Alice Shurtz- Capitulo 02

Por: carlos-276 • 07/07/2026 • 486759 leituras
Capa do conto
Virar a Alice Shurtz, não estava nos meus planos. Toda tensão, o medo da estreia se desintegraram no final daquele programa.
Para que eu estivesse com ele naquela noite. O valor pago pelo Alfredo não afetou com absoluta certeza, as suas contas recheadas de reais, dólares e euros, aqui e fora do Brasil.
O agente se trouxe para casa, me pagou 2 mil reais. E disse: “Que no outro dia, eu iria atender outros clientes. “
Não tinha volta, me transformei na mais nova integrante do esquema.
No segundo dia, transei com homens, no terceiro mais sexo com dois senhores milionários. Os dias foram passando, as semanas, os meses, e os anos se passaram.
São 7 anos.
Todos os homens que deram os lances no leilão na estreia, me contrataram depois do Alfredo.
E não foram poucos.
Foi inconcebível negar a mim mesma. Eu mudei, começou a entrar grana, muito dinheiro, tirar a roupa na frente de estranhos, ficou comum, transar então? Conciliei o sexo, como uma profissão bem-sucedida, e não posso negar, sou talentosa na cama.   
Boa parte da grana que entrava com os programas, investia em ações ou imóveis. Mandava boas remessas de dinheiro para os meus pais, mandei reformar chácara, a casa e coloquei piscina.
Não podia falar que a grana era fruto dos programas, até nos dias de hoje, os meus pais e meus irmãos pensam tudo que ganhei foi pela profissão de advogada. Morar longe deles contribuiu para que a mentira prevalecesse e o segredo guardado.
O universo do sexo pago, há diferenças entre as classificações.
As prostitutas por exemplo.
Elas estão nas classes mais baixas, trabalham em vias públicas, ganham pouco.
Já as garotas de programas.
Ganham melhor, são stripper, bonitas e moram até em flat.
As acompanhantes.
Nível intelecto acima da média, falam vários idiomas, são formadas e pós-graduadas, lindíssimas, não aparentam ser quem são.
E as mais recentes, baby sugar.
Tem o mesmo nível das acompanhantes com uma diferença, são sustentadas e exclusivas de um só homem, os Sugar Daddy´s. Homens ricos que bancam as garotas, tem sexo na hora que quiserem.
Se é sexo que vocês gostam de ler, não pulem a página.
Desde que entrei para esse mundo do universo sexual, me profissionalizei nele. Não só de sexo vive acompanhante, temos que nos expressar bem diante do cliente, saber ser comportar na mesa, conhecer os talheres, porque não é qualquer pé rapado que conseguem ter bela mulher ao seu lado.
A vida de acompanhante não tem folga no final de semana, se tem cliente, tem trabalho.
Ontem foi domingo, pessoal. Viajei cedinho de Floripa para Tubarão, a hospedagem foi toda paga pelos solicitantes.
Nesses 7 anos de acompanhante, aprendi muito sobre ter sucesso na profissão escolhida, uma delas é a preparação.
Corpo limpo da cabeça aos pés, homens ricos não pagam o programa se a acompanhante estiverem feias ou fedidas.
Para que os solicitantes não sejam identificados, vou os nomear de Guto e Yago, está ok?
Pontuais, os irmãos chegaram na hora combinada. Yago de 37 anos e Guto de 43.
Me apresentei aos contratantes de mini body branca de renda, e só. E a primeira impressão, é a que fica. Beijos carinhosos nos irmãos, eles apalparam meu corpo, seios e todo resto.
Gostaram do mini body, antes do atendimento, nós consumimos bebidas, ajuda a se soltar, quando estou com cliente dois goles são o suficiente.
Yago me levou para a cama ficando ajoelhada. Loirinhos dos olhos azuis, camisa preta, calça jeans branca e cueca box do Flamengo, é assim que o solicitante se vestirá.
Como disse, fiquei ajoelhada. Yago, cheirou meu pescoço, apalpou os seios por trás, me beijou como namoradinhos, tirou meu mini body e apalpou os seios dando leves apertos.
Apalpou por trás, no bumbum, nas costas, nos ombros e no pescoço. Yago demonstrava excitado. Penetrei a mão dentro da cueca box e o apalpei, o pênis, mãos escorreram nas minhas coxas, nas pernas, ele me beijando.
Aos pouquinhos, Yago me deixou de four. Então o outro irmão veio participar da festinha. Guto estava nu, cabelo de corte moderninho, bonitas tatuagens, corpo lisinho sem pelos.
Guto se deitou adiante, automaticamente lhe ofereci a boca para o boquete, chupei, e lambi, realizei trabalho completo. Yago por trás, fez a penetração na bucetinha e bombou, segurando firmemente nas minhas ancas, foram penetrações de tirar o fôlego.
