Abandonado

Por: luana-271 • 13/07/2026 • 100115 leituras
Capa do conto
Um dia destes ela foi de viagem de trabalho por uma semana. Os últimos dias foram de stress total e, por isso, mal tivemos tempo para foder. E assim fiquei eu na seca e cheio de tusa, a aguardar ansiosamente que ela voltasse para fazer amor, até porque o mais de meio século e a barriga não ajudariam nada se eu quisesse procurar alternativas. E nem dizerem que sou “interessante” ajuda. Mas nem sempre é quando se procura que se encontra.
No principio da semana tudo esteve calmo e sem grandes incidentes, mas na quarta feira, em que os miúdos ficaram em casa de amigos, recebi um convite de duas colegas, com quem estava na brincadeira e que sabiam que eu estava ao abandono, para ir jantar com elas. Sem quaisquer boas intenções, para além de me divertir um pouco e não ficar sózinho, obviamente aceitei. Elas disseram que me levavam e que o restaurante era uma surpresa. E foi. Fomos ao Bikini, o que não consegui entender como inocente e por isso as minhas intenções mudaram rapidamente. As minhas coleguinhas não são um espanto de mulheres, mas são ambas magras, e bastante vistosas, por isso não deixava de ser bom para o meu ego passear com duas mulheres atrativas e que ao fim de poucos copos se atiravam descaradamente a mim. A Fernanda e a Paula são ambas divorciadas, e pelo comportamento deviam estar a atravessar uma fase de seca e resolveram tentar-me.
Durante o jantar, fomos vendo os empregados e empregadas em roupas sensuais e alguns strips que nos foram animando cada vez mais. Os toques e apalpões foram-se tornando cada vez mais tórridos e descarados. A certa altura deixei o decoro todo de lado e aproveitando que elas puxaram as cadeiras para o meu lado para verem melhor um show no palco, comecei a apalpar-lhes as pernas e fui subindo pelas saias curtas e subidas, até lhes apalpar as passarinhas. Aí a surpresa foi grande pois ambas estavam bem molhadas, como eu esperava, mas já não contava que estivessem ambas sem cuecas. Fui-as masturbando levemente, sem ligaqr nenhuma a umas pessoas que de quando em vez se esqueciam do espectáculo no palco para nos olhar. Pois além de lhes ter enfiado a mão descaradamente, beijava ambas à vez, ou punha-lhes o braço por cima e apalpava as mamas sem qualquer recato. O meu pau latejava de tesão, e mesmo não sabendo como iria conseguir dar conta de duas, puxei-as para mim e disse-lhes:
- Para onde é que vamos? Vocês deixaram-me em fogo, e a menos que queiram aqui já, temos de ir para algum lado onde mo possam apagar.
Fomos para casa da Paula que é mais perto, com ela a guiar, sózinha no banco da frente pois obriguei a Fernanda a vir no banco de trás para me ir mamando pelo caminho, sempre com os protestos da Paula. Mas demorámos pouco e depois de arrumar o carro subimos recatadamente para casa dela, mas assim que entrámos começou a putaria. Agarrei a Paula pelo cabelo e logo à entrada da porta obriguei-a a ajoelhar e tirando a piça para fora enterrei-lha até à garganta.
- Estavas ali a protestar, agora mama. Hoje vão ser minhas escravas, vão fazer tudo o que eu quiser, e vão com calma, que eu tenho de aguentar muito tempo para vos satisfazer.
