tapei-lhe a boca com a mão. Cada estocada fazia o corpo dela bater contra a árvore, o som húmido misturando-se com passos na gravilha.

Alguém passou a poucos metros. Fiquei imóvel, ainda dentro dela. Sentia-a pulsar à minha volta, quente e apertada.

Quando os passos se afastaram, voltei a mover-me, mais rápido, mais bruto. Segurei-lhe as ancas com força. Ela gemia, arqueava-se, agarrava o tronco da árvore.

— Fode-me… não pares…

Aumentei o ritmo. Senti-a apertar-se, contrair-se de forma descontrolada. Ela veio com força, o corpo a tremer, tentando não gritar. Isso empurrou-me ao limite.

Enterrei-me até ao fundo e vim com um grunhido abafado, segurando-a firme enquanto o prazer me atravessava.

Ficámos ali alguns segundos, ofegantes, ainda colados. Depois subi-lhe a lingerie, ajeitei o vestido. Voltámos ao trilho como se nada tivesse acontecido.

Pessoas continuavam a caminhar, alheias. Ela olhou para mim, mordendo o lábio.

— Da próxima vez… quero que me faças perder mesmo o controlo.

Sorri.

— Da próxima vez não prometo ser discreto.

E fomos embora, como dois estranhos que partilharam algo ordinario, intenso… e invisível.

Depois desta vez ainda tive com a dama mais um par de vezes sempre em publico sempre intenso!

Sua imaginação também tem espaço aqui.

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