Yago mudou a penetração vaginal, para o anal. O pênis não enfrentou qualquer dificuldade para entrar e mergulhar em águas profundas, o que aconteceu na bucetinha, superou no ânus, com penetrações completas.
Yago soltou meu corpo, foi a vez do irmão. Guto abandonou a cama para ficar em pé, me colocou de lado na beira, meus joelhos encostados no outro, apalpou meu corpo. E penetrou na bucetinha, bombou com toda força, os gemidos espalharam-se pelo quarto do hotel.
Guto: “Você me deixa tão excitado”
Eu respondo: O seu pau é tão grande.
O irmão disse: ” Ela é mesmo muito gostosa” “Comi o cu da garota”
Guto: “Eu vou fazer isso agora”
Guto primeiro me beijou e trocou, penetrou no ânus. O irmão do lado, incentivando o mano mais velho.
Adentramos na cama, ajoelhada, Guto apalpando os seios e as penetrações no ânus não tinham pausas.
Yago: “Essa é das boas”
Eu: Mais forte Gatinho, mais forte.
Yago: “Ela gosta no cu” “ Vai Guto, vai, ela quer mais”
Falando com voz sensual, falo bem lentamente para impressioná-lo: Estou tão excitadinha, seu pau é gostoso.
Guto: “Safada” “Putinha”
Os 7 anos da Alice Shurtz, aprendi a conduzir os clientes e a dar a eles diversão e muito sexo.
Quando Guto me soltou, abandonei a cama, apliquei gel lubrificante à base de água na bucetinha e no ânus, apoiei a perna esquerda na mesa de cabeceira, rebolei o bumbum e chamei o próximo.
Gosto de provocar os clientes de um jeito que não os deixa bravos a fim de me machucar, mas como ontem, têm aqueles que não sabem brincar, foi o caso do Yago.
Yago veio como “caminhão desgovernado”. Apalpou meu corpo com força, mirou o pau para dentro do ânus e penetrou com força sem qualquer preocupação se eu sentia dor ou não.
Eu: Você está me machucando Yago.
Yago: “Você está aqui para me proporcionar prazer”
Eu: Se continuar vou parar o programa.
Guto: ”Respeita a moça seu filho da puta”
Yago parou de penetrar e me soltou.
Guto: “Sai do quarto” “Eu que estou pagando”
Ficou um climinha ruim, o que era para ser brincadeira se transformou naquilo. Não é porque sou acompanhante, que o cliente pode fazer o que quiser, não comigo.
Guto me pegou do jeito que fiquei, enfiou dois dedos na bucetinha, tirando e penetrou nela. Yago trocou calado e se retirou.
Guto: “Ele foi muito mimado pela mãe" “Desculpe”
Eu: Que isso.
- Vamos continuar a festinha.
Metemos mais um pouquinho.
Guto: “Gata, senta no banquinho”
Me sentei no banquinho alto.
Eu: Aplicar gel no meu cu, por favor?
Guto: Aplicou gatinha.
Ele aplicou também na bucetinha.
Separei as nádegas para Guto, esperando ser penetrada no ânus que tanto gostou.
Eu: Meti gostoso, hein?
A glande geladinha tocou no ânus, forçadinha básica, o pênis mergulhou em águas profundas, apalpei o pênis e Guto penetrou mais para o fundo, soltei, reboladinhas para o encaixe fica perfeito, o resto foi com ele.
Apalpou pelos seios e pelas ancas. Guto foi carinhoso com meu ânus, usou o quanto quis e sem machucá-lo, quando pedia para ele aplicar o gel, ele aplicava e continuava “matando” as suas necessidades de homem.
Quando ele se sentou no banquinho, teve mais sexo anal e vaginal, beijávamos como namoradinhos. A primeira vez que Guto gozou, o pênis, roçava a minha bucetinha.
O 2° Round.
Ontem, trouxe comigo um plug anal com pedrinha de “diamante” na base. Assim partimos para consumir o sexo.
O cliente brincou de tirá-lo e colocá-lo, usando o gel lubrificante.
Guto também me chupou o corpo inteirinha, deitadinha de pernas com meus pezinhos nos ombros largos do cliente e abertinhas, ele aproveitou tudo que tinha direito, teve 69, teve beijinhos, teve beijo grego e dedinhos no ânus do cliente.
Guto deitado, penetrou na bucetinha, cavalgadinhas vagarosas e rápidas. Teve de ladinho, na bucetinha e no anelzinho.
E a mais queridinha dos clientes, a de four. Começamos na bucetinha, meteu daqui, meteu dali, meteu de lá.
O término foi com sexo anal, firmou as mãos nas ancas e mergulhou o tubarão em águas profundas.
Guto realizou todas suas fantasias eróticas.
E quando foi finalizar, ele gozou na portinha do anelzinho quando tirou o preservativo.
Após o ato consumido, batemos um papo legal, descontraído. Se o irmão não tivesse reagido com violência, ontem estaríamos rindo no final.
Guto limpou o corpo, se trocou e abandonou o quarto, voltei para Floripa com 5 mil reais.

Sua imaginação também tem espaço aqui.

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