Algumas histórias com ADP - 2

Por: natalia-carvalho-887 09/07/2026 1236 leituras
Capa do conto
Leia o anterior se quiser entender melhror... Depois daquele dia na casa N as coisas ficaram estranhas com A, nossa amizade era a mesma mas ele parecia ter vergonha do acontecido, fora que tremia de medo do N mas não queria conversar sobre isso. Um dia estavamos conversando na rua o N chegou e já foi metendo a mão na minha bunda, no meio da rua onde muita gente podia ver. Minha reação foi automática, me virei e dei um soco que pegou de raspão dai ele reagiu com um tapa de mão aberta na minha cara que me deixou tonto, e disse que nunca mais deveria levantar a mão para ele. Expliquei que na rua tinha que ser discreto, daí ele apertou minha bunda novamente e disse para espera-lo na minha casa no dia seguinte de manha e que deveria estar com um short bem enfiado no rabo para recebe-lo. Perguntei para A o que deveria fazer e ele disse que era melhor eu obedecer porque N era mais forte e podia ser perigoso.

A manhã seguinte era sábado e logo que minha mãe saiu para o trabalho o interfone tocou, N subiu e eu estava exatamente como ele mandou. Ele entrou e fui andando na frente dele, ele apalpou minha bunda e fez um carinho que me fez arrepiar, falou bem perto do meu ouvido que hoje seria a putinha dele. Dai ele sentou no sofá e mandou eu andar rebolando pela sala enquanto dizia que eu era uma putinha gostosa. Mandou eu ajoelhar na frente dele, e disse para nunca mais levantar a mão para ele e que se eu me comportasse bem ia respeitar e ser discreto na rua. Sacou a rola e começou a punhetar, mandou eu ajudar com a mão amiga, logo disse: " se quiser cair de boca pode ficar a vontade". Estava encantado com aquela rola negra, aquele saco inchado e firme, os pelos nada aparados na base, lembrei deles encostando no meu rosto e comecei a lamber aquela rola como se fosse um pirulito, acariciava com a lingua da base até a cabeça, ela era reta, grossa e tinha uns 18cm, cabia na minha boca mas me fazia engasgar, chupei o saco que estava cheiroso do banho da manhã, alternava e voltava a dar atenção para a rola e ele só gemia com as mãos para tras da cabeça e os olhos fechados. Eu senti que estava dominando aquele macho poderoso com a minha boca e estava muito bom. Comecei a cansar e ele não gozava, devia estar chupando a uns 20 minutos quando ele soltou dois jatos no meu rosto e esfregou a rola para limpar. Abria boca e ele enfiou novamente e mandou deixar bem limpinho, fiz e depois levantei e corri para o banheiro. Quando voltei ele disse que estava com fome e fui para a cozinha separar algo para ele comer, fiquei o tempo todo com aquele shortinho enfiado e a polpa da bunda a mostra, rebolava pela casa para atender os pedidos dele.

Ele perguntou sobre as coisas que o A fazia comigo e quis ir para a minha cama, mandou eu deitar com a bunda para cima e acariciava minhas coxas e as costas, pulava a bunda e ia até a nuca onde beijava e puxava levemente meis cabelos, eu rebolava e empinava o rabo pedindo para sentir aquela mão me tocando,e quando tocou eu gemi alto. Dai ele tirou meu short com facilidade e fiquei exposto, seti a rola dele escorregando na portinha do meu cu que piscava mas o combinado era ele não penetrar e ele respeitou essa regra. Confesso que se ele tivesse tentado me comer não ia oferecer nenhuma resistência. Foi um bom tempo aquela provocação, chupei ele novamente, e no final ele gozou na minha bunda, senti a porra fininha por ser a segunda gozada mas escorria pelo meu rego e me fazia delirar. Ele disse que ia ao banheiro e depois me esperava na sala, que estava dispensado e podia vestir como quisesse. Mantive o mesmo shortinho socado.

Na sala ele me viu voltar com o shortinho e sorriu, falou que ia respeitar o fato do A ter me descoberto primeiro e não ia tomar a putinha para ele. O preço era o A chupa-lo de vez em quando e liberar umas brincadeiras comigo. Disse que tinha passaria na casa do A para avisar que já tinha termina para que pudesse confierir que eu estava bem. Foi embora dizendo que ainda iamos "brincar" outras vezes mas sempre na presença do A.

Sua imaginação também tem espaço aqui.

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