As minhas safadezas com o meu filho ficaram quentes nas primeiras férias de inverno, foi quando o vovô me ligou para que passássemos uns dias no sítio com ele...
Olá galera, tudo bem? Faz tempo que não escreveu por aqui. Contei nas partes anteriores como foi que eu e meu filho Nickolas começamos a nos conhecer e brincar um com o outro. Como sabem, tudo iniciou quando precisei levar o moleque ao médico e nós acabamos caindo em uma "arapuca" que levou pai e filho a provarem um prazer que é incomparável a qualquer outro.
Nós dois já aprontávamos no consultório com o pediatra, também já brincamos lá no meu trabalho e acabávamos brincando todas as vezes que ficávamos sozinhos... Ele estava viciado no meu pau, e eu amava aquele cuzinho rosinha, lisinho que piscava quando eu colocava a língua.
Desde o início das nossas safadezas, o meu casamento melhorou muito. Meu sexo com a minha esposa havia tornado-se mais frequente e mais quente, posso dizer que ela estava completamente satisfeita - e mesmo comendo e brincando com o Nickolas, confesso que comer uma bucetinha quentinha sempre caiu bem. Lembro que teve uma vez que transei com minha esposa, enquanto Nickolas estava jogando video-game no quarto. Peguei ela na frente da pia, e quando olhei pra trás, notei que o moleque estava ali de pintinho duro e nos observava... Naquele momento não consegui me segurar, e falei baixinho no ouvido da minha esposa, enquanto enrabava ela, nós dois de pé, na frente da pia: - Vamos abrir essa bucetinha? Já pensou o nosso bebê (referindo-me ao Nickolas) vendo a mamãe dele levando pau assim? A mamãe bem putinha assim... Já pensou?
Minha esposa não conseguia responder nenhuma palavra concreta, apenas se contorcia enquanto eu socava meu pau na sua buceta e atolava meu dedo no seu cuzinho. Enquanto isso Nickolas nos seguia com tesão e batia uma punhetinha, ainda sem tirar o calção completamente. O moleque acabou gozando na mão e foi pro banheiro se limpar, e eu inundei a buceta da minha esposa, com a visão do meu filho na minha mente. Confesso que acabei exagerando um pouco, quando empurrei dois dedos no cuzinho dela. Pois, quando retirei ficou um buraquinho e as paredes do ânus, tentando voltar ao normal.
Menos de um mês depois, Nickolas havia saído de férias do colégio e acabamos marcando uma pescaria (o que na verdade seria apenas uma desculpa, para podermos transar sem ninguém por perto). Como o rio que a gente conhecia ficava depois do sítio do meus pais (local onde falo na Parte 05 >> https://[antispam]/2018/09/acabei-iniciando-meu-filho-parte-05/), acabamos passando ali para que o moleque pudesse ver os avós e a gente pudesse pegar a barraca para acampar.
Com tudo pronto no carro, nos despedimos e fomos para a região do lago que ficava aproximadamente uns cinco a sete quilômetros após o sítio. Quando chegamos no local, antes mesmo de descarregarmos o carro, convidei Nickolas para conhecermos o local - o moleque se apaixonou pelo lago a primeira vista.
Depois de fazermos um reconhecimento do local, tiramos as coisas do carro e começamos a montar a barraca, foi quando percebi que meu pai havia vindo a cavalo até o local onde nós estávamos. Eu já sabia o que o meu pai estava procurando, (como já contei para vocês na Parte 06 https://[antispam]/2018/09/acabei-iniciando-meu-filho-parte-06/ o meu velho já havia nos visto no sítio, há um tempo atrás).
Ele soltou o cavalo próximo ao lago, e com a barraca armada, nós três (eu, meu pai e meu filho) começamos a fogueira. Nickolas procurava galhos secos, enquanto eu e meu pai conversávamos próximo ao local onde iríamos fazer o fogo. - O garoto tá bonito hein... Meu velho falou, enquanto nós dois olhávamos para ele juntando gravetos em meio ao gramado.
- Sim! Está sim!
- E já aguenta uma vara inteira naquele rabinho? Meu pai perguntou, enquanto sovava seu pau por cima da calça. Olhei rapidamente, e pude ver que já começava a dar sinal de vida. Meu pai é um coroa de um corpo legal, devido ao trabalho pesado no sítio, ele não criou muita barriga e as marcas do tempo, fizeram seus músculos ficarem fortes e enrijecidos.
Respondi para o meu pai, sem nenhum pudor, afinal ele já sabia o que nós dois fazíamos e até havia proposto participar: - Aguenta sim! Tá viciadinho em tomar leite já!
Nessa hora, nós dois já estávamos de pau duro, apontando para o teto, enquanto eu contava coisas que o Nickolas já fazia. Acabei contando que levei ele para o escritório uma vez, também falei sobre o Dr. Lucas e, que a minha esposa Sarah não desconfiava de nada, muito pelo contrário, o nosso relacionamento estava em chamas.
Meu pai falou que minha mãe andava desinteressada em fazer sexo e, que ele já havia comido a esposa do Seu Zé Nino (que era o dono do mercadinho) e que há uns dois meses, deu mamadeira pro filho mais novo deles, que o moleque tinha uns dois anos a mais que Nickolas, mas fazia um boquete gostoso. Tudo aquilo foi como gasolina para o nosso tesão, e quando Nickolas trouxe a pilha de gravetos até onde nós estávamos, meu pai chamou ele pra perto e sem nenhum tipo de vergonha, tirou o pau pra fora.
Nickolas me olhou imediatamente, e sem dizer nenhuma palavra, eu apenas fiz sinal positivo com a cabeça. O moleque se aproximou pegou o pau com as suas mãozinhas, e nesse momento percebemos que o pau do coroa era maior e mais grosso que o meu. Mas aquilo não foi barreira para o moleque, ele lambeu a cabeça e em alguns segundos começou a tentativa de mamar o vovô, que já estava alucinado com tudo àquilo.
Só a cabeça do pau já enchia a boca de Nickolas. A cena era surreal. Eu me levantei, baixei minhas calças e deixei meu pau livre, e aos poucos fui me aproximando deles, para que o moleque pudesse mamar seu pai e avô, intercalando entre os dois.
Enquanto Nickolas nos mamava com sede, meu pai que estava de pé ao meu lado, havia colocado sua mão sobre o meu ombro. Eu senti totalmente o contato áspero de sua mão e o calor do seu corpo ascendia ainda mais o meu tesão. Meu filho estava se comportando como uma putinha faminta e queria tirar o leite de nós dois até a última gota.
Continua...