Mesmo assim, não conseguia resistir. Quando Marcelo me colocava de bruços e se esfregava contra mim, sentindo seu membro duro pressionando minha bunda através da roupa ou diretamente na pele, eu arqueava o corpo involuntariamente, gemendo de prazer. "Quero ele dentro de mim... quero sentir meu irmão me possuindo...", pensava, horrorizada comigo mesma pela força do desejo incestuoso. A culpa vinha depois, em ondas devastadoras — chorava sozinha, rezava pedindo perdão, mas na noite seguinte repetia tudo.
Marcelo, por sua vez, também demonstrava o mesmo fogo proibido. Nossas sessões se tornavam mais ousadas: ele beijava meu corpo inteiro, descia até minha intimidade peluda, lambendo e chupando enquanto eu mordia o travesseiro para abafar os gemidos. Eu retribuía, tocando-o, sentindo seu tamanho e calor na mão, imaginando o ato final. "Isso não pode continuar... vamos para o inferno por causa disso", pensava, mas o prazer sempre vencia a razão.
As interrupções de Miguel e os encontros de Marcelo com Priscila alimentavam os ciúmes mútuos, tornando nossos momentos ainda mais intensos quando finalmente ficávamos sozinhos. O medo de ser descoberta aumentava a excitação — o proibido, o tabu familiar, tornava tudo irresistível.
No clímax da história, entregamo-nos completamente. Marcelo me penetrou, primeiro com cuidado, depois com paixão animal. Senti ele me preenchendo, irmão e amante ao mesmo tempo. Gemi alto, lágrimas nos olhos misturando êxtase e culpa profunda: "Meu irmão está dentro de mim... estamos cometendo incesto... e eu amo isso." Ele gozou dentro de mim, e eu alcancei o orgasmo mais forte da minha vida, tremendo nos braços dele.
Depois, deitados juntos, o silêncio era pesado. A culpa não desapareceu, mas o amor — agora transformado — permanecia. Eu sabia que nada seria como antes. O noivado com Beto, a família, tudo estava em risco. Ainda assim, nos abraçamos, conscientes de que havíamos cruzado uma linha sem volta.
Continua...