Quando chega o Carnaval eu me solto! Como eu não tinha nada pra fazer, chegou o sábado falei pra minha mãe que eu ia sair e que não tinha horas pra voltar e fui a um baile de fantasia num clube. Com um minúsculo shortinho jeans que mostrava as polpinhas do meu bumbum, uma camiseta top e sandálias... eu sai sem me preocupar com nada. Fui pra noite!
Apesar dos olhares comilões e das cantadas eu fiquei na minha. A uma certa hora eu comecei a perceber um cara lindo que não tirava os olhos de mim. Ele deveria ter entre 36 e 40 anos, 1,90 mais ou menos, corpo hiper musculoso, pele negra, uma boca linda, olhos e cabelos negros. Estava de calça de marinheiro, sem camisa, peito todo suado, com um colar de havaiano e tauz. Mas ficamos só nos olhares.
Depois de algum tempo e várias cervejas, eu resolvi ir para o salão. Comecei a dançar; eu estava animadíssima, sambava e pulava. O salão estava lotado e eu percebia muitas encochadas no meu bumbum numa dessas eu acabei sentindo quando alguem colou atras de mim e começou a se esfregar... Eu fingi que nao era comigo, mas era impossivel nao sentir. Começou se esfregando e logo ele estava falando no pé do meu ouvido me deixando arrepiada...sussurrava no meu ouvido "gostosa" !
Ele começou a encostar na minha bundinha e eu parecia nem ligar, de vez em quando olhava pra trás sorria e continuava dançando. Meu seios com os biquinhos durinhos de tesão me levaram a ficar molhada e deixei meu corpo se encostar bem no dele e fiquei ali, fingindo que sambava, mas na verdade, eu me esfregava nele. A sensação de ter um cacete deslizando, esfregando e precionando a minha bundinha é de tirar o juízo. Sentindo que eu estava sem reação, o cara me pegou pela barriga e começou a me guiar, de acordo com a música e com o cacete dele. Numa dessas olhadas pra trás eu percebi que era ele, aquele cara que tinha me devorado com os olhos.
Podia sentir aquele enorme volume encochado no meu bumbum e imaginei logo o tamanho daquela coisa. À medida que nos animávamos, ele começou a me abraçar por trás, me apertando gostoso e fazendo as polpinhas do meu bumbum se encaixarem na tora dele. O safado, depois de alguns minutos pegou minha mão, levando o meu braço pra trás e colocou em cima da sua tora por cima da calça. Eu dei um apertãozinho sentindo o tamanho e a grossura daquilo e soltei logo pra ninguém ali perto perceber. Ele já beijava a minha nuca, minhas orelhas, e o meu pescoço. Então, essa delícia de macho, falou no meu ouvido, que iria comer a minha bundinha! Eu dei um sorriso e balancei a cabeça dizendo que, não! Ele me pegou pela mão e saímos do salão. Me levou para um canto escuro do clube e me encostou numa parede de uma forma que eu não pude ter nenhuma reação. Eu fui descendo a mão pelo tórax e a barriga dele, meio deslumbrada, e ele ficava passando a mão nas minhas coxas. Eu tava ficando louca... Queria pegar muito aquele cacetão que tava uma tora só, por dentro da calça dele.
Ele me "prendeu" de encontro à parede, segurando as minhas mãos acima da minha cabeça. encostou a boca na minha, deslizou a língua pelos meus lábios e me beijou de maneira ardente.
Senti um calor invadir meu corpo, depois ele guiou a minha mão até o volume do seu membro, queria me mostrar o tamanho do seu desejo por mim. Dei uma apertadinha de leve novamente, naquele mastro super duro por cima da sua calça fina de marinheiro, sorrindo pra ele. Como ele era bem alto, se curvava para sugar os meus lábios e me beijar. Eu estava na ponta dos pés me deliciando com a língua do tal cara se enroscando na minha, sentindo minha xaninha ficar umedecida e também aquela tora se esfregando no meu corpo. Quase colada no corpo dele, deixava ele sentir o cheiro que exalava do meu corpo, cheiro de femea que sabe que ia ser devorada inteirinha enquanto aquele mastro ficava pulsando, nas minhas coxas...aquela coisa muito grossa e dura! Suas mãos passeiam pelas minhas costas me puxando de encontro ao seu cacete duro e tocavam e apertavam a minha bundinha. Me esfreguei toda nêle e me apertei com tesão no seu cacetão. Eu queria dar muito pra ele, mas ao mesmo tempo eu nem, conhecia aquele cara. Como ele não parava de passar a mão no meu bumbum, e claro, percebendo que ele queria comer a minha bundinha eu falei: - Dificilmente eu dou minha bundinha, viu! Ele riu e respondeu: - Bundinha!? Isso é modéstia sua. Você tem é um puta de um rabo muito do gostoso! Apesar da sua idade, eu adoro um rabo desses! Sentia que escorria o meu gozo já ensopava a minha calcinha e escorria pelas minhas pernas. Com umas das mãos me apertando contra ele e a outra alisando o meu bumbum ouvi ele dizer sussurando bem perto do meu ouvido: - Você gosta de provocar, né gostosinha? Vem pro baile de carnaval num shortinho maravilhoso desses! Olha só que delícia de bundinha você tem! Hoje ninguém é de ninguém, dá ela pra mim, dá? Eu já estava quase cedendo quando o celular dele tocou. Ele me largou pra atender o celular e saiu de perto me deixando um pouco afastada dele. Como ele gesticulava muito eu resolvi virar as costas e sair dali. Já estava quase chegando no salão quando senti uma mão me pegando pelo braço com uma certa força e dizendo: - Perai! Aonde você vai? Eu falei brava: - Me solta! Você não é nada meu! Me deixou plantada ali feito uma boba! Agora, quem não quer sou eu! Ele me agarrou, me beijou com força me fazendo amolecer as pernas e perder o fôlego e falou: - Olha só! Vamos sair daqui! Eu tô com meu carro aqui perto, vamos?
(Continua)
bjus
Cinthia