Afilhada do interior passando férias escolar – 01/04

Por: euclides-nu-1 24/07/2026 2954 leituras
Capa do conto

Minha afilhada veio passar férias escolar comigo, eu não a via a muito tempo e não tinha noção do quão gostosa ela estava.

Minha afilhada se chama Mariana, ela mora no interior com a sua avó a dona Ana. Ela me ligou pedindo um lugar para dormir para no outro dia ir a uma consulta médica.

Eu disse que poderia ficar em casa e quando chegou ela trouxe minha afilhada, ela estava crescida e apesar de magrinha estava muito linda.

- Meu filho olha a tua afilhada como tá grande.
- Oi Mariana, meu amor você cresceu muito.

Conversamos e ela passou a noite comigo em casa, no outro dia eu a levei a consulta médica e saindo de lá ela tinha que ir embora para não perder um dos dois ônibus que vão para a sua localidade.

- Quer ficar comigo Mariana?
- Quero.
- Ela está sem roupa Roger.
- Eu vou comprar roupa para ela dona Ana, eu preciso cuidar da minha menina. Deixe-a ficar comigo essas férias, depois eu mesmo a levo para casa.
- Ela quer ficar, por mim tudo bem Roger.

Fomos deixar a dona Ana no terminal rodoviário e voltamos para casa.

- Você está com fome Mariana?
- Não senhor.
- E um sorvete você quer?
- Sim.
- Então vamos.

A mariana é uma morena clara magrinha, cabelos e olhos castanhos, peitinhos pequenos e uma bundinha redondinha bem durinha. A menina é toda linda mesmo sendo magrinha.

Ela vestia roupas caseiras e uma sandália de dedo de borracha, a menina era tímida e falava muito pouco.

- Gostou do sorvete?
- Hum, hum.
- Você pode ficar à vontade Mariana, pegue o que quiser na geladeira que tem muitas coisas gostosas e mais tarde vamos comprar o que você quiser. Você ficou de olho na piscina desde ontem, não foi?

Ela balançou a cabeça dizendo que sim e sorrindo.

- Vem cá que eu vou te mostrar alguns biquínis para você escolher.

Em casa sempre tem biquínis novos das minhas sobrinhas, elas compram e deixam por ai.

- Olha ficou linda, deu certinho. Oh Mariana durante a semana o padrinho vai te levar ao médico, dentista e comprar roupas. Eu quero que você fique linda para voltar para casa, está bem?
- Tá.

Ela entrou na piscina e eu fiquei nas cadeiras observando-a, ela é bem tola e muito humilde, brincava sozinha. Quando ela saiu da piscina eu abri a toalha para ela e a puxei para o meu colo.

- E aí, gostou de conhecer o padrinho amor?
- Sim, você é legal.
- Mais tarde nós vamos no shopping, você já foi no shopping?
- Não meu padrinho, eu nunca sai do interior.

E aproveitei e fiquei passando a mão no seu corpo fingindo secá-la. Ela ficou nervosa quando toquei nos seus seios e logo depois na sua bucetinha, mas ficou quieta.

- Vamos tirar esse biquíni para não ficar resfriada.
- Eu vou ficar pelada?
- Só estamos nós dois aqui amor, mas eu vou te cobrir com a toalha.

Eu a deixei peladinha com a toalha só por cima dela, mas o seu corpo estava nu encostando no meu. Eu comecei a massagear sua bucetinha e ela ficou mais nervosa ainda.

- Não é melhor eu me vestir?
- Não amor fica aqui com o padrinho um pouquinho.

Ela foi ficando mais calma e excitada, sua buceta estava meladinha que dava para sentir. Eu comecei a tirar minha suga aí ela ficou agitada, mas logo eu puxei outro assunto para ela não ligar muito para isso.

- O senhor tá tirando sua roupa?
- Sim, tá muito apertada, mas Mariana você não tem celular?
- Não padrinho.
- Não pode amor, como o padrinho vai falar com você depois? Vamos comprar um celular para você?
- Para mim?
- Sim, um novinho na loja para minha afilhada linda, você quer?
- Quero.
- Então vem cá com o padrinho que mais tarde nós vamos lá na loja para você escolher um celular para você, tá bem?
- Hum, hum.
- Assim de frente, senta aqui na caceta do padrinho, assim amor.