Dito isto puxei a Fernanda para mim e enquanto a Paula me fazia um delicioso broche, eu beijava e apalpava a Fernanda, masturbando-a suavemente, levando-a rapidamente a um orgasmo. Nessa altura peguei nas duas e mandei-as à minha frente para o quarto, indo atrás delas e dando-lhes apalpões e palmadas no rabo. Chegados ao quarto sentei-me calmamente e mandei-as fazer um strip para mim, no que fui imediatamente obedecido. Como disse nenhuma delas é uma mulher magnífica, mas juntas fazem um ramalhete muito razoável a que não é alheio o facto de ambas ostentarem um muito razoável par de mamas. O strip não foi tecnicamente fabuloso, mas o meu pau abanava sózinho de tesão. Mandei-as deitar e comecei à vez, a fazer minete a ambas, sempre com grande suavidade mas de forma intensa, ora lambendo a cona ora enterrando a língua, ora dando linguadas estaladas no olho do cú, enfiando os dedos, enquanto elas se beijavam e apalpavam. Depois de ambas terem o seu orgasmo deitei a Paula de costas na cama e mandeoi a Fernanda deitar-se em posição de 69 por cima. E fui rodando entre cús e bocas. Antes ainda da Fernanda acabar de se deitar já eu tinha enfiado a piça até ao fim na cona da Paula, que gemeu com força quando sentiu a cona preenchida e mais gemeu quando a Fernanda lhe começou a lamber o grelo enquanto eu, muito lentamente, ia bombando fundo na cona gulosa. De vez em quando tirava a piça e dava-a à Fernanda para mamar, a qual depois a enfiava na cona da amiga. Ao fim de um bocado rodei e fui para o outro lado comer a Fernanda, à canzana, enquanto a Paula a continuava a lamber e eu lhe ia enfiando primeiro um e depois dois dedos no cú. O orgasmo dela foi rápido, mas não descansou, pois aproveitei o ela ter ficado mole para meter Ky na piça e lentamente enterrar-me na peida dela. Ainda tentou fugir, não sei porquê pois adora dar a peida como rapidamente verifiquei (quer porque entrou quase sem resistência quer porque nem precisou de se habituar à piça, começou logo a empurra a peida para trás para que eu entrasse até mais ao fundo. Um novo orgasmo chegou-lhe rapidamente, até porque a Paula continuava a lamber-lhe o grelo. Peguei na Paul, deitei-a à beira da cama em posição de frango assado e comecei a meter com força durante um bocado. Quando senti que estava quase a vir-me parei e fui lambê-la, pois queria também este rabinho e era necessário prepará-lo. A Paula era mais apertadinha e entre algumas reclamações lá fui preparando o buraquinho para a enrabadela. Quando ela já conseguia recebr três dedos dentro dela considerei que estava preparada e coloquei-a de gatas, mandando a Fernanda lambê-la para a manter com a excitação em alta. Ela foi protestando, mas obedeceu e, agora muito lentamente, fui enfiando a piça, enterrando aos poucos, esperando para que se habituasse e quando já estava mais de meio enterrado comecei a bombar muito lentamente. Ao fim de pouco tempo de bombar já os tomates lhe batiam suavemente no grelo e comecei a acelerar o ritmo. Ela começou a ficar cada vez mais excitada, até porque a Fernanda a continuava a lamber, e veio-se a gemer como uma louca, pedindo que enterrasse com força, que adorava dar o cú. E quase desfaleceu, caindo em cima da Fernanda. Esperei um pouco que se recompusesse e coloquei as duas de joelhos e mandei-as mamar, ora uma engolia o meu mangalho todo, e a outra lambia os tomates, depois trocavam. Ou de frente uma para a outra masturbavam-me com os lábios. Finalmente despejei os tomates, numa quantidade que há muitos anos não deitava, fazendo-as beber todo até à última gota.
Com os tomates despejados e com elas a obedecerem-me em tudo, quis subir um degrqau na loucura, para fazer subir novamente a tusa, e ordenhei-lhes:
- Meninas, metam-se de joelhos na banheira, viradas para fora.
Embora sem saber o que eu pretendia elas obedeceram .
- Agora quero os braços atrás das costas, as cabeças juntas e as bocas abertas. Vão ter direito a uma chuva dourada.
- Que é isso, perguntou a Paula?
- Abre a boca e cala-te puta.
Elas abriram e eu despejei a minha bexiga cheia nas bocas abertas, mandando-as beber o sumo do seu senhor. Elas deixaram cair a maior parte, mas beberam bastante e eu fiquei certo de ter ganho duas escravas que ainda me iriam dar muito prazer.
