Trocamos longos papos, pude saber que ele estava solteiro, que vivia com a avó, gostava de contar piadas, principalmente de viados, gostava de zoar os amigos, e como me tornei o melhor amigo dele naquela viagem, dei a liberdade para que ele me zoasse, brincasse comigo.
Ficamos tão intimos, que nos propusemos uma brincadeira, um jogo, em que tudo que falássemos nunca deveria ser revelado. Já sentindo uma forte atração por aquele rapaz, eu acrescentei nas regras, que tudo que falássemos e fizessemos, até porque quando eu entrava num jogo, eu faria de tudo para ganhar, e tinha que ser um jogo prazeroso.
Conversa vai, conversa vem, chegamos ao fim do dia, e seguimos direto para uma pousada, previamente reservada pra gente, pela empresa trasnportadora, quarto duplo, e minha satisfação em ver Gelson apenas de cueca, demostrando ter alem de porte atletico, um excelente dote.
Logo perguntei se nossa brincadeirinha realmente aconteceria, e se já estava valendo, ele quis saber o porque de minha indagação, fui direto ao ponto, que já que estávamos tão íntimos, e teríamos um segredo, poderíamos tomar banho juntos, pois eu adoro ver as pessoas tomando banho. Ele topou, retirei minha roupa num piscar de olhos, e ele tambem ficou totalmente nu, pude ver que a situação nos excitou mutuamente, e sem muita vergonha, segurei a pica daquele garotão, constatando a rigidez.
Ele quis que eu o chupasse, agachei-me na sua frente e lambi aquela ferramenta maravilhosa, abocanhando a seguir. Depois de longos minutos mamando, feito um bezerro, ofereci minha bundinha ali, para ser lubrificada com sabonete, e com uma forçada de penetração sem sucesso, tendo que ser completada na cama, sem que a agua da ducha nos tirasse a lubrificação.
Gelson, elogiou minha resistência, em aguentar toda sua pica, e rebolar para que o encaixe fosse completo.
Eis na foto, pois tive a oportunidade de registrar, o momento em que tirava a pica depois de uma bela gozada no meu cu.