Amiga pediu e fui come-la junto do namoradinho

Por: joao-221 • 12/07/2026 • 163963 leituras
Capa do conto
Contraí vários amigos que eram da minha namorada e tornaram-se bons amigos meus. Viviamos saindo para beber e sempre tomamos vários porres e temos várias histórias ótimas pra contar.
Mas a melhor aconteceu nesse último fim de semana. A Julinha, a mais safada das nossas amigas que vire e meche começa os assuntos deputaria no grupo é uma delicinha, baixinha, quadril largo, bunda deliciosa e uma boceta que mesmo de calça de ginástica deixa qualquer homem louco, namora com o Carlos. No começo não nos demos bem, devido aos meus olhares nada discretos para a sua namorada, mas depois viramos amigos também. Minha namorada, a Ana, quase nunca faz minhas fantasias realidades e deixa a desejar no sexo, me fazendo correr atrás, então de quem faça, o que me rendeu várias experiências muito excitantes.
Esta última semana recebi uma mensagem da Julinha dizendo que precisava conversar comigo e era assunto sério. Aceitei na hora e a oportunidade de um contato mais próximo e a sós com ela me excitava. Nos encontramos na faculdade, pois estudamos na mesma, apenas em turnos diferentes, e ela , meio encabulada, disse que, a muito custo, conseguiu convencer o namorado a fazer algo diferente no sexo e como eu sempre me mostrei muito liberal havia pensado em mim para participar. Disse que se eu não aceitasse tudo bem, mas que a proposta era que eu e o Carlos a comessemos. Na hora aceitei pois sou mesmo muito desencanado e já havia dividido mulheres com amigos, além de poder comer aquela delicinha na minha frente.
Disse que sim, mas que teria uma condição:
- Você vai ter que me dar entes disso!
Ela nem bem acenou que sim com a cabeça, já puxei pra um dos vestiários e joguei as mochilas pro chão e a agarrei como um louco, e fui correspondido. Abaaixei minha calça e empurrei sua boca até meu pau e ela chupou a vontade, depois a virei, coloquei suas mão apoiadas na bacia e a penetrei com força arrancando um gemido alto que abafei com a mão. Dei várias estocadas fortes e gozamos juntos... foi uma rapidinha de tirar o fôlego...Cada um foi para sua aula e ficamos a espera do dia marcado.
Dois dias depois recebo uma mensagem cedinho com os dizeres: “Naquela noite soube que fiz a escolha certa. Nos vemos hoje as 11h. Beijo, gostoso!”.
Na hora fiquei de pau duro. Aquela safada sabia mexer comigo! As 11 chegam ela e o namorado, ainda encabulado e me pegam no serviço. Era hora do almoço e fomos no primeiro motel que apareceu. A Julnha já não se agüentava e ao chegar, ainda no estacionamento, fez questão de colocar eu e seu namorado encostados no carro e começar uma chupeta ali mesmo...
Depois de lambuzada entramos e, nós dois sentados, assistimos a putinha fazer seu show subindo na cama e arrancando devagarinho peça por peça de roupa, dançando como uma vadia.
Fiquei louco com aquilo mas me mantive quieto, ainda não era a hora...Novamente colocou os dois cacetes na boca, lutando para conseguir alojar ambos. Logo após vi que já estava bem molhadinha e a vontade, disse ao seu ouvido: “Vai, putinha, abre essa boceta pro seu macho e chupa minha piroca com vontade!”. E foi exatamente o que fez, de quatro na cama levando rola do namoradinho e me chupando com vontade. Em seguida, a seu pedido, mudamos de lugar e ao sentir um outro pau em sua boceta, estremecer de prazer e gemeu alto, provocando ciúmes no Carlos e fazendo com que ele enfie todo seu pau na boca dela, fazendo ela engasgar, mas ainda assim pedindo mais rola!
Deitei, então, na cama e fiz com q ela viesse de costas e abrisse aquele rabo gostoso pra mim. Ela sentou devagarinho, reclamando da dor, mas não parou e deixou seu cu ser arrombado até o talo! O Carlos veio por cima ainda com raiva dando estocadas fortes. Não demorou muito e ele gozou na boceta melando todinha.
Assim que ele saiu meti na sua boceta forte, deixando aquela putinha louca me arranhando de prazer. Gozei na sua boceta também e fiz ela chupar para sentir o gosto do seu melzinho misturado com a porra dos dois machos dela.
Ela não se deu por satisfeita e quis repetir a doze com dois paus na boceta e se deliciou com a cena de ter dois só para ela, se acabando em gozo.
Como resultado daquela tarde de prazer não fui trabalhar. Mas foi uma foda que ela jamais esquecerá.

Sua imaginação também tem espaço aqui.

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