Abusado pelo padrinho

Por: camila-201 • 24/07/2026 • 1601 leituras
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Atualmente tenho 24 anos, mas os abusos aconteceram dos meus 15 anos aos 20 anos. Meu padrinho tinha na época de 29 a 34 anos. Eu tinha uma admiração muito grande pelo meu padrinho e passava muito tempo com ele. Ele era solteiro, de dentro de nossa casa, de total confiança de minha família e tinha uma posição de destaque na cidade.
Sempre dormi na casa dele, afinal, era de frente à minha, mas nunca ouve nada. Me tratava como um filho. Um certo dia viajei com ele pra uma cidade vizinha e ficamos num hotel. Ele já vinha tendo algumas conversas meio estranhas sobre masturbação, mas nesse dia, durante a noite, ele colocou minha mão no pau dele. Acordei e fiquei excitado na hora. Então, ele pegou também no meu pau e ficamos mostrando o pinto um para o outro. Nesse dia não aconteceu nada além disso. No outro dia acordamos e ele dizendo que isso estava errado e não poderia acontecer. E eu fiquei muito preocupado em imaginar que ele poderia se afastar de mim, afinal, eu o amava como um pai. E ele também dizia me amar muito e querer meu bem. Não duvido disso, mas houve confusão nos nossos sentimentos.

Alguns meses depois eu iria me mudar de cidade pra fazer o ensino médio, então minha família fez um churrasco de despedida e ele estava presente. Lá ele bebeu um pouco e depois fui junto com ele na casa dele pegar um presente de despedida pra essa minha nova etapa. Foi quando, já na casa dele e ele meio bêbado, me beijou e esfregou minha mão na calça dele. Ele deitou na cama e colocou o pau duro pra fora. Fiquei muito acelerado. Queria mesmo era chupar o pau dele. Eu até brinquei dizendo que ia chupar, mas só punhetei devagarinho o pau dele por alguns instantes, pois tínhamos que voltar pra minha casa e sabia que eu poderia me arrepender depois.

Então, me mudei de cidade pra estudar, mas voltei nas férias de julho. Foi quando transamos pela primeira vez. Minha família tinha ido pra fazenda e ele me levaria mais tarde pra lá. Portanto, ficou só ele e eu na minha casa. Me lembro que estávamos no sofá e eu com minhas pernas sobre o colo dele. Foi quando percebi que o pau dele estava endurecendo e aí eu já fiquei super gelado e cheio de tesão. Ele começou a esfregar o meu pé na calça dele e aí eu mesmo comecei a forçar o meu pé no pau dele. Ele olhou pra mim e eu olhei pra ele e me beijou. Era tão intenso. Depois me chamou pra irmos no meu quarto. Ele queria ver minha bunda. Então fiquei de quatro na cama pra ele. Nem tinha tirado a roupa. Só abaixei a calça e fiquei de quatro. Ele começou a passar o dedo naquela bundinha de um garotinho de apenas 15 anos, lisinha e sem pêlos. E eu de pau duro já. Começou então a sarrar o pau na minha bunda, passou cuspe e colocou pra dentro. Por incrível que pareça, não me lembro de sentir muita dor. Acho que eu estava com tanto tesão que fiquei bem relaxado. Ele começou a me fuder e depois de um curto período de tempo eu pedi que ele parasse e ele pediu só mais um pouquinho. Gozou tanto dentro de mim que quando tirou, escorreu. Aí eu fui pro banheiro e pedi ele pra deixar eu pegar no pau dele pra eu gozar e assim ele deixou.

Depois disso, nossa consciência nos acusava muito, mas continuamos a fazer e fazer. Ele começou a gozar na minha boca (ele adorava), me fodia de todo jeito. E eu gostava. E não entendia aquele sentimento que eu sentia por ele. Era confuso. E isso durou até meus 20 anos, quando eu quis parar.

Poderia adentrar em muito mais detalhes, pois fico excitado quando lembro disso, mas de uns meses pra cá tomei consciência de que eu fui abusado sexual e psicologicamente. E minha família nunca percebeu. Mesmo que eu quisesse, ele não poderia permitir termos relações sexuais. O pedófilo nos envolve totalmente, nos faz confiar neles e amar. E nesse amor tão grande que eu sentia por ele, foi tomando outro rumo até ele abusar de mim.

Às vezes olho fotos minhas da época, tão magrinho, novinho e fico pensando que aquele garotinho estava sendo fudido pelo padrinho. Apesar de me excitar com essa minha história, não posso negar a gravidade da situação.

Sua imaginação também tem espaço aqui.

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