Tomámos um duche em grupo, com muitos apalpões e beijos pelo meio e fomos petiscar e conversar um pouco. Tratei-as bem, mas deixando-as sentoir que estavam ali para me servir, e de quando em vez apalpava-as, metia-lhes a piça meia mole na boca e elas iam aceitando sem protestos tudo o que lhes pedia. Quando senti que a minha piça já estava em condições de voltar à vida, comecei a atacá-las.
Coloquei ambas de joelhos no sofá, lado a lado e comecei a lambê-las cuidadosamente, fazendo-as ficar excitadas, alternando entre elas, para ter a certeza que estavam as duas prontas para mim. Quando as senti bem excitadas, e em simultâneo, dei-lhes umas valentes palmadas no rabo, e voltei a lamber. Protestaram levemente, mas senti que estavam à minha disposição e por isso, enquanto as lambia continuei a dar-lhes umas palmadas no traseiro. Depois, q2uando o meu caralho ficou pronto para a acção, sentei-me e mandei a Fernanda sentar-se na minha piça de costas para mim e à Paula que se ajoelhasse à nossa frente. A Fernanda agasalhou completamente o meu caralho na cona encharcada de tesão e sentindo-o lubrificado por si levantou-se um pouco e voltou a enfiá-lo no cú.
- É assim que queres, perguntou.
Agarrei-a pelos cabelos e beijei-a longamente, fazendo-a subir e descer no meu mastro, e apalpando-lhe as mamas e apertando os bicos com a mão livre. Ela gemeu de dor, quando lhos apertei com um pouco mais de força, mas aumentou o ritmo da enrabadela, e abrindo as nádegas com as mãos para eu entrar mais fundo. Quando lhe dei umas palmadas nas pernas, perdeu o controlo e veio-se novamente, arfando de prazer e pedindo para eu não tirar, mas a Paula já esperava por mim de gatas e em posição de disponibilidade total, com o cú virado para o ar e com as mãos a abrir as nádegas, para ser mais fácil eu espetar. Mas resolvi mandá-la tirar as mãos e dar-lhe umas boas palmadas, para ver a reação. Ela aguentou sem qualquer reclamação e eu enfiei-lhe a piça na cona e bombei com força durante um bom bocado, enquanto a Fernanda já recuperada se meteu por baixo dela e a ia lambendo ou fazendo-me um broche cada vez que eu tirava a piça da cona da Paula. Após bombar um bom bocado apontei ao olho do cú, que entretanto tinha já lubrificado novamente, e enfiei com força e comecei a bombar. As duas gostavam de dar o cú e a Paula estava bem habituada e recebeu-me sem problemas, gemendo de prazer. Bombei com força, como se estivesse enterrado na cona, até ela se vir e aí sentei-me e mandei-as mamar um bocado para descansar.
- Olha lá minha putinha, disse à Paula segurando-a pelos cabelos, tu gostas de pretos, já foste comida por algum?
- Eu?
- Estás a gozar? Tu contaste-me que gostavas de ir ao DOCS e sentires os toques deles.
- Não, nunca fodi com nenhum, respondeu interrompendo momentaneamente o broche.
- Bem um dia destes vou tratar disso. E tu? Perguntei agora à Fernanda, que virou os olhos para mim com a piça enterrada até ao fundo da garganta.
- Uma vez, mas não tinha a piça grande como dizem, respondeu voltando a engolir o caralho.
- Faz-me uma espanhola que me apetece, disse à Fernanda, enquanto puxava a Paula para mim e a beijava longamente, metendo-lhe os dedos nos dois buracos e masturbando-a.
- Vou arranjar um preto com uma piça grande e grossa para vos abrir todas, querem?
- Sim, responderam em uníssono.
A coisa estava decidida, e eu já pensava na próxima putaria, mas a foda continuou e eu saí dali com os tomates completamente secos, despejados novamente nas gargantas sedentas delas.

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