-Cezar, vou convidar Júlia pra sair, preciso pegar essa garota!
Cezar não gostava da forma em que Victor falava de Júlia muito menos de saber que ele convidaria Júlia para sair.
-Victor você já falou várias vezes se quer vá e faça, mas pare de falar dela para mim que inferno!
Victor ficou sem entender a atitude do amigo e ficou calado.
Cezar trabalhou o resto do dia mal humorado e não trocou mais nenhuma palavra com o amigo, que saiu antes do término do expediente por problemas pessoais.
O que deixou Cezar feliz assim não precisava ficar ouvindo Victor falar o quanto desejava Júlia.
*Apagão no prédio*
-Puta que pariu, era o que faltava!
Cezar falou batendo na lateral de sua mesa.
Levantou-se e foi até a mesa de Victor pegar uma lanterna, mas antes que pegasse Júlia entra correndo na sala com a lanterna de seu Celular acesa.
-Júlia, você está bem?
Perguntou Cezar preocupado.
-Ainda bem que está aqui!
Disse Júlia colocando uma de suas mãos sobre os seios.
-O que houve Júlia?
-Não sei, só vi tudo se apagar enquanto pegava um café, a única porta aberta que encontrei foi essa.
Júlia falava nervosa, com a voz trêmula.
-Calma Júlia, estou aqui.
Falou Cezar envolvendo-a em seus braços, sentindo o cheiro de seu perfume marcante, quase se igualava a perfume masculino.
Cezar voltou seu rosto olhou nos olhos de Júlia, mesmo com pouca luz pode ver o desejo que aquela mulher carregava no olhar, aproximou de sua boca e viu que ela não hesitaria em beija-lo, a virou num movimento brusco colocando-a de costas para ele, segurou seus cabelos fazendo um rabo de cavalo, beijou seu pescoço e pegou em seu queixo trazendo-o para trás dando um beijo, deslizou uma de suas mãos até a parte de dentro da coxa enquanto beijava o pescoço de Júlia, deixando-a arrepiada, levantou sua saia e empurrou seu corpo contra a mesa, deu um tapa em uma de suas nadegas e passou um de seus dedos no seu sexo ainda por cima da calcinha, sentiu o quanto Júlia estava molhada.
Segurou em sua cintura e a puxou contra seu corpo, fazendo com que ela sentisse o volume de sua calça.
Júlia gemia enquanto rebolava contra seu pau, fazendo Cezar ficar ainda mais louco por ela.
Cezar distanciou seu corpo do dela, desabotoou a calça tirando-a.
Júlia virou seu corpo ficando de frente para aquele membro, aproximou de Cezar e o beijou, ajoelhou em sua frente e delicadamente pegou seu pau e o lambeu bem na cabecinha, passou sua língua por cada pedacinho daquele pau antes de abocanha-lo por completo, inicialmente ela começou a chupa-lo devagar e foi aumentando o ritmo, até Cezar não aguentar e segurar seus cabelos empurrando sua cabeça contra seu pau, Cezar estava chegando ao seu limite sentindo aquela boca macia e quente chupar seu pau.
Cezar estava com os olhos fechados quando sentiu uma claridade invadir sua sala, ele então abriu os olhos e pode ver aquela cena perfeita, Júlia o chupava enquanto olhava para seu rosto, seus olhos se encontraram revelando os seus desejos mais profundos.
Cezar percebeu a gravidade do que estava acontecendo naquela sala, foi então que percebeu que a porta não estava fechada com a chave.
Ele afastou Júlia e foi em direção a porta.
Cezar passou a chave na porta e verificou se realmente estava fechada.
Tirou sua camisa ficando completamente nu, exibindo seu corpo definido pela academia, sua pele negra contrastava com o verde de seus olhos, seu cabelo liso deixava uma gota de suor cair em sua testa.
Júlia o esperava apoiada na mesa, Cezar se aproximou dando um beijo em seus lábios, tirou o resto das roupas de Júlia deixando seu corpo a mostra, pode ver cada detalhe daquele corpo, viu que Júlia tinha uma tatuagem não muito grande na virilha era uma fênix, ele passou seus dedos sobre a tatuagem e abaixou-se ficando e frente para seu sexo, passou seus dedos por sua coxa e pode perceber o quanto sua pele macia estava arrepiada, subiu seus dedos até a entrada da sua boceta e introduziu dois deles, passou sua língua em seu clitóris enquanto movimentava os dedos, chupava seu clitóris ora rápido ora devagar.
Júlia soltava alguns gemidos baixos para ninguém ouvi-los o que deixava Cezar ainda mais louco de tesão.
Cezar levantou-se e beijou Júlia num beijo ardente, virou Júlia de costas apertou sua cintura contra seu pau, Júlia empinou a bunda sentindo o membro rígido de Cezar.
Cezar colocou a cabecinha de seu membro e foi introduzindo devagar até entrar por completo, sentiu aquela boceta quente envolver seu pau, ele começou a estocar devagar e foi aumentando o ritmo, Júlia gemia baixinho, Cezar movimentava rápido enquanto puxava os cabelos de Júlia para trás, ele estava pronto a explodir quanto sentiu a boceta de Júlia contrair, seu corpo estremecia denunciando seu orgasmo, Cezar não se conteve e explodiu num gozo inundando Júlia com seu líquido quente.
Cezar abraçou Júlia que o interrompeu apressada pegando suas roupas e as colocando.
-Cezar preciso ir todos devem estar me procurando.
-Calma Júlia todos devem estar preocupados verificando se os sistemas voltaram.
Cezar disse abotoando sua calça e indo em direção de Julia, arrumando seus cabelos que estavam bagunçados.
Júlia terminou de se arrumar deu um beijo em Cezar e saiu devagar de sua sala com medo de alguém a ver.
Cezar ficou pensando no que havia acontecido naquela sala, os dois tinham perdido a noção do perigo.
Júlia havia mexido com seus sentimentos desde a primeira vez que a viu, ele pensava em como não conseguiu se controlar, como pode fazer aquilo tinha percebido o quanto havia gostado de ficar com aquela mulher.
Continua...