Ela deitou no meu colo encostando a cabeça no meu peito, eu comecei a senta-la na caceta bem devagar e sem muita penetração segurando na sua cintura, mas quando tocava no seu cabacinho ela reclamava.

- Isso amor senta aqui para o padrinho.
- Ai padrinho tá doendo.
- Olha aqui para o padrinho, essa dor é só da primeira vez amor, depois não dói mais.
- Não?
- Não amor, você não gosta do padrinho?
- Gosto.
- Então deixa o padrinho tirar esse seu cabacinho, depois vai ficar gostoso, você deixa?
- Hum, hum.
- Então vem cá amorzinho, vem cá com o padrinho, assim, assim, isso amor, aguenta, aguenta, o padrinho vai tirar esse cabaço que faz doer, tá?
- Tá padrinho, ai, ai, ai, dói, dói, tá doendo padrinho, tá doendo.
- Calma amor, calma, calma, assim, assim, isso, vamos colocar tudinho agora.
- AI, AI, AI.
- Shiiii, pronto amor, pronto, me abraça bem forte, pronto, pronto, vai passar a dor agora, doeu muito?
- Doeu.
- As próximas vezes não vai mais doer, vai ser gostoso. Você vai dormir com o padrinho agarradinha, eu vou te amar muito filhota, você foi corajosa amor, virou mulher agora.

Ela ficou com a caceta enterrada na buceta conversando comigo, até que ela relaxou e eu a botei para foder novamente.

- Pronto amor, agora não vai mais doer tanto e a cada vez que fizermos de novo vai ser mais gostoso para você, tá bom?
- Tá.
- Então vem sentar de novo, senta, assim, isso meu amor, olha essa bucetinha linda engolindo meu cacete, que menina linda. Tá gostando de ficar aqui com o padrinho?
- Siiim.

Ela deu um sinal gostoso, falou um sim cantado para mim, ela estava quase gozando. Eu enfiei minhas mãos por baixo das suas coxas, agarrei sua bunda e a soquei no meu cacete, ela arregalou os olhos para mim e eu vi seu rosto mudando.

- Isso gatinha, toma caceta do padrinho, toma meu amor, tá gostoso filha?
- Tá, tá, muito gostoso.
- Eu disse que ia ficar bom, agora goza para o padrinho, goza meu amor.

Sua boca entreaberta, a testa franzindo e os olhos caídos me mostrava um rosto sofrido de prazer, ela ia gozar.

- Ãh, ãh, ãh, ãh, padrinho, padrinho, uh, uh, uh, uh, ai padrinho.
- Calma amor, o padrinho também vai gozar, hum... hum... isso, isso, toma gala na buceta menina, toma, toma, ahhhhh, ahhhhh, que gozada gostosa minha menina linda, você merece o seu celular, fez o padrinho gozar bem gostoso.
- Padrinho tem sangue.
- Calma amor, quando tira o cabacinho da menina sai um pouquinho de sangue mesmo, mas está tudo bem.

Ela deitou no meu peito com a buceta cheia, eu fiquei fazendo carinho nela e a cobri novamente com a toalha. Depois de um bom tempo a convidei para ir logo na loja, eu sabia que ela estava louca para ganhar o celular.

- Gostou filha?
- Hum, hum, gostei.
- Vamos comprar logo o seu celular?
- Vamos.
- Vamos passear um pouco e depois no supermercado também.

Nós fomos ao shopping e eu a deixei olhar todos os celulares, ela escolheu o que quis. De lá eu a levei em uma loja e comprei muitas roupas, a menina só tinha roupa velha e feito em casa, foi o que ela me contou.

Fomos no supermercado e já em casa ela me abraçou dizendo “Obrigado padrinho”.

- Não amor “obrigado” é para homens, você é uma moça linda e diz “obrigada”. Eu vou te ensinar a ser elegante, falar direito e vais estar maravilhosa com todas essas roupas novas, tá bom?
- Tá eu vou aprender bem rápido.

Ela não tinha muitos erros de pronúncias, mas usava muitas palavras do interior que eu fui ensinando outras para ela durante esses 20 dias.

Continua...

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