Adrian – O Novo Irmão

Por: mariana-22 12/07/2026 57942 leituras
Capa do conto
Depois do 3° casamento de minha mãe, tive que mudar com ela para o apartamento de meu padrasto, um empresário muito importante no Rio de Janeiro. Alem deles, morava com a gente o Alex, seu filho do relacionamento anterior e meu novo irmão. Alex era um ano mais velho que eu, moreno, cabelos lisos até o pescoço, forte, alto e muito inteligente, sempre tinha uma resposta para tudo. Apesar de estudar na mesma faculdade e morar na mesma casa, nos víamos muito pouco. Tínhamos quartos separados e círculos de amizade diferentes, mas sempre que estava em casa gostava de acompanhar ele com os olhos. Durante as férias da faculdade nossos pais resolveram viajar para a Europa e passar 30 dias no antigo continente, estava planejando esse período para ir bastante para a praia e organizar a vida para o semestre seguinte da faculdade. Eu e Alex levamos os dois para o Aeroporto, na volta conversamos sobre tudo, falamos de política, namoradas e sexo. Uma declaração sua no carro mexeu comigo “Sou aberto nas relações, o que gosto é de sentir prazer”. Chegando em casa cada um foi pro seu quarto e fiquei sem saber se aquilo era uma indireta, mas a frase não saiu da minha cabeça a noite toda. Na manhã seguinte acordei cedo para ir a praia, coloquei sunga e bermuda e corri até a cozinha para prepara um suco. Quando estava atravessando a sala escuto a voz do Alex “Poxa! Você demorou pra levantar, eu ja estou de pé!”. Quando virei para o sofá, Alex estava deitado com a camisa aberta, sem bermuda e com seu pau apontando para o teto. Fiquem sem ação, ele percebeu que estava paralisado e foi direto ao ponto. “Nada de chupar, quero gozar dentro de você, vamos logo”. O corpo de Alex era maravilhoso, poucos pelos, peitoral definido, barriga na medida exata e um pau com aproximadamente 18cm e muito grosso, alem de uma cabeça vermelha enorme. Naquela hora percebi que ele sabia dos meus olhares para ele. “Tira a sunga.”, obedeci e me aproximei dele. Ele se levantou, me deu um abraço e um beijo no pescoço, ao mesmo tempo esfregava seu mastro em minha bunda. “Desde o primeiro dia queria essa bunda”. Eu não sabia o que fazer, somente aceitava incrédulo o que acontecia. Ele esfregava o pau na minha bunda deixando ele ainda mais duro e sussurrava no meu ouvido para me preparar para o melhor. Logo em seguida ele pegou na mesa um frasco de lubrificante, e penetrou dois dedos no meu anus. Dei um leve gemido e me controlei para aguentar a dor. Aos poucos sentia que minha bunda estava preparada para o que ele queria fazer comigo. Ele sentou no sofá me segurando pela cintura, senti sua cabeça pulsando na entrada do meu anus, me arrepiei várias vezes e senti que com a outra mão Alex começava a me masturbar. Com dificuldade a cabeça de seu pau entrou, vi estrelas nessa hora, era uma mistura de dor e tesão, até porque sabia que nem metade de Alex estava dentro de mim. Pedi para ele ir devagar, mas não adiantou, ele me abraçou com mais força e enterrei toda aquela vara para dentro de mim, gritei muito alto fazendo Alex tapar minha boca, “Agora não é hora de gritar Adrian, fica quieto”. Ele resolveu esperar meu anus acostumar com aquela tora para começar o vai-e-vem, nesse hora ele disse “Você vai gozar agora, assim você não me atrapalha quando for minha vez”, ele me masturbava com força e levemente forçava seu pau na minha bunda. Ele aproveitava para morder meu pescoço e minha orelha, gemia muito e seu suor se misturava com o meu nos deixando praticamente grudados. Logo em seguida gozei forte e em grande quantidade, espalhando porra pela mesa da sala e nas mãos de Alex, ele me fez lamber suas mãos com a minha porra. Logo após me fazer gozar meu irmão se levantou engatado comigo e me colocou contra a parede, ele segurou forte pela minha cintura e começou freneticamente os movimentos de vai-e-vem, sentia que seu pau estava latejando dentro de mim, ele fazia questão de tirar e colocar a vara várias vezes, pois percebia que eu sentia “dor” com aquilo. Após uns 10min. Alex começou a gozar, foi surpreendente, pois ele gozou muito e durante muito tempo. Sentia por dentro sua porra esquentando meu corpo. Ele respirou fundo e saiu de dentro de mim com seu pau ainda duro e um pouco sujo e porra. Sentia que seu esperma escorria por minhas pernas. Olhei pra ele, e ele me encarava com sua tora ainda dura “Você não tava indo pra praia? Vai logo então”. Limpei minhas pernas com a toalha, vesti minha sunga e sai do apartamento, deixando meu irmão deitado na sala ainda com seu pau apontando para o teto. Aquela seria nossa primeira transa durante os 30 dias de férias sem nossos pais por perto e o inicio de uma fase de muito sexo para mim.

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