Amamentando a filha

Por: iota-okto-2 24/07/2026 295 leituras
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Estávamos a sós, sua mãe tinha ido trabalhar e ficamos no meu quarto ao ar-condicionado ligado, ambiente meio escuro, os dois encobertos...

Tudo começou quando minha filha veio deitar para assistir filme comigo. Estávamos a sós, sua mãe tinha ido trabalhar e ficamos no meu quarto ao ar-condicionado ligado, ambiente meio escuro, os dois encobertos no mesmo edredom e a Tv à frente ligada, passando um filme que eu já nem prestava mais atenção.
Ela gostava de deitar no meu peito e fazer carinho nele, confesso que eu sempre ficava excitado com isso, mas relutava para o meu pau não crescer, mas como estávamos a sós, permiti que ele crescesse enquanto eu sentia o tesão acumulando dentro de mim.
Enquanto o filme passava, eu fazia carinho em sua cabeça, alguns pensamentos vinham em minha mente... eu segurando aquela cabecinha e forçando com que a sua boca aguentasse o que pudesse do meu pau grande e cheio de veias, enquanto me babava e reclamava por eu estar sendo malvado demais... enfim, fui ousado, já estava cheio de tesão proibido, fui abaixando a mão pelo seu corpinho até que repousaram em sua bunda, ela não reclamou, apenas se aproximou mais de mim e continuou os seus carinhos. Criei mais coragem. Coloquei a minha mão por dentro do seu shortinho e ela apenas me olhou, confesso que deu um medo e perguntei “posso, filhinha?” ela apenas acenou que sim com sua cabeça e deu um beijo no meu rosto...
Depois de um tempo, minha filha estava deitada com a cabeça em minha barriga, meu pau duríssimo e eu tocando em sua buceta... o seu quadril dava leves reboladas, a bucetinha lisinha e nova da minha filha estava úmida em meus dedos, eu já nem pensava em nada além do tesão, foi quando pedi.
“- Amor, pega no pau do papai?”
“- pode?”
“- você quer, minha filha?”
“- Quero sim, pai”
“- Mas é algo errado, não fala pra ninguém, está bem?”
“Sim, papai. Eu quero muito”
“- Então, tira.”
Foi quando as suas mãoszinhas seguraram o meu short, bem fino. Uma puxou o meu pau pra fora, eu poderia gozar apenas com o toque de sua mão, ela ficou admirando o tamanho do meu caralho, grande e cheio de veias, com a cabeça bem avantachada, cheio de tesão, o mel saindo de sua boca. Pude ver os seus olhinhos brilhando e, como por instinto, começou um movimento de sobe e desce com a mão... ela se pôs de quatro na cama, quando ordenei que colocasse na boca.
A minha putinha apenas obedeceu, direcionou a cabeça do meu pau na sua boca e foi colocando o que podia pra dentro. Pousei pesadamente uma de minhas mãos atrás de sua cabeça e fui dirigindo o movimento que ela devia fazer ao chupar o meu pau. Ainda não sabia usar a língua ou sugar, mas eu iria ensinar tudo pra ela. Novamente toquei em sua bucetinha e estava mais úmida ainda, minha cadelinha realmente estava com tesão nessa ação incestuosa e ... Mandei que ela cuspisse, assim ela fez, me deu um olhar de putinha que sofre no pau, mas que ama isso, as suas mãos não pararam, bem lubrificadas com a sua babinha.
Eu já estava no limite, meu pau estava explodindo e senti os jatos ameaçando a sair dele. Peguei as suas mãos e comecei a fazer uma punheta mais forte, depois soltei e ela continuou, eu disse que iria gozar e ela nem sabia o que era isso, apenas mandei ela continuar e me chamar de papai...
O leitinho saiu em jatos fortes que caíram bem na boca e peitos dela, o meu pau latejou por um tempo e mandei ela lamber toda a porra que estivesse espalhada, ela obedeceu... depois perguntou se eu estava bem, dei um beijo de língua na minha filha e mandei ela ir ao banheiro que já iriamos brincar de novo.
Ela abriu um sorriso, todo sujo de porra e disse:
“Tá bom, papai”.

Sua imaginação também tem espaço aqui